Uma tragédia na manhã desta sexta-feira (21/12), chocou os moradores da praia de Atafona, em São João da Barra. Uma telha de alumínio, que estava sendo transportada em um caminhão de material de construção, desprendeu e matou o comerciário identificado como J.A.R., que estava conversando com uma pessoa na calçada, ao lado de um carro. O acidente aconteceu na Avenida Joaquim de Brito Machado. Segundo informações de populares, a vítima, que sofreu corte no pescoço, veio a óbito no local e acabou sendo arrastado tela telha. O corpo será removido para o Instituto Médico Legal (IML). A ocorrência será registra .
Rio - O soldado da PM Cleiton de Oliveira Guimarães, lotado em uma na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na Zona Norte, que poderia ter resolvido uma simples discussão de trânsito na manhã desta quinta-feira, matou com pelo menos seis tiros o farmacêutico José Eduardo Elian, de 46 anos, na Avenida Brasil, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Guimarães foi preso em flagrante na UPP Nova Brasília, onde chegou para trabalhar como se nada tivesse acontecido. Ele recebeu voz de prisão e foi levado pelo próprio comandante para a Delegacia de Homicídios (DH-Capital), responsável pela investigação.
O Astra de Guimarães bateu na moto Yamaha XTZ 205 de Elian durante um engarrafamento. Houve um bate-boca e a vítima chegou a propor que o PM pagasse apenas R$ 50. O soldado concordou e deu o dinheiro. Em seguida, ele foi até o carro, pegou a sua pistola calibre 380 e atirou contra o motociclista. Segundo o Batalhão de Policiamento de Vias Expressas (BPVE), o crime aconteceu na pista central em direção ao Centro da Avenida Brasil.
Farmacêutico foi morto por PM após acidente de trânsito - Reprodução
Guimarães estava em um Astra cinza, modelo de 2005. Após fazer pelo menos seis disparos contra Elian, ele fugiu da cena do crime. A vítima morreu no local. O homem que estava em sua garupa da moto de Elian não ficou ferido.
A Delegacia de Homicídios (DH-Capital) realizou perícia na cena do crime e recolheu três cartuchos de pistola calibre 380. O PM foi autuado pelo crime de homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e uso de meio que impossibilitou a defesa da vítima). Por ser um policial militar o atirador, a 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) também vai apurar o caso. Após depoimento, ele seguirá para o Batalhão Especial Prisional (BEP) da corporação, em Niterói.
Farmacêutico trabalhava em Clínica da Família
José Eduardo Elian morava em Campo Grande e trabalhava há cinco anos na Clínica da Família Sylvio Frederico Brauner, em Costa Barros, sendo muito querido pelos moradores da região. O garupa da moto era o atirador, a 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) também vai apurar o caso. Após depoimento, ele seguirá para o Batalhão Especial Prisional (BEP) da corporação, em Niterói.
Farmacêutico trabalhava em Clínica da Família
José Eduardo Elian morava em Campo Grande e trabalhava há cinco anos na Clínica da Família Sylvio Frederico Brauner, em Costa Barros, sendo muito querido pelos moradores da região. O garupa da moto era o técnico de farmácia Marcos Vinícius Pereira de Oliveira, de 29 anos, que sempre pagava carona para o serviço com a vítima. Ao DIA, ele contou como foram os instantes que antecederam a morte.
"Estávamos no corredor, quando o carro do policial saiu e fechou a gente. Caímos, levantamos e fomos conversar com o motorista do carro. Do nada começou uma discussão. A única coisa que o meu amigo pediu foi que ele desse o dinheiro (R$ 50,00) para consertar o retrovisor e a manete que tinha quebrado, que ficaria tudo certo e não teria problema. Nisso, ele deu o dinheiro, foi no carro, pegou a arma e disparou. Não houve discussão. Ele não falou nada antes de disparar. Na hora dos disparos eu me escondi no canteiro central. Depois disso ele fugiu”, relata o sobrevivente, dizendo que ainda não acredita no que aconteceu.
