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Notícias em Geral

Notícias em Geral · 28 de maio de 2026 às 20:59

Quinta-feira - 20:58 - O futuro do Noroeste ao lado do Norte do Estado: pré-candidato a deputado estadual Glauber Bastos e deputado federal Caio Vianna reforçam pautas regionais. Veja Abaixo

Durante encontro realizado nesta semana, o pré-candidato a deputado estadual Glauber Bastos e o deputado federal Caio Vianna reforçaram a importância da união entre o Norte e o Noroeste Fluminense na construção de políticas públicas e investimentos para a região.

Entre os principais assuntos debatidos esteve a luta pela construção de um Hospital Público Regional Inclusivo, considerado fundamental para ampliar o acesso da população a um atendimento mais digno, moderno e humanizado na saúde pública.

O encontro também marcou o alinhamento de uma nova geração política, com lideranças jovens que defendem uma atuação mais próxima da população, baseada no diálogo, planejamento e desenvolvimento regional.

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Notícias em Geral · 28 de maio de 2026 às 20:36

Quinta-feira - 20:36 - EUA anunciam que vão classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Veja Abaixo

Departamento de Estado afirma que facções fazem 'ataques brutais' e estão entre as mais violentas do Brasil. Inclusão em lista de terroristas internacionais será feita em 5 de junho.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28) que vai classificar as facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

O anúncio foi feito um dia após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reunir com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Segundo o parlamentar, Rubio se mostrou favorável à classificação das facções brasileiras como organizações terroristas.

Flávio também afirmou que conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o assunto. Os dois se reuniram na Casa Branca na terça-feira (26).

Em comunicado desta quinta-feira, o governo americano afirmou que as facções serão designadas como “Terroristas Globais Especialmente Designados” (“Specially Designated Global Terrorists”, ou SDGTs) e como “Organizações Terroristas Estrangeiras” (“Foreign Terrorist Organizations”, ou FTOs).

Enquanto a primeira designação tem efeito imediato, a inclusão na lista de FTOs deve ocorrer em 5 de junho.

A designação de FTO envolve uma notificação formal ao Congresso, que tem 7 dias para analisar a medida. No entanto, ela não é submetida a votação e, na prática, o Legislativo dispõe de poucas ferramentas para se opor a decisão. Como as duas Casas são dominadas pelos Republicanos, tabém não deve haver contestação da medida.

Ao anunciar a medida, os EUA afirmaram que CV e PCC estão entre “as organizações criminosas mais violentas do Brasil” e disseram que os grupos “comandam milhares de integrantes” e são responsáveis por “ataques brutais” contra policiais, autoridades públicas e civis.

Em uma rede social, Rubio afirmou que a atuação das facções ultrapassa as fronteiras brasileiras e alcança outros países da região e os Estados Unidos.

“O governo Trump continuará usando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional e cortar financiamento e recursos de narcoterroristas”, escreveu.
 

O governo americano disse ainda que a medida reforça o compromisso da administração Trump de “desmantelar cartéis e organizações criminosas” na região.

Nos bastidores, o governo Lula atuava para tentar impedir que os Estados Unidos adotassem a medida.

  • A avaliação no Palácio do Planalto é que a classificação como grupo terrorista abriria margem para ações mais duras dos Estados Unidos.
  • Em um cenário extremo, os norte-americanos poderiam usar esse argumento para conduzir uma operação militar no Brasil, como já ocorreu em outros países.
  • Especialistas em segurança pública também argumentam que a legislação brasileira de combate a facções criminosas prevê penas mais duras do que a lei antiterrorismo.
 

Uma fonte ouvida pelo repórter Guilherme Balza, da GloboNews, afirmou que o governo brasileiro não foi avisado da medida.

Apesar de frequentemente serem aplicadas às mesmas organizações, as duas classificações anunciadas pelos EUA contra o PCC e o CV têm funções diferentes. Veja abaixo.

▶️ Organizações Terroristas Estrangeiras (Foreign Terrorist Organizations)

  • Essa designação só pode ser aplicada pelo secretário de Estado dos EUA e vale apenas para grupos estrangeiros.
  • Para entrar na lista, a organização precisa estar envolvida em atividades terroristas — ou ter capacidade e intenção de realizá-las — e representar ameaça à segurança dos Estados Unidos.
  • A classificação cria base legal para investigações e processos criminais ligados ao grupo.
 

▶️ Terroristas Globais Especialmente Designados (Specially Designated Global Terrorists)

  • Essa lista é administrada pelo Departamento de Estado e pelo Departamento do Tesouro dos EUA.
  • A designação pode atingir tanto organizações quanto indivíduos e tem foco principalmente financeiro.
  • Na prática, ela permite a aplicação de sanções econômicas, bloqueio de bens e restrições contra integrantes e apoiadores dos grupos.
 

Pressão americana

Em maio de 2025, o chefe interino de coordenação do Departamento de Sanções dos Estados Unidos, David Gamble, pediu que o governo brasileiro classificasse o PCC e o CV como organizações terroristas. O pedido foi negado.

À época, o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, afirmou que as facções não se enquadram na definição de terrorismo prevista na Constituição brasileira.

