Autor

Adilson Ribeiro

Brasil · 18 de fevereiro de 2019 às 17:41

Rj - Segunda-feira - 17:40 - Medo de milícias supera o de traficantes nas comunidades e na Zona Sul do Rio. Clique na imagem para mais informações

Rio - Os milicianos são mais temidos que os traficantes de facções criminosas dentro das comunidades e entre os moradores da Zona Sul do Rio. Segundo pesquisa do Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), 29% dos entrevistados nas comunidades têm mais medo das milícias do que de traficantes e policiais – 25% têm mais medo do tráfico, 18% da polícia e 21% de todos na mesma proporção. Na Zona Sul, onde se concentram os bairros mais ricos da cidade, esse índice é ainda maior: 38% temem mais as milícias contra 20% dos traficantes, 24% de todos, e 12% da polícia.

A pesquisa foi elaborada para avaliar o impacto da intervenção federal e ouviu 843 pessoas na capital fluminense entre os dias 23 e 25 de janeiro deste ano, quando as tropas já haviam deixado o estado. Para 73% das pessoas entrevistadas, a intervenção nas forças de segurança foi aprovada, embora 54% considerem que a iniciativa não surtiu efeito no combate à violência. Apenas 20% foram contra a intervenção, e 39% disseram que a presença dos militares nas ruas da cidade teve efeito positivo no enfrentamento ao crime.

"Os números mostram um aspecto pouco debatido no que diz respeito à intervenção que é a dimensão do medo. As pessoas continuam apavoradas. Também chama a atenção o dado de que, para uma parcela significativa dos cariocas, a polícia representa um risco maior que o traficante ou o miliciano. As forças policiais, que devem ser valorizadas e protegerem a população, não têm a confiança de muitos moradores do Rio", analisa Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Se forem levados em consideração os dados colhidos em toda a cidade, o medo dos traficantes de facções ainda supera o das milícias, com 34% e 27%, respectivamente. Outros 12% tem mais medo de policiais e 22% tem medo de todos na mesma proporção. Entre as pessoas que declaram ter mais medo dos traficantes, 39% são favoráveis à intervenção federal na cidade, 17% foram contra e 16%, indiferentes. No caso de quem teme as milícias, foram 27% a favor, 30% contra e 18% mostraram-se indiferentes.

Medo de morrer assassin no meio de fogo cruzado entre policiais e bandidos – 5% declararam terem sido vítimas ou terem um parente atingidos por balas perdidas; 15% foram assaltados ou roubados em casa, no transporte ou no trabalho/escola; 17% tiveram algum objeto de valor tomado à força em um assalto ou furto; e 20% perderam o celular em um assalto ou roubo.

Medo da violência é estável

A pesquisa é a segunda do gênero realizada a pedido do FBSP para monitorar os resultados da intervenção federal no Rio de Janeiro, que terminou em dezembro do ano. Os dados de 2019 diferem pouco dos coletados em 2018, logo após o início da intervenção federal. Na pesquisa realizada em março do ano passado, 76% das pessoas ouvidas eram favoráveis à intervenção e 71% não viam diferença no combate à violência com o uso das forças militares. No caso das pessoas que temem ser vítimas ou mesmo ter um parente atingido por uma bala perdida, o índice foi exatamente o mesmo registrado no levantamento do ano passado e agora: 92%.

Os levantamentos realizados em março do ano passado e em janeiro deste ano tratam-se de uma iniciativa que se soma ao monitoramento realizado durante o período da intervenção pelo Observatório da Intervenção, do Cesec/Ucam. A margem de erro é de 3,0 pontos para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. Isto significa que se fossem realizados 100 levantamentos com a mesma metodologia, em 95 os resultados estariam dentro da margem de erro prevista.

Fonte: O DIA.
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Notícias em Geral · 18 de fevereiro de 2019 às 17:31

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Brasil · 18 de fevereiro de 2019 às 17:23

Segunda-feira - 17:22 - Prefeito de Belo Horizonte dispara: 'O Flamengo é o que é por causa da televisão'. Clique na imagem para mais informações

Rio - Ex-presidente do Atlético-MG e atual prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil é um dos críticos da atual cota de televisão para os clubes brasileiros. Em diversas oportunidades, ele já reclamou da verba recebida pelo Flamengo e pelo Corinthians. Em entrevista ao portal "UOL", ele voltou a citar o Rubro-negro ao abordar o tema.

"O Flamengo é o Flamengo porque a televisão insiste nisso. Isso é culpa da televisão. Não tiveram grandes administrações, que eu me lembre, no Flamengo até hoje, só que o dinheiro corre para lá à vontade", afirmou.

Ao falar sobre os novos ricos do futebol brasileiro: Flamengo e Palmeiras, o Kalil afirmou que a verba dos clubes tem uma origem bastante diferente.

"O Flamengo não é o Palmeiras. É completamente diferente de a Rede Globo querer presentear o Flamengo com uma montanha de dinheiro. Qualquer Zé Mané que chegar lá vai receber a montanha de es brasileiros. Em diversas oportunidades, ele já reclamou da verba recebida pelo Flamengo e pelo Corinthians. Em entrevista ao portal "UOL", ele voltou a citar o Rubro-negro ao abordar o tema.

