Autor

Adilson Ribeiro

Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 18:56

Sábado - 19:55 - Horário de verão: Relógios devem ser atrasados em uma hora. Clique na imagem e tenha mais informações

O horário de verão vai acabar na virada deste sábado para domingo (17/02), quando os relógios deverão ser atrasados em uma hora. Em vigor desde 4 de novembro de 2018, a mudança obrigou dez estados — além do Distrito Federal — a ajustarem os ponteiros: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo.

Desta vez, a duração do horário de verão será mais curta do que o normal.

Historicamente, esse período começa no terceiro domingo de outubro, mas seu início em 2018 foi adiado por conta do segundo turno das eleições, a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Se não houvesse o adiamento, aumentaria a diferença de horário entre os estados do Sul e do Sudeste e os que já têm fuso diferente, atrapalhando a divulgação dos resultados das urnas.

Com o fim do horário será preciso ficar atento aos aparelhos celulares. Antes que este fosse implantado, em novembro, muitas operadoras de telefonia promoveram ajustes em seus sistemas, para atualização automática dos telefones, o que causou problemas aos clientes. Com os relógios adiantados antes da hora, milhares de consumidores perderam uma hora de sono e acabaram chegando cedo demais a compromissos.

Sem grande efeito

Em vigor desde 1931, a mudança de horário foi uma estratégia do governo para gerar economia de energia, já que, durante a estação, as pessoas chegavam em casa e ligavam os chuveiros, ocasionando pico de consumo e grande desperdício.

Com o passar dos anos, porém, os picos de consumo passaram a ser registrados nos momentos mais quentes ao longo do dia, com grande utilização de aparelhos de ar-condicionado, por exemplo, sobretudo no comércio.

Por isso, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), por exemplo, entende que a alteração nos re raná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo.

Desta vez, a duração do horário de verão será mais curta do que o normal.

Historicamente, esse período começa no terceiro domingo de outubro, mas seu início em 2018 foi adiado por conta do segundo turno das eleições, a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Se não houvesse o adiamento, aumentaria a diferença de horário entre os estados do Sul e do Sudeste e os que já têm fuso diferente, atrapalhando a divulgação dos resultados das urnas.

Com o fim do horário será preciso ficar atento aos aparelhos celulares. Antes que este fosse implantado, em novembro, muitas operadoras de telefonia promoveram ajustes em seus sistemas, para atualização automática dos telefones, o que causou problemas aos clientes. Com os relógios adiantados antes da hora, milhares de consumidores perderam uma hora de sono e acabaram chegando cedo demais a compromissos.

Sem grande efeito

Em vigor desde 1931, a mudança de horário foi uma estratégia do governo para gerar economia de energia, já que, durante a estação, as pessoas chegavam em casa e ligavam os chuveiros, ocasionando pico de consumo e grande desperdício.

Com o passar dos anos, porém, os picos de consumo passaram a ser registrados nos momentos mais quentes ao longo do dia, com grande utilização de aparelhos de ar-condicionado, por exemplo, sobretudo no comércio.

Por isso, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), por exemplo, entende que a alteração nos relógios não se justifica mais.

Em setembro de 2017, o governo federal chegou a anunciar a intenção de abandonar o horário de verão a partir de 2018, mas voltou atrás.

Fonte: Ururau.

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Notícias em Geral · 16 de fevereiro de 2019 às 18:41

UNIREDENTOR INFORMA: Vestibular Agendado UniREDENTOR 2019.1! Inscrições abertas para os cursos Presenciais e a Distância! Em Itaperuna; Campos dos Goytacazes; Paraíba do Sul; Queimados e +20 polos EaD 👉 Clique na imagem abaixo e faça sua inscrição no Melhor Centro Universitário do Estado segundo o MEC! 👉 Confira nossos financiamentos estudantis! #Agendado #20191 #Vestibular #UniRedentor #DêUmPlay

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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 18:39

Sábado - 19:40 - USP veta estudantes de colégios militares e Exército e MEC reagem. Clique na imagem para mais informações

O Comando do Exército e o Ministério da Educação reagiram a uma decisão da Universidade de São Paulo (USP) de cancelar matrículas de estudantes de colégios militares aprovados no vestibular por meio do Sistema de Seleção Unificado (Sisu), segundo informações do jornal O Estado de S.Paulo. O Comando do Exército considerou a medida da universidade uma represália política ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Para justificar a medida, a USP afirma que os 12 colégios mantidos pelo Exército não se enquadram no sistema de cotas por serem mantidos por contribuições e quotas mensais pagas por pais de alunos.