🔎 A Lei Antiterrorismo, sancionada no Brasil em 2016, define terrorismo como a prática de atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, visando provocar terror social ou generalizado.

  • Em reunião no Ministério da Justiça, Sarrubbo disse que as organizações criminosas brasileiras não têm motivação ideológica, política ou religiosa, nem atuam para derrubar o sistema.
  • Segundo ele, os grupos buscam lucro por meio de crimes e lavagem de dinheiro.
  • Por isso, pela legislação brasileira, facções como o PCC e o CV não são classificadas como terroristas, mas como organizações criminosas.
 

Nos Estados Unidos, no entanto, a avaliação é diferente, já que se trata de uma organização estrangeira. Segundo reportagem do The Wall Street Journal publicada em abril, autoridades do país já identificaram membros do PCC atuando em território americano.

Há registros de pessoas ligadas à facção nos estados da Flórida, Nova York, Nova Jersey, Connecticut e Tennessee. Em Massachusetts, o gabinete do procurador federal anunciou, no ano passado, acusações contra 18 brasileiros com suposta ligação com o grupo.

O fato de o PCC ser considerado o maior grupo criminoso das Américas, com atuação em cerca de 30 países e mais de 40 mil membros, também pode ter pesado na avaliação norte-americana.

Nos Estados Unidos, classificar um grupo como organização terrorista não é automático. A decisão segue critérios definidos em lei e passa por diferentes etapas dentro do governo.

Segundo o Departamento de Estado dos EUA, três condições precisam ser atendidas para que uma organização receba a designação:

  1. ser estrangeira;
  2. estar envolvida em atividade terrorista ou ter capacidade e intenção de realizá-la;
  3. representar ameaça à segurança de cidadãos ou à segurança nacional dos EUA.

A classificação é baseada em um dossiê com informações de fontes abertas e sigilosas que comprovem o cumprimento dos critérios legais.

A decisão cabe ao secretário de Estado, em consulta com o Departamento de Justiça e o Tesouro. Depois, a medida é comunicada ao Congresso, que tem sete dias para analisar a ordem.

Caso seja aprovada, a designação é publicada no registro oficial do governo e passa a valer. A partir daí, a medida pode trazer consequências legais:

  • passa a ser crime nos EUA fornecer “apoio material” ao grupo, como dinheiro, treinamento, armas ou serviços;
  • ativos financeiros ligados à organização podem ser bloqueados, e transações, proibidas;
  • membros do grupo podem ter vistos negados ou ser deportados.
 

A designação também ajuda a isolar o grupo internacionalmente e a cortar fontes de financiamento.

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Notícias em Geral · 28 de maio de 2026 às 20:17

Gordura no fígado pode virar Câncer

A esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado, precisa ser tratada com seriedade, principalmente durante o processo de emagrecimento. Quando não acompanhada adequadamente, ela pode evoluir para inflamação hepática, fibrose, cirrose e até aumentar o risco cardiovascular e metabólico.

Muitas pessoas acreditam que apenas emagrecer resolve o problema, mas a qualidade do emagrecimento, o controle hormonal, a alimentação, a redução da resistência insulínica e o acompanhamento médico são fundamentais para proteger o fígado e evitar complicações futuras.

Durante o tratamento de emagrecimento, cuidar do fígado significa preservar saúde, energia, metabolismo e qualidade de vida. Um fígado saudável é essencial para o sucesso do emagrecimento e para prevenir doenças graves.

Instituto Germano
Contato: 22 99814-8019

Dr. Luiz Cláudio Germano
CRM-RJ 5264482-0 | RQE 48068

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Notícias em Geral · 28 de maio de 2026 às 19:02

Quinta-feira - 19:02 - Operação do 29º BPM e 143ª DP no Morro da Faca resulta em drogas e munições apreendidas. Veja Abaixo

Operação implacável em Itaperuna!
Na manhã de hoje, o 29º Batalhão e a 143DP invadiram o Morro da Faca.
O cerco fechou e uma grande quantidade de drogas foi retirada de circulação, a saber:
-03 pedras de crack;
-110 pinos de cocaína ;
-03 munições de Fuzil Cal. 556;
-vasto material para endolação;
Mais um duro golpe no tráfico.
A ordem prevalece.
O Guardião do Noroeste não para!

Fonte:  29BPM

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Notícias em Geral · 28 de maio de 2026 às 18:19

Quinta-feira - 18:13 - Corpo de jovem desaparecida é encontrado em Santo Antônio de Pádua. Veja Abaixo

O corpo de Aparecida de Fátima, de 25 anos, que estava desaparecida em Santo Antônio de Pádua, foi encontrado na tarde desta quinta-feira, no bairro Meia Laranja.

Segundo informações da Defesa Civil, equipes foram acionadas para o local, onde a polícia e peritos também realizarão os procedimentos necessários para a investigação do caso.

Aparecida estava desaparecida nos últimos dias. Neste momento difícil, desejamos força e conforto aos familiares e amigos de Aparecida.

