Autor

Adilson Ribeiro

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Brasil · 06 de fevereiro de 2019 às 16:57

Quarta-feira - 17:55 - Flávio Bolsonaro é investigado por suposto crime eleitoral vinculado a imóveis. Clique na imagem para mais informações

Brasília - A Procuradoria-Geral da República (PGR) em Brasília recebeu um inquérito da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro que investiga o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) por falsificação de documento público para fins eleitorais. O caso foi revelado pelo "O Globo" e confirmado ao jornal "O Estado de S. Paulo".

O caso tramitava desde março de 2018 na Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (PRE-RJ) e apurava suposto crime eleitoral praticado por Flávio Bolsonaro ao declarar imóveis comprados por meio de "negociações relâmpago" ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com valores supostamente abaixo do real.

No inquérito, há ainda a citação de que as negociações teriam resultado em aumento do patrimônio do atual senador. Há no inquérito citação a possível lavagem de dinheiro.

Em novembro de 2018, a PRE-RJ havia encaminhado a investigação para a PF para que fossem cumpridas diligências para apuração dos fatos, entre elas, a oitiva de Flávio Bolsonaro. O prazo estipulado pela Procuradoria à época era de 60 dias para cumprimentos dessas medidas investigatórias.

No documento em que enviou, ainda em novembro de 2018, o material para a PF, a PRE-RJ afirma que como Flávio Bolsonaro havia sido eleito senador, após os 60 dias era necessário o envio do inquérito à PGR para analisar a possível existência de foro por prerrogativa de função.

Com o recebimento do inquérito, a PGR irá agora analisar se o caso permanece no Rio de Janeiro ou se passa a tramitar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Estado apurou que, em um primeiro momento, a expectativa é que seja utilizada a nova interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu o foro apenas a crimes praticados durante o mandato. Com isso, o caso voltaria à 1ª instância.

Toda a investigação tem relação com as transações imobiliárias de ra fins eleitorais. O caso foi revelado pelo "O Globo" e confirmado ao jornal "O Estado de S. Paulo".

O caso tramitava desde março de 2018 na Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (PRE-RJ) e apurava suposto crime eleitoral praticado por Flávio Bolsonaro ao declarar imóveis comprados por meio de "negociações relâmpago" ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com valores supostamente abaixo do real.

No inquérito, há ainda a citação de que as negociações teriam resultado em aumento do patrimônio do atual senador. Há no inquérito citação a possível lavagem de dinheiro.

Em novembro de 2018, a PRE-RJ havia encaminhado a investigação para a PF para que fossem cumpridas diligências para apuração dos fatos, entre elas, a oitiva de Flávio Bolsonaro. O prazo estipulado pela Procuradoria à época era de 60 dias para cumprimentos dessas medidas investigatórias.

No documento em que enviou, ainda em novembro de 2018, o material para a PF, a PRE-RJ afirma que como Flávio Bolsonaro havia sido eleito senador, após os 60 dias era necessário o envio do inquérito à PGR para analisar a possível existência de foro por prerrogativa de função.

Com o recebimento do inquérito, a PGR irá agora analisar se o caso permanece no Rio de Janeiro ou se passa a tramitar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Estado apurou que, em um primeiro momento, a expectativa é que seja utilizada a nova interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu o foro apenas a crimes praticados durante o mandato. Com isso, o caso voltaria à 1ª instância.

Toda a investigação tem relação com as transações imobiliárias de Flávio Bolsonaro. Em reportagem de janeiro de 2018, o jornal Folha de S.Paulo revelou que o senador eleito realizou 19 operações envolvendo imóveis na zona sul do Rio de Janeiro e na Barra.

Em um dos casos, de um imóvel no bairro de Laranjeiras, o primogênito do presidente declarou à Justiça Eleitoral, em 2016, que o valor era de R$ 846 mil. Entretanto, na escritura, no fim do mesmo ano, o valor registrado foi de R$ 1,7 milhão.