Nas contas do Exército, a medida afetará cerca de 20 alunos. Nas da USP, em torno de dez. Numa reunião fechada no campus da universidade na tarde de sexta-feira, dia 15, um representante do Comando do Sudeste, sediado em São Paulo, tentou convencer dirigentes da USP a reverter a decisão. De acordo com o jornal, os militares saíram com a promessa de que o caso será analisado, mas sem prazo.

Insatisfeito com a reunião, o Comando Militar do Sudeste acionou o governador de São Paulo, João Doria, uma vez que a universidade é mantida pelo estado. A repercussão do caso foi parar em Brasília. Na noite de sexta, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, tentou agir politicamente a favor dos alunos.

Cancelamento


Os alunos aprovados no concurso de acesso da instituição por meio das cotas de escolas públicas foram informados do cancelamento da matrícula por um e-mail enviado pela universidade na última quinta-feira, dia 14. Em uma das mensagens, a universidade informa a um aluno aprovado no curso de Medicina que cancelara sua matrícula para não “ ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, tentou agir politicamente a favor dos alunos.

Cancelamento


Os alunos aprovados no concurso de acesso da instituição por meio das cotas de escolas públicas foram informados do cancelamento da matrícula por um e-mail enviado pela universidade na última quinta-feira, dia 14. Em uma das mensagens, a universidade informa a um aluno aprovado no curso de Medicina que cancelara sua matrícula para não “burlar” a “finalidade das políticas de inclusão”.

O texto, elaborado pela Comissão para o Monitoramento Operacional do Processo de Ingresso, foi assinado pelo pró-reitor de Graduação, Edmund Chada Baracat.

Pagamento


Na reunião ocorrida no campus, um representante do Exército argumentou que o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu, em outubro passado, que os colégios militares são escolas do ensino oficial. Um documento preparado pela direção do Comando do Sudeste citou que o plenário do Supremo julgou, por unanimidade, improcedente uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a cobrança de contribuição obrigatória nos colégios militares.

O Comando Militar do Sudeste recorreu ao Ministério Público Federal para que o órgão ingresse com ação contra universidade.

Procurada pelo GLOBO, a assessoria de imprensa da USP não atendeu ligações na tarde deste sábado. Ao Estado de S.Paulo, a universidade afirmou que os casos dos “dez alunos” de colégios militares com matrículas canceladas estão sendo analisados pela Comissão de Acompanhamento do Vestibular. A instituição ressaltou que ainda não foi notificada pelo Ministério Público Federal.

Fonte: Extra.

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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 18:25

Sábado - 19:25 - Ministro da Saúde diz que há tráfico de drogas em aviões do Ministério e pede investigação da PF. Clique na imagem e saiba mais

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, declarou que há aviões pagos com recursos da pasta que fazem tráfico de drogas e pediu que a Polícia Federal investigue o caso. A suspeita recai sobre contratos na área de saúde indígena da pasta. Mandetta destacou que a pasta gasta mais de R$ 700 milhões em atividades "meio" na saúde indígena, e ao destacar os recursos destinado a transporte fez a acusação.

— Os outros R$ 700 e pouco milhões a gente gasta de atividade meio. A gente gasta de avião, de transporte, caminhonete e carros, e motoristas. Aviões pagos com recursos do SUS, escrito na lataria "Ministério da Saúde, a serviço do governo federal", com tráfico de drogas dentro. Porque o traficante ganhou a licitação e o SUS é uma excelente maneira de você fazer tráfico — afirmou o ministro.

A declaração de Mandetta foi feita no dia 31 de janeiro em reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS), mas só começou a repercutir quando vídeos editados passaram a circular em redes sociais. O ministro destaca os gastos na área, sinalizando a necessidade de revisão das despesas, destacando repasses milionários para uma ONG, que ele não nominou.