Fonte:  Noticiario Paduano

Notícias em Geral · 28 de maio de 2026 às 17:55

Quinta-feira - 17:55 - 'Ele botou papel e pano na boca do meu filho e ficou rindo', diz ex-namorada de Jairinho no júri. Veja Abaixo

Rio - O quarto dia do julgamento de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e Monique Medeiros pela morte de Henry Borel, nesta quarta-feira (28), no II Tribunal do Júri do Rio, foi marcado por um dos depoimentos mais fortes apresentados até agora. Ex-namorada de Jairinho, a assistente social Débora Mello Saraiva relatou aos jurados episódios de violência que, segundo ela, aconteceram ao longo dos cerca de seis anos em que manteve um relacionamento com o ex-vereador, incluindo agressões físicas a ela e ao filho, E., que na época tinha por volta de 3 anos.
Débora afirmou que o menino só conseguiu falar sobre uma das agressões anos depois, após a repercussão do caso Henry Borel e da prisão de Jairinho. Segundo a testemunha, o filho primeiro revelou o episódio à avó e à tia, durante uma viagem da família para Angra dos Reis. Depois, repetiu a mesma história para ela.

“Ele olhou para mim e perguntou: ‘Mamãe, você sabe o que ele fez comigo?’”, contou. Em seguida, segundo Débora, E. relatou em detalhes o que teria acontecido dentro de um apartamento montado pelo casal, onde passou a noite ao lado da irmã mais velha.
“Ele contou que o Jairo mandou a C. dormir e disse que ia cuidar dele. Depois, falou que botou papel e pano na boca dele para que ele não gritasse e começou a pisar na barriguinha dele. E que ele ficava rindo”, afirmou a testemunha diante dos jurados.
Tempos depois da agressão, Débora contou que encontrou um desenho, feito pelo filho, em que Jairo aparece sorrindo e pisando nele.

Débora relatou ainda um episódio de agressão ao filho e também de abuso sexual contra ela. A assistente social disse que, naquela noite, estava desacordada em outro cômodo e que só mais tarde compreendeu o que tinha acontecido.
“Eu fui dopada por ele naquele dia. Foi o mesmo dia em que ele me estuprou”, afirmou. Segundo ela, o filho ainda contou que tentou acordá-la após a agressão, mas não conseguiu. “Ele falou: ‘Mamãe, eu tentei te acordar, eu te sacudi, mas você não respondia’”, relatou.
A ex-namorada também afirmou que E. contou que Jairinho teria colocado um saco plástico sobre a cabeça dele e rodado com a criança dentro do estacionamento do prédio. De acordo com Débora, até aquele momento o menino nunca havia conseguido verbalizar o episódio.

Outro ponto do depoimento foi uma fratura sofrida por E. ainda pequeno. Segundo a testemunha, Jairinho pediu para levar a criança sozinho a uma confraternização. Horas depois, ligou dizendo que o menino havia se machucado.
Débora contou que encontrou o filho no shopping e o levou para fazer um raio-x. O exame apontou fratura no fêmur. “Quando fizemos o raio-x, ele estava com o fêmur quebrado. Foi grave e ele precisou colocar o osso no lugar”, afirmou.

Segundo Débora, foi Jairo quem chegou ao hospital relatando o que teria acontecido e o médico não o questionou em nenhum momento. "O médico não indagou como aconteceu a lesão no fêmur. No hospital estava eu e Jairo. Ele saiu contando como aconteceu sem o médico perguntar, falando que foi uma queda ao cair do carro", afirmou.

Ao longo da oitiva, Débora também relatou episódios de violência que, segundo ela, sofreu diretamente durante o relacionamento com Jairinho. Em um deles, disse que teve um dedo do pé quebrado após receber um chute durante uma discussão em um hotel. Em outro episódio, contou que foi agarrada pelo pescoço, arrastada e mordida na cabeça durante uma discussão em Mangaratiba.

A testemunha afirmou ainda que mantém medida protetiva contra o ex-vereador e que até hoje sente medo. “Ele me ameaçou e disse que, se eu falasse a verdade, ia me atingir onde mais me machucava”, declarou.

Questionada pela acusação e pela defesa de Jairinho, Débora reafirmou as acusações e rebateu tentativas de contestação sobre registros e versões apresentadas anteriormente. Em alguns momentos do depoimento, se emocionou ao lembrar dos filhos e da repercussão do caso Henry.

A oitiva foi a terceira desta quinta-feira. Mais cedo prestaram depoimento Natasha de Oliveira Machado, também ex-namorada de Jairinho e a filha dela, Kaylane de Oliveira Duarte Pereira, de 18 anos. As duas relataram episódios de agressões envolvendo o ex-vereador.

Jairo Souza Santos é acusado de homicídio triplamente qualificado e tortura pela morte de Henry Borel. Monique Medeiros é acusada de homicídio por omissão e por descumprimento do dever de proteção do filho. Os dois negam as acusações.

O julgamento segue nos próximos dias com novas testemunhas de acusação e defesa antes da fase final de debates e da decisão do Conselho de Sentença. Até o momento, sete das 27 testemunhas listadas no processo foram ouvidas.


Fonte: O Dia

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