Fonte: O DIA.
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Itaperuna e região · 06 de fevereiro de 2019 às 16:45

Quarta-feira - 17:45 - CNJ afasta juiz das comarcas de Laje do Muriaé e Miracema por acusação de assédio sexual. Clique na imagem para mais informações

Por maioria de votos, o Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu abrir Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e afastar das atividades o magistrado Glicério de Angiólis Silva, acusado de assédio sexual e moral nas comarcas de Miracema e Laje de Muriaé, interior do Rio de Janeiro.
 O caso já havia sido analisado e arquivado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e foi trazido ao CNJ pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com o processo, o magistrado era alvo de 10 acusações, entre elas, falta de urbanidade com advogados e servidores, remoção irregular de servidores, além de assédio sexual contra duas estagiárias.
 Na sessão desta terça-feira (5/2), a conselheira Iracema do Vale, relatora da Revisão Disciplinar 0003307-30.2016.2.00.0000, votou tanto pela abertura do PAD quanto pelo afastamento do magistrado de suas atividades. De acordo com a conselheira, “impõe-se o necessário aprofundamento das investigações” uma vez que há divergências entre a forma como o TJRJ descreve a conduta do juiz, baseado em determinados depoimentos que afastam a sua irregularidade, e a forma descrita pelas Corregedorias local e do CNJ.
 “Inadmissível que um magistrado, investido regularmente de suas funções jurisdicionais, venha a portar-se de forma censurável, ainda mais em e os conselheiros Valtércio de Oliveira e Aloysio Corrêa da Veiga.
Fonte: Blog Nino Bellieny.
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Brasil · 06 de fevereiro de 2019 às 16:40

São Paulo - Quarta-feira - 17:40 - Em trote de Medicina, calouras são coagidas a jurar não recusar sexo com veteranos. Clique na imagem para mais informações

São Paulo - A cena em que calouras de Medicina da Universidade de Franca (Unifran), no interior de São Paulo, aparecem ajoelhadas em frente a um estudante do curso fazendo juramento de que nunca vão recusar "tentativa de coito" de um veterano provocou reações de entidades estudantis e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Em um dos trechos, as jovem repetem a frase: "Juro solenemente, nunca recusar uma tentativa de coito de um veterano. Prometo nunca entregar o meu corpo a nenhum invejoso, burro, trouxa... da Odonto".

O trote com essas afirmações parece ser recorrente na universidade. Após a divulgação do vídeo, uma aluna de Medicina da Unifran postou na sua conta no Facebook que passou por esse mesmo "juramento" durante trote em 2015.

"Pois é gente, em 2015 eu levei trote dos veteranos da Medicina da Unifran e tive que declamar essa p... de juramento. Esse mesmo que vocês estão espantados. Recebi café, ovo na cabeça, feno dentro da roupa, tinta, tive que bochechar violeta genciana que tinha passado pela boca dos outros 100 alunos levando trote. Eu era a exceção, e me posicionei contra o trote, contra meus colegas de faculdade. A maioria das pessoas me julgava e tentava me silenciar, ameaçava os calouros que me ouviam, me chamava de vergonha da faculdade por não apoiar as tradições, veio me ordenar a apagar comentários em que eu opinava", disse Elisa Anawate em mensagem na rede social.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), 13ª Subseção de Franca/SP, informa que oficiará as autoridades locais e a universidade sobre o caso que ocorreu na segunda-feira O Ministério Público instaurou um inquérito para investigar o episódio.

"Repúdio a qualquer ato de violência física, moral ou psicológica perpetrados em face dos alunos recém admitidos", reforçou a nota.

Em nota, a Universidade de Franca (Unifran) informa que se manifesta veementemente contrária ao ocorrido.

