Autor

Adilson Ribeiro

Notícias em Geral · 05 de janeiro de 2019 às 10:00

Itaperuna - Sábado - 11:00 - Leitor diz que prefeitura sugou água de esgoto da pracinha da rodoviária ao invés de trocar tubulação para acabar com o vazamento. "Perda de tempo e dinheiro do contribuinte. Haja incompetência." Clique na imagem e saiba mais

"Bom dia, atendendo à reclamações de uma moradora da pracinha da Rodoviária, a Prefeitura mandou um caminhão para sugar a água de esgoto da rua. Avisei ao funcionário que não adiantava, que tem que trocar a tubulação e que no outro dia ia voltar tud tro dia ia voltar tudo de novo. Olhe a foto de como a rua está hoje. Perda de tempo e dinheiro do contribuinte. Haja incompetência."

Imagem e informações enviadas pelo leitor via WhatsApp.

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Notícias em Geral · 05 de janeiro de 2019 às 09:38

Sábado - 10:35 - Policiais militares e bombeiros poderão ser incluídos na reforma da Previdência. Clique na imagem e saiba mais

A equipe econômica do governo Bolsonaro quer aproveitar as principais diretrizes da proposta de reforma da Previdência enviada pelo ex-presidente Michel Temer ao Congresso e que está pronta para ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados. Mas uma das alterações que devem ocorrer é a inclusão de policiais militares e bombeiros, que hoje estão sujeitos às leis estaduais, na reforma. A proposta de Temer deixou as duas categorias de fora, mas técnicos da equipe econômica pressionam para que sejam incluídos, com o objetivo de aliviar as contas dos estados.

A ideia é criar uma idade mínima de 60 anos para homens e mulheres. Mas tudo ainda precisa passar pelo crivo do presidente Bolsonaro. De acordo com os planos, um líder do governo irá apresentar a proposta repaginada.

— Vamos usar a 287 (Proposta de Emenda Constitucional) de Temer. Além de obter uma economia processual, vamos evitar pressões nas audiências públicas. O projeto está pronto para ser votado. Nas próximas semanas, vamos levar tudo o que já foi negociado — disse uma fonte envolvida nas discussões.

Ontem, Bolsonaro reafirmou que pretende aproveitar a reforma de Temer, que tem como horizonte um prazo de dez anos. Ele destacou que pretende propor ao Parlamento tudo que está no texto, mas com validade até 2022.

— Vamos aproveitar o que está na Câmara. A última proposta minha está em um espaço temporal de 2030. Tudo que é para entrar em vigor até 2022 é o que eu quero propor para o Parlamento — afirmou o presidente.

Segundo interlocutores da equipe econômica, entre os itens que podem ser aproveitados estão as mudanças nas regras das aposentadorias especiais (professores e policiais federais, além de trabalhadores expostos a riscos e agentes nocivos e de portadores de deficiência).

Polêmica entre especialistas

As declarações do presidente Jair Bolsonaro na sua primeira entrevista após a posse, na quinta-feira, causaram preocupação entre os especialistas. Ele propôs idade mínima de 62 anos para os homens e 57 anos para as mulheres, sem especificar se o parâmetro valia para servidores ou para trabalhadores da iniciativa privada. A idade mínima subiria um ano a partir da promulgação da reforma e mais um em 2022. Bolsonaro afirmou que o próximo presidente poderia rever o número e aumentar a idade para 63 ou 64 anos, entre 2023 e 2028.

Os especialistas avaliam que uma reforma que prevê novas mudanças a cargo de um próximo governo traz incertezas para o último ano de mandato de Bolsonaro, pois haveria dúvida sobre a continuidade da política para a Previdência. Além disso, afirmam que isso levaria o país a passar o primeiro ano de um novo governo, em 2023, novamente discutindo alterações no regime de aposentadorias.

— Já na primeira declaração passa parte da tarefa ao sucessor? Não dá para saber a quem se referia. Não faz sentido para os que contribuem para o INSS, pois as idades estabelecidas são inferiores aos atuais 65 anos para homens e 60 para mulheres na aposentadoria por idade — afirmou Luis Eduardo Afonso, economista da FEA/USP, especialista em Previdência.

Fabio Giambiagi, especialista em Previdência, afirma que o ideal seria definir regras para o longo prazo, um horizonte de ao menos 15 anos. Isso evitaria, segundo economistas, instabilidade e desgaste de capital político.

Ontem à tarde, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), afirmou que se o governo Jair Bolsonaro reduzir a idade mínima para a aposentadoria, deverá excluir a regra de transição:

— Uma coisa mata a outra.