"Minha cabeça está a mil. O Eduardo ajudava todo mundo. No trabalho, em casa. Era uma ótima pessoa”, conta. "O fato de ele estar preso não me conforta, pois a vida do meu amigo se foi. Mas, com ele aqui (preso na DH), não vai fazer isso com outro inocente. A polícia deveria ajudar e não matar”, lamentou o homem.
PM tentou matar outra pessoa após briga no trânsito este ano
No dia 28 de junho, o PM Cleiton Guimarães já tinha tentando matar uma outra pessoa, também em uma briga de trânsito. O caso aconteceu em Santa Cruz, na Zona Oeste. Segundo informações, ele atirou duas vezes contra a vítima, que foi atingida no ombro e no antebraço, mas sobreviveu. Ele vinha sendo investigado pela Polícia Civil desde então. Entretanto, a Polícia Militar não o puniu e ele continuou trabalhando normalmente. A PM não comentou porque não puniu o soldado. O DIA apurou que na ficha do soldado há quatro registros em que ele é o autor: dois são por lesão corporal, um por ameaça e o quarto pela tentativa de homicídio na briga de trânsito em Santa Cruz.
O porta-voz da PM, major Ivan Blaz, disse que quando Guimarães atirou e matou José Eduardo "o soldado destruiu sua família e a família da vítima". Blaz classificou a discussão como 'boba' e 'desnecessária' e afirmou que essa não é a conduta que se espera de agentes militares. "Muito provavelmente, ele sera condenado pela justiça comum e expulso da Polícia Militar", afirmou o porta-voz.
Corpo só foi recolhido quase seis horas depois
A Defesa Civil só retirou o corpo de José Eduardo Elian por volta de 12h50, quase seis horas deopis do crime. Os dois filhos do farmacêutico e a mulher estiveram no local do crime. A esposa de José Eduardo ficou sabendo da morte do companheiro pelas redes sociais. A mulher passou mal e precisou ser amparada por parentes. "Por vezes o meu pai trabalhou com o salário atrasado só para ajudar as pessoas. Ele sempre foi o meu exemplo de vida. A ficha ainda não caiu", disse Eduardo Elian, um dos filhos do homem.
Motociclista foi morto por motorista de carro na Avenida Brasil, em Bangu, após briga de trânsito - WhatsApp O DIA (98762-8248)Fonte: O DIA.
Rio - A Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ) ajuizou na 1ª Vara de Fazenda Pública da Capital uma ação de improbidade administrativa, com pedido de tutela provisória cautelar de indisponibilidade de bens e valores, contra o ex-governador Sergio Cabral, o ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes e mais três pessoas, além de três de grupos e o">Rio - A Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ) ajuizou na 1ª Vara de Fazenda Pública da Capital uma ação de improbidade administrativa, com pedido de tutela provisória cautelar de indisponibilidade de bens e valores, contra o ex-governador Sergio Cabral, o ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes e mais três pessoas, além de três de grupos empresariais denunciados na Operação Fatura Exposta: Luiz Carlos Bezerra, Miguel Iskin, Gustavo Estellita Cavalcanti Pessoa, e as empresas Oscar Iskin e Cia. Ltda, Oscar Iskin Participações S.A. e Sheriff Serviços e Participações.
O objetivo é obter o ressarcimento aos cofres do Estado de R$ 65,040 milhões, sendo R$ 16,2 milhões relativos aos prejuízos causados ao erário e R$ 46,78 milhões referentes à multa civil como sanção autônoma, de três vezes o valor do dano, conforme prevê a Lei nº 8.429/1992.
A Operação Fatura Exposta é um desdobramento das Operações Calicute e Eficiência, que desbarataram o esquema instituído pelo ex-governador Sergio Cabral que, segundo o Ministério Público Federal, foi responsável pela prática dos crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.
Entre os crimes apontados estão recebimento de vantagens indevidas e dano ao erário estadual; cartelização e fraude a procedimentos licitatórios nas contratações de insumos hospitalares; evolução patrimonial incompatível com a renda percebida pelos agentes públicos envolvidos; e violação dos princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade, eficiência e lealdade às instituições.