"Atitudes como essa não constituem somente atos de preconceito, mas um ataque à própria universidade, uma violência à sua tradição e missão, motivo pelo qual os responsáveis pelos atos estão sendo identificados e serão penalizados, conforme previsto no Regimento Geral da UNIFRAN Art. 128, incisos III, VI, VIII e, em especial, o inciso V Penalidades de acordo com os artigos 132 e 133 (que podem ser de uma simples advertência até expulsão)", destacou o posicionamento.

Também no Facebook, o dr Rafael Gonçalves que recebeu o vídeo de uma aluna de Medicina demonstrou indignação com o fato.

A Atlética Medicina Franca também divulgou nota con r tipo de atitude de cunho discriminatório.

A Atlética Educa Unifran (AAAPS) informa que repudia qualquer prática que viole a integridade física e moral de qualquer aluno, seja ele calouro ou não.

Fonte: O DIA.
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Brasil · 06 de fevereiro de 2019 às 16:35

Quarta-feira - 17:35 - Será que tá difícil? Grupo no Facebook ajuda eleitores do Bolsonaro a arrumar um amor. Clique na imagem e saiba mais

Geralmente as pessoas procuram num relacionamento alguém com gostos parecidos. Seja para sair e tomar uma cerveja, ir à praia, viajar... Mas um grupo no Facebook decidiu misturar vida amorosa com política e só aceita eleitores solteiros do Bolsonaro.

O "Bolsolteiros" já tem mais de 4 mil membros e é apresentado com uma imagem do presidente como Santo Antônio, o santo casamenteiro. Há somente algumas regras. Os usuários não podem falar sobre política, religião e futebol; não podem mandar links de grupos de WhatsApp e nem publicar nudes ou semi nudes.

Para entrar no grupo é preciso passar por duas etapas. A primeira consiste em três perguntas: “Você pode, ao menos, incluir três homens solteiros?"; "Você é solteiro? (Seja honesto, por favor)"; "Você se compromete a respeitar as regras e denunciar postagens indevidas e atos ilícitos?”. Já a segunda é uma análise do perfil do interessado. Caso seja considerado de esquerda, o candidato não será aceito.

Já do outro lado...

A moda parece ter chegado também aos opositores do presidente. Uma campanha chamada #ToconosBozo alerta as pessoas que frequentam blocos de Carnaval a perguntarem em quem o outro votou no 2º turno das eleições antes de beijar.

Não se sabe quem criou essa campanha, mas uma imagem com esse alerta tem rolado nas redes sociais, também acompanhado da #carnavaldebozoénoclubemilitar.

 

 


 











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perguntas: “Você pode, ao menos, incluir três homens solteiros?"; "Você é solteiro? (Seja honesto, por favor)"; "Você se compromete a respeitar as regras e denunciar postagens indevidas e atos ilícitos?”. Já a segunda é uma análise do perfil do interessado. Caso seja considerado de esquerda, o candidato não será aceito.


Já do outro lado...


A moda parece ter chegado também aos opositores do presidente. Uma campanha chamada #ToconosBozo alerta as pessoas que frequentam blocos de Carnaval a perguntarem em quem o outro votou no 2º turno das eleições antes de beijar.


Não se sabe quem criou essa campanha, mas uma imagem com esse alerta tem rolado nas redes sociais, também acompanhado da #carnavaldebozoénoclubemilitar.


 

 


 











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AMEI 😍❤️ #toconosbozo


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Fonte: Meia Hora.

Itaperuna e região · 06 de fevereiro de 2019 às 16:20

Campos dos Goytacazes - Quarta-feira - 17:20 - Van com passageiros tomba após colidir com carro. Clique na imagem para mais informações

Um acidente envolvendo um veículo Fiat Uno e uma Van aconteceu na tarde desta quarta-feira (06/02), na Avenida 28 de Março, em Campos. Com o impacto da batida, a Van tombou com os passageiros que estavam dentro do veículo, que foram retirados por populares. Uma equipe do Corpo de Bombeiros está no local. Até o momento, não há informações sobre o estado das vítimas envolvidas no acidente. Maiores informações em instantes.

Fonte: Ururau

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