Entenda

COMO É HOJE

O trabalhador pode se aposentar por tempo de contribuição ou por idade. No primeiro caso, não há idade mínima, mas são exigidos 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) de pagamentos ao INSS. Já por idade, a aposentadoria é concedida aos 65 anos, no caso dos homens, e aos 60 anos, no das mulheres, e ambos precisam ter contribuído por, no mínimo, 15 anos para a Previdência. No serviço público, já existe idade mínima de 55 anos, para mulher, e de 60 anos, para homem. O tempo de contribuição é de 35 anos (homem) e 30 anos (mulher).

TEXTO DE TEMER

A reforma que tramita no Congresso, e já foi aprovada em comissão especial, determina, para o INSS, idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres e acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição. Essas idades seriam alcançadas após uma transição de 20 anos. As idades avançariam progressivamente. No INSS, começariam a subir aos 55 anos (homem) e 53 anos (mulher). No setor público, avançariam a partir dos atuais 60 anos (homem) e 55 anos (mulher). Além de observar a idade mínima, os trabalhadores terão que pagar pedágio de 30% sobre o tempo de contribuição que falta para requerer o benefício pelas regras atuais (35 anos, homem, e 30 anos, mulher). No setor público, a idade aumentaria para 62 anos e 65 anos.

O QUE disse BOLSONARO

Ao final dos quatro anos de seu governo, a idade mínima para aposentadoria seria de 62 anos, par 60 anos, para homem. O tempo de contribuição é de 35 anos (homem) e 30 anos (mulher).

TEXTO DE TEMER

A reforma que tramita no Congresso, e já foi aprovada em comissão especial, determina, para o INSS, idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres e acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição. Essas idades seriam alcançadas após uma transição de 20 anos. As idades avançariam progressivamente. No INSS, começariam a subir aos 55 anos (homem) e 53 anos (mulher). No setor público, avançariam a partir dos atuais 60 anos (homem) e 55 anos (mulher). Além de observar a idade mínima, os trabalhadores terão que pagar pedágio de 30% sobre o tempo de contribuição que falta para requerer o benefício pelas regras atuais (35 anos, homem, e 30 anos, mulher). No setor público, a idade aumentaria para 62 anos e 65 anos.

O QUE disse BOLSONARO

Ao final dos quatro anos de seu governo, a idade mínima para aposentadoria seria de 62 anos, para os homens, e de 57 anos, para as mulheres. A idade subiria um ano a partir da promulgação da reforma e mais um ano em 2022. O presidente não explicou se essa idade valeria também para servidores públicos.

Fonte: Extra.

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Notícias em Geral · 05 de janeiro de 2019 às 09:19

Sábado - 10:20 - Apresentadora que era contra vacinas morre de gripe suína. Clique na imagem para mais informações

A apresentadora americana Bray Payton, 26 anos, morreu de gripe suína no dia 28 de dezembro, nos Estados Unidos. Ela ficou famosa por se declarar contra vacinas e chegou a escrever em uma rede social que “vacinas são do demônio”.

A situação da jovem foi agravada por um quadro de meningite, segundo informações do portal Exame. Há vacinação para as duas doenças.

“Um movimento social de oposição à vacina em saúde pública vem crescendo nos Estados Unidos nos últimos anos”, escreveram cientistas da revista científica PLOS Medicine, em estudo publicado no ano passado.

Fonte: embro, nos Estados Unidos. Ela ficou famosa por se declarar contra vacinas e chegou a escrever em uma rede social que “vacinas são do demônio”.

A situação da jovem foi agravada por um quadro de meningite, segundo informações do portal Exame. Há vacinação para as duas doenças.

“Um movimento social de oposição à vacina em saúde pública vem crescendo nos Estados Unidos nos últimos anos”, escreveram cientistas da revista científica PLOS Medicine, em estudo publicado no ano passado.

Fonte: Tribuna Online.

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Notícias em Geral · 05 de janeiro de 2019 às 09:10

Sábado - 10:10 - “Bolsonaro é o segundo Oswaldo Aranha”, afirma embaixador de Israel. Clique na imagem e saiba mais

O embaixador do Israel no Brasil, Yossi Shelley, comparou, em entrevista exclusiva à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o presidente Jair Bolsonaro ao político e diplomata brasileiro Oswaldo Aranha. Em 1947, o então chefe da delegação brasileira presidiu a sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas que levou à criação do Estado de Israel. Aranha é reverenciado pelos israelenses até hoje.

“O nome de Oswaldo Aranha foi significante para a criação do Estado de Israel. Agora Jair Bolsonaro é um segundo Oswaldo Aranha porque ele faz uma coisa incrível: é mudar a história”, afirmou o embaixador.