— Na saúde indígena, nós gastamos R$ 1,4 bilhão por ano. Eu não tenho problema nenhum. Poderia gastar R$ 3 bi ou R$ 4 bi. Ótimo. Gasto R$ 1,4 bilhão. Desses, eu gasto com as ONGs, que aqui eu vi Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Indígena, são 13 mil pessoas nas ONGs, eu gasto R$ 650 milhões. Uma ONG leva R$ 490 milhões. É lá do meu estado, do município de Dourados — afirmou.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) apresentou nessa quinta-feira um requerimento de informações à pasta pedindo d que há aviões pagos com recursos da pasta que fazem tráfico de drogas e pediu que a Polícia Federal investigue o caso. A suspeita recai sobre contratos na área de saúde indígena da pasta. Mandetta destacou que a pasta gasta mais de R$ 700 milhões em atividades "meio" na saúde indígena, e ao destacar os recursos destinado a transporte fez a acusação.

— Os outros R$ 700 e pouco milhões a gente gasta de atividade meio. A gente gasta de avião, de transporte, caminhonete e carros, e motoristas. Aviões pagos com recursos do SUS, escrito na lataria "Ministério da Saúde, a serviço do governo federal", com tráfico de drogas dentro. Porque o traficante ganhou a licitação e o SUS é uma excelente maneira de você fazer tráfico — afirmou o ministro.

A declaração de Mandetta foi feita no dia 31 de janeiro em reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS), mas só começou a repercutir quando vídeos editados passaram a circular em redes sociais. O ministro destaca os gastos na área, sinalizando a necessidade de revisão das despesas, destacando repasses milionários para uma ONG, que ele não nominou.

— Na saúde indígena, nós gastamos R$ 1,4 bilhão por ano. Eu não tenho problema nenhum. Poderia gastar R$ 3 bi ou R$ 4 bi. Ótimo. Gasto R$ 1,4 bilhão. Desses, eu gasto com as ONGs, que aqui eu vi Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Indígena, são 13 mil pessoas nas ONGs, eu gasto R$ 650 milhões. Uma ONG leva R$ 490 milhões. É lá do meu estado, do município de Dourados — afirmou.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) apresentou nessa quinta-feira um requerimento de informações à pasta pedindo dados de todos os contratos na área de saúde indígena desde 2003, destacando a fala do ministro sobre o uso de aviões para o tráfico. Ele pediu ainda a lista de todos os passageiros de voos pagos na área.

O ministério da Saúde afirmou que o ministro recebeu denúncias sobre o uso de aviões para o tráfico de drogas. Não foi detalhada a quais empresas específicas o ministro se referia. Ele fez um pedido formal para que a PF apure o caso.

Fonte: Extra.

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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 18:17

Sábado - 19:15 - 'Meu lema é salvar vidas', escreveu segurança que matou jovem em supermercado. Clique na imagem e saiba mais

Rio - O segurança Davi Ricardo Moreira Amâncio, que matou o estudante Pedro Gonzaga com um golpe de mata-leão no supermercado Extra da Barra da Tijuca, na quinta-feira, tem orgulho de sua profissão. Em seus perfis em redes sociais, o segurança de 32 anos posta, recorrentemente, textos sobre sua rotina no trabalho. Recentemente, ele postou uma foto uniformizado, com uma arma na mão e escreveu que "ser um segurança é conviver com a morte e não se abalar, é estar triste e não chorar, é estar acordado para que todos durmam tranquilos, é dar o seu melhor e não ser reconhecido". Nas redes sociais, Davi já usou, como a imagem principal de seu perfil, uma foto do ator Jean-Claude Van Damme, famoso por seus filmes de lutas. O segurança também é chamado de "Vandame" por amigos.

Davi conseguiu o emprego de segurança no Extra há um ano e quatro meses. Ele é contratado da empresa Grupe Protection. Antes, era bombeiro civil e também trabalhava em empresas que prestam serviços de segurança patrimonial para outras companhias. Em fevereiro de 2016, época em que ainda trabalhava combatendo incêndios, escreveu que seu "lema é salvar vidas", num texto que fez em homenagem a um colega de trabalho mais velho.