"O Flamengo é o Flamengo porque a televisão insiste nisso. Isso é culpa da televisão. Não tiveram grandes administrações, que eu me lembre, no Flamengo até hoje, só que o dinheiro corre para lá à vontade", afirmou.

Ao falar sobre os novos ricos do futebol brasileiro: Flamengo e Palmeiras, o Kalil afirmou que a verba dos clubes tem uma origem bastante diferente.

"O Flamengo não é o Palmeiras. É completamente diferente de a Rede Globo querer presentear o Flamengo com uma montanha de dinheiro. Qualquer Zé Mané que chegar lá vai receber a montanha de dinheiro", disse.

Fonte: O DIA.

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Itaperuna e região · 18 de fevereiro de 2019 às 17:11

Porciúncula - 17:10 - PM detém traficante de aves no dia de seu aniversário. Clique na imagem e saiba mais

Guarnição da PM apreendeu sete coleiros, um trinca ferro, um tizil, dois alçapões e quatro gaiolas com um traficante de aves, no dia em que o mesmo completa 26 anos de idade.

Segundo os agentes da 3ª Cia, o caso foi em verificação de uma denún reendeu sete coleiros, um trinca ferro, um tizil, dois alçapões e quatro gaiolas com um traficante de aves, no dia em que o mesmo completa 26 anos de idade.

Segundo os agentes da 3ª Cia, o caso foi em verificação de uma denúncia de tráfico de animais silvestres e drogas, no bairro Santo Antônio em Porciúncula.

A ocorrência foi registrada na 139ª DP, onde o meliante foi autuado no artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais.

Fonte: Imparcial Notícias.

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Brasil · 18 de fevereiro de 2019 às 16:52

Serra - 16:50 - PM reage a assalto e acaba sendo baleado. Clique na imagem e saiba mais

Um policial militar reagiu a uma tentativa de assalto e acabou sendo baleado no tórax, na tarde de ontem, no bairro Laranjeiras, na Serra. Mesmo ferido, ele conseguiu atingir um dos suspeitos. A identificação do militar foi preservada.

De acordo com a PM, o militar estava à paisana na companhia do irmão, por volta das 15 horas, na rua Goytacazes, quando dois suspeitos chegaram e anunciaram o assalto. Neste momento, a vítima se identificou como policial e os criminosos reagiram atirando contra ele.

A PM confirmou que o militar revidou aos disparos, o que resultou em troca de tiros no local. A vítima foi ferida e levada ao Hospital Jayme dos Santos Neves por uma viatura da Polícia Militar.

De acordo com informações da PM, durante a troca de tiros um dos bandidos foi atingido na perna direita. O projétil pegou abaixo do joelho do jovem que teria iniciado os disparos contra a vítima.

Segundo a polícia, os dois suspeitos conseguiram fugir. Buscas foram realizadas e os militares conseguiram identificar em uma residência no mesmo bairro o criminoso que atirou contra o policial.
O suspeito, ferido na perna, foi encaminhado em outra viatura para o Hospital Jayme dos Santos Neves.

Durante as buscas, os policiais localizaram o segundo suspeito no bairro Macafé, na Serra. Com ele foi encontrado um revólver calibre 22 usado na troca de tiros.

A polícia informou que o irmão da vítima, que estava presente no momento do crime, reconheceu um dos suspeitos como participante da troca de tiros que deixou o irmão ferido.

Informações como autuação e nome dos envolv atingir um dos suspeitos. A identificação do militar foi preservada.

De acordo com a PM, o militar estava à paisana na companhia do irmão, por volta das 15 horas, na rua Goytacazes, quando dois suspeitos chegaram e anunciaram o assalto. Neste momento, a vítima se identificou como policial e os criminosos reagiram atirando contra ele.

A PM confirmou que o militar revidou aos disparos, o que resultou em troca de tiros no local. A vítima foi ferida e levada ao Hospital Jayme dos Santos Neves por uma viatura da Polícia Militar.

De acordo com informações da PM, durante a troca de tiros um dos bandidos foi atingido na perna direita. O projétil pegou abaixo do joelho do jovem que teria iniciado os disparos contra a vítima.

Segundo a polícia, os dois suspeitos conseguiram fugir. Buscas foram realizadas e os militares conseguiram identificar em uma residência no mesmo bairro o criminoso que atirou contra o policial.
O suspeito, ferido na perna, foi encaminhado em outra viatura para o Hospital Jayme dos Santos Neves.

Durante as buscas, os policiais localizaram o segundo suspeito no bairro Macafé, na Serra. Com ele foi encontrado um revólver calibre 22 usado na troca de tiros.

A polícia informou que o irmão da vítima, que estava presente no momento do crime, reconheceu um dos suspeitos como participante da troca de tiros que deixou o irmão ferido.

Informações como autuação e nome dos envolvidos não foram divulgados pois a ocorrência estava em andamento até a noite de ontem.

Após o crime, colegas de farda e familiares estiveram no local em busca de notícias. Os amigos militares preferiram não falar sobre o caso e desejavam a melhora do amigo.

De braços cruzados na porta do hospital, o irmão da vítima que presenciou toda a ação dos bandidos, disse que não conseguia falar com a reportagem pois ainda estava emocionado.

Até o fechamento desta reportagem, o policial e o suspeito permaneciam hospitalizados, mas não foram passadas informações do estado de saúde deles.

Fonte: Tribuna Online.

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