Em março, Bolsonaro pretende ir a Israel e deve viajar acompanhado de um grupo de empresários. O objetivo é incrementar o comércio bilateral e a troca de tecnologias. “Ele vai receber as honras de um rei. Eu prometo isso. Vou estar ao lado dele e vou segurar a mão dele. Amo o Brasil. Amo o povo de Israel.”

Antes da viagem do presidente da República, o ministro da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, vai visitar Israel. Ele discutirá projetos para um futuro acordo sobre água e dessalinização. A disposição, segundo o embaixador, é para as propostas para o Nordeste e o interior do país.

A seguir, os principais trechos da entrevista do embaixador israelense:

Agência Brasil: Como o senhor observa esse novo momento das relações entre Brasil e Israel?
Yossi Shelley: O nome de Oswaldo Aranha foi significante para a criação do Estado de Israel. Agora, Jair Bolsonaro é um segundo Oswaldo Aranha porque ele faz uma coisa incrível: mudar a história. Hoje a nova diplomacia é a economia. As preocupações estão voltadas para melhorar a economia e o bem-estar do povo. O povo precisa de boa comida, educação, inovação e segurança. Isso é o que conta.

Agência Brasil: O primeiro-ministro de Israel passou cinco dias no Brasil, o que representou isso para os projetos de parceria?
Shelley: Isso foi uma coisa incrível. O primeiro-ministro [Benjamin] Netanyahu nunca deixa o país por tanto tempo. No máximo dois, três dias. Mas quase uma semana! Isso é graças ao presidente Bolsonaro. Quando há um carinho do outro lado, Israel vai atrás. Netanyahu e Bolsonaro conversaram sobre segurança pública, a dessalinização, como acabar a seca do Nordeste brasileiro, satélite, como vigiar a fronteira, e vocês têm uma fronteira gigante de 17 mil quilômetros.

Agência Brasil: Como estão os preparativos para a visita do presidente Jair Bolsonaro a Israel?
Shelley: Esse planejamento vai ser muito especial. Vamos dar carinho e amor. Ele vai conhecer empresas que fazem história, como Waze e Mobileye. Esperamos que ele leve 40 ou 50 empresários. Negócios se fazem entre homens de negócios. Há coisas grandes feitas com o governo, mas o mercado trabalha com empresário. Ele vai receber as honras de um rei. Eu prometo isso. Vou estar ao lado dele e vou segurar a mão dele. Amo o Brasil. Amo o povo de Israel.

Agência Brasil: Qual a expectativa dos israelenses sobre transferência da Embaixada brasileira de TelAviv para Jerusalém?
Shelley: Primeiro o governo brasileiro é soberano para dizer quando. A transferência acontecerá, mas aguardamos o momento. Estamos muito felizes com a transferência. Deixa o tempo definir. O presidente [Donald] Trump [dos Estados Unidos], quando assumiu o cargo, também citou que iria transferir a embaixada. Oito meses depois fez isso. Essas coisas não serão obstáculos para a nossa relação.

Agência Brasil: O que será feito neste semestre para o fortalecimento da parceria Israel-Brasil?
Shelley: O ministro Marcos Pontes vai visitar Israel. Precisa fazer um acordo sobre água e dessalinização e levar essas plantas para o Nordeste, levar máquinas para o interior. Seis máquinas já estão lá. Serão 70. Leva as máquinas, perfura a água salobra, aplica a tecnologia e faz isso já, já, em dois ou três meses. Se demorar dois ou três anos, a cadência vai acabar.

Agência Brasil: O Brasil tem déficit na balança comercial de US$ 848 milhões. O senhor confia em mudar esse cenário?
Shelley: Há um grande projeto agora: Israel quer comprar carne congelada. Em Israel, o governo tomou a decisão de parar de importar animais vivos. Temos um decreto que até setembro de 2019 Israel vai parar de comprar carne viva. O mercado de Israel de carne congelada pode superar US$ 200 milhões ou US$ 300 milhões por ano. Quando se matam os animais, eles são exportados em geladeiras gigantes em temperatura de 1 grau.

Agência Brasil: A possibilidade de um acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos poderia ter a ajuda da comunidade de Israel que vive em território norte-americano?
Shelley: Vocês exportam 25% do alumínio e do ferro para os Estados Unidos. Há alguns meses os Estados Unidos aplicaram taxas sobre isso. Quando há relações boas, é possível fazer um acordo como o Mercosul [bloco que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai). Pode-se pensar em um pequeno Mercosul sem taxas. Quer saber quanto vale isso? Bilhões. É preciso aprofundar as relações, aprofundar os negócios, fazer delegações de empresários, pensar na votação da ONU, apoiar Estados Unidos, apoiar Israel. Essas coisas que os amigos fazem.