Mensagem postada por Davi Ricardo Moreira Amâncio
Mensagem postada por Davi Ricardo Moreira Amâncio Foto: Reprodução

Depois da rotina de trabalho, o assunto mais recorrente nas redes sociais do segurança é sua família: ele tem duas filhas pequenas, cujas fotos são compartilhadas frequentemente, sempre com elogios. "Deus desenhou cada detalhe com um toque de amor, obrigado meu Deus por essa filha maravilhosa" foi a legenda de uma foto com uma das filhas que postou em março de 2016. Nos comentários de amigos e parentes, muito elogio ao pai "presente".

O segurança também usa as redes sociais para postar conselhos e frases de auto-ajuda. "Não perca sua serenidade! Quando a irritação nos move, a saúde se descontrola, os órgãos se perturbam e sofremos terrivelmente", escreveu no início de 2016.

O segurança Davi Ricardo Moreira Amâncio
O segurança Davi Ricardo Moreira Amâncio Foto: Reprodução

Davi foi indiciado pela Polícia Civil por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e vai responder pelo crime em liberdade, após pagar fiança de R$ 10 mil. Na avaliação do delegado Cassiano Conte, responsável pelo caso na Delegacia de Homicídios da Capital (DH), o segurança "se excedeu na legítima defesa".

Em depoimento, Davi negou ter apertado o pescoço da vítima, disse que não é lutador e acusou Pedro Henrique de tentar tomar sua arma. Investigadores da DH afirmaram que só o laudo de necropsia irá definir se o jovem morreu por causa do estrangulamento provocado pelo golpe mata-leão ou pela compressão da caixa torácica, quando o segurança coloca o peso do seu corpo sobre o do rapaz, impedindo-o de respirar. Nas imagens feitas de celular por um cliente do mercado, é possível perceber que Davi passa cerca de quatro minutos em cima do jovem, aparentemente franzino em comparação ao porte físico do segurança.

- Até o momento que o jovem caiu no chão e ele pegou a arma, como alega o vigilante, havia uma legítima defesa. A situação muda quando ele extrapola o tempo em que impede o rapaz de respirar - comentou um policial que, por não estar diretamente no caso, preferiu não se identificar.

Segundo o advogado de Davi, André França Barreto, ainda "não é possível afirmar que se tratou de asfixia".

— As imagens demonstram claramente que não houve "mata-leão", até porque o Pedro Henrique estava de frente para o Davi. Em segundo lugar, há que se aguardar o laudo pericial, não sendo possível afirmar, neste momento, que se tratou de asfixia.

O professor de Direito Penal da PUC e criminalista Breno Melaragno explica que, embora o delegado tenha interpretado como homicídio culposo, quando não há erícia ou negligência, numa análise técnica. Acredito que o MP estadual irá mudar para homicídio doloso, qualificado pela asfixia, o que torna o crime hediondo. Neste caso, inclusive, cabe prisão preventiva pela periculosidade demonstrada pela conduta do autor do crime — explica o criminalista.

O fato de a mãe de Pedro e testemunhas implorarem para o segurança largar o rapaz e dizer que ele estava com as mãos roxas demonstra, na opinião de Breno, que ele sabia estar extrapolando no uso da força.

— Ele foi avisado que Pedro estava sem ar, mas os ignorou — conclui.

Nas imagens do circuito de segurança do supermercado, o rapaz se aproxima de Davi e parece conversar com ele. Em seguida, quando a mãe de Pedro, Dinalva Oliveira, se aproxima, ele cai no chão e fica se debatendo. Em sua defesa, Davi reforça que se abaixou para tentar ajudá-lo, mas achou que ele estava simulando a situação. Foi quando Dinalva, de acordo com o segurança, avisa que o rapaz era seu filho e que ele era dependente de drogas. Neste instante, outro segurança, Edmilson Félix, se aproxima deles. Segundo Davi, Pedro se levanta e tem outro ataque, fazendo com que ambos caiam no chão.

Fonte: Extra.

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Notícias em Geral · 16 de fevereiro de 2019 às 17:55

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