De acordo com a ação da PGE-RJ, “foi garantido o funcionamento de esquema que, por anos e ao longo de todo o governo de Sergio Cabral, lesou os cofres públicos do Estado, privando a saúde pública de verbas destinadas, por lei e pelo orçamento público, para o setor. E tudo concebido para, ao final, privilegiar indevidamente os envolvidos, seja com o direcionamento dos contratos, seja mediante o recebimento de valores indevidos, ou ainda com a manutenção da organização criminosa, cujo funcionamento a todos beneficiava direta e indiretamente”.
O documento acrescenta que “de acordo com a ação penal, há prova de que o esquema descrito promoveu o desvio de, pelo menos, R$ 16.260.000,00 (dezesseis milhões duzentos e sessenta mil reais), ao que já pôde ser apurado apenas para o período compreendido entre outubro de 2013 e agosto de 2014. No entanto, de acordo com os fatos descritos na ação e que decorrem dos documentos compartilhados, há indicação de que a prática lesiva envolveu valores muito superiores a esse, pelo que demandam apuração para, ao final, serem ressarcidos aos cofres públicos estaduais”.
Duas formas de obter vantagens indevidas
A Operação Fatura Exposta descobriu que havia duas formas para a obtenção de vantagens indevidas. Uma era através de repasses aos integrantes da organização criminosa de 10% sobre o valor faturado de todos os contratos e, a segunda, através do sobrepreço de 40% praticado sobre o valor dos contratos oriundos das contratações internacionais de insumos.
Para a PGE-RJ, “computando-se os valores das mesadas e os relativos aos tributos desviados com as importações, é possível estimar que os réus, em conjunto e sem prejuízo da divisão que era praticada entre eles, tenham enriquecido ilicitamente com o correspondente a 10% do valor de todos os contratos firmados, no período, entre a Secretaria de Saúde e Miguel Iskin e Gustavo Estellita, diretamente ou através das empresas de que eram sócios, de fato ou de direito, e/ou de empresas por eles controladas, direta ou indiretamente, além do valor correspondente ao percentual de 40% do valor dos contratos oriundos das licitações internacionais nos quais tenha sido praticado o sobrepreço dos tributos, no mesmo período e pelas mesmas partes”.
A PGE-RJ ressaltou que “pelos fatos narrados na inicial é que a situação atual da saúde pública do Estado do Rio de Janeiro, essencialmente agravada a partir do governo de Sergio Cabral, é a marca dos efeitos deletérios da gestão empreendida nesse setor no período que se iniciou em 2007, doravante conduzida para a satisfação de interesses meramente patrimoniais e com evidente falta de zelo para com o bem maior que deveria ser protegido, a saber, a saúde pública”.
Rio - Um suboficial da Polícia Militar, identificado como Marcelo Azevedo Nascimento, foi preso e prestou depoimento na tarde desta quinta-feira, na Cidade da Polícia, no Jacarezinho, para esclarecer u / Agencia O Dia
Rio - Responsável pela investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), o delegado Giniton Lages, da Delegacia de Homicídios (DH), será promovido por... merecimento! O crime, que chocou o país, até hoje não foi solucionad endendo o benefício, foi publicado, em 2016, pelo então presidente Jorge Picciani (MDB), hoje preso.
Estacionamento
O contrato com o Terminal Menezes Cortes será encerrado também. Até então eram gastos todo mês R$ 138,3 mil para estacionar os carros com o meu, o seu, o nosso dinheiro.
Por quê?
Dos 51 vereadores, apenas Cesar Maia (DEM), questionou o decreto publicado por Crivella para suspender o pedágio da Linha Amarela.
Não pode, doutora!
A vereadora Rosa Fernandes (MDB) foi barrada ao tentar estacionar dentro da prefeitura sem autorização. Revoltada, forçou a barra, mas impedida de entrar por um guarda.
Bandejão
Dia desses, Francisco Dornelles, governador em exercício, de 83 anos, comeu no refeitório de uma escola no Jardim Botânico. Estava com o secretário de Educação, Wagner Victer.
Livre, leve e solto
Dos sete deputados estaduais presos na Furna da Onça, só Marcelo Simão (PP) conseguiu liberdade e não está em Bangu 8.