Agência Brasil: Poderia explicar como seria a cooperação dos dois países na área de satélite?
Shelley: Vocês têm a Base de Alcântara. Pode haver uma parceria entre os dois governos. Não somente comprarmos, mas construirmos juntos satélites. Porque o satélite está muito importante para a nossa vida. O celular que se usa, wifi, você pode olhar as fronteiras, olhar as pessoas, ouvir pessoas que estão andando na rua, com a ajuda do satélite. Isso é muito bom para a segurança, para a vida, para a educação. Com satélite, você quer fazer cirurgia de longe. Se tem satélite, pode fazer isso.

Agência Brasil: Israel pode enviar técnicos e tecnologias?
Shelley: Não queremos vender. Temos 200 empresas que trabalham no Brasil. Por exemplo, temos duas empresas de segurança israelenses-brasileiras. Essas fazem um volume de negócios superior a US$ 200 milhões. Esse dinheiro não entra em Israel. Vendem para a Tailândia. Existem seis empresas israelenses na área de segurança cibernética. Algumas são parceiras com empre aprofundar as relações, aprofundar os negócios, fazer delegações de empresários, pensar na votação da ONU, apoiar Estados Unidos, apoiar Israel. Essas coisas que os amigos fazem.

Agência Brasil: Poderia explicar como seria a cooperação dos dois países na área de satélite?
Shelley: Vocês têm a Base de Alcântara. Pode haver uma parceria entre os dois governos. Não somente comprarmos, mas construirmos juntos satélites. Porque o satélite está muito importante para a nossa vida. O celular que se usa, wifi, você pode olhar as fronteiras, olhar as pessoas, ouvir pessoas que estão andando na rua, com a ajuda do satélite. Isso é muito bom para a segurança, para a vida, para a educação. Com satélite, você quer fazer cirurgia de longe. Se tem satélite, pode fazer isso.

Agência Brasil: Israel pode enviar técnicos e tecnologias?
Shelley: Não queremos vender. Temos 200 empresas que trabalham no Brasil. Por exemplo, temos duas empresas de segurança israelenses-brasileiras. Essas fazem um volume de negócios superior a US$ 200 milhões. Esse dinheiro não entra em Israel. Vendem para a Tailândia. Existem seis empresas israelenses na área de segurança cibernética. Algumas são parceiras com empresas brasileiras. 50% do Brasil, 50% de Israel. Quando recebem dinheiro, não vai para Israel. Por isso, isso toma um volume de recursos muito grande que fica aqui. Poderemos fazer um projeto, dois projetos, de dessalinização. O projeto vai ser US$ 3 bilhões para Israel, US$ 1 bilhão para o Brasil. Significa que você perde? Não. Não olhe esse negócio centavo a centavo.

Agência Brasil: Ampliar a segurança de fronteiras passa por aperfeiçoar o uso de tecnologias?
Shelley: Primeiro, fazer a inteligência, saber onde há pontos sensíveis porque, nesses 17 mil quilômetros, há lugares que ninguém não pode passar: rios, montanhas. Vocês têm uma fronteira gigantesca e podem usar carros sem motorista. Em outros lugares, coloca-se segurança.

Agência Brasil: O senhor foi presidente de uma companhia de gás. Isso também vai ser tratado com o Brasil?
Shelley: Temos muito gás. Encontramos no mar gigantescos poços de gás. Mas não temos tecnologia de gás. Israel está sempre focado sobre coisas que pode vender ou usar. Se não há gás, por que fazer pesquisa com gás? Por isso, falamos com o Brasil que tem muito boa tecnologia de gás para cuidar desses negócios.

Fonte: Agência Brasil.

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Notícias em Geral · 05 de janeiro de 2019 às 09:01

Itaperuna - Sábado - 10:00 - Homem é preso por porte ilegal de arma de fogo. Clique na imagem para mais informações

Por volta das 14 horas de ontem (04), um homem de 41 anos de idade foi preso por porte ilegal de arma de fogo no bairro Niterói em Itaperuna.

Agentes da Polícia Militar receberam denúncias de que havia uma arma de fogo escondida em uma residência na Rua Osvaldo Cruz, onde o proprietário permitiu a entrada dos profissionais, que encontraram um revólver calibre 32 den autuou o indivíduo por porte ilegal de arma de fogo, permanecendo preso aos cuidados da Polícia Civil.

Fonte: Imparcial Notícias.

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