Autor

Adilson Ribeiro

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Notícias em Geral · 10 de dezembro de 2018 às 09:17

Segunda-feira - 10:15 - Contra a corrupção? Um investigado por fraude ambiental comandará Meio Ambiente sob Bolsonaro. Clique na imagem e saiba mais

Apoiado por entidades ruralistas e presidente do Movimento Endireita Brasil, o advogado Ricardo de Aquino Salles comandará o Ministério do Meio Ambiente a partir de janeiro. O anúncio do ministro que  completa a Esplanada dos Ministérios de Jair Bolsonaro foi feito pelo presidente eleito na tarde deste domingo. Salles, que já foi secretário particular do ex-presidenciável Geraldo Alckmin e ocupou também a pasta de Meio Ambiente de São Paulo durante o Governo do tucano, vinha sendo citado há dias como nome para o cargo. O futuro ministro é alvo de ação de improbidade administrativa, acusado de manipular mapas de manejo ambiental do rio Tietê, e, durante a campanha eleitoral deste ano, chegou a sugerir o uso de munição de fuzil contra a esquerda e o MST.

A escolha de Salles joga mais combustível nas controvérsias que envolvem um setor crucial para o Governo Bolsonaro, crítico do que chama de "exageros" na legislação ambiental. As decisões já sob influência da futura gestão, como retirada da candidatura do Brasil para sediar a próxima Conferência sobre as Mudanças Climáticas da ONU no ano que vem, a COP25,  atrem holofotes tanto nacionais como internacionais para o setor. Após vencer as eleições, Bolsonaro chegou a anunciar que fundiria os ministérios da Agricultura (que será comandado a partir do ano que vem pela deputada ruralista Tereza Cristina) e do Meio Ambiente, uma ação para reduzir a máquina pública, mas que também, segundo os críticos, poderia esvaziar a pasta que hoje controla o Ibama e o ICMbio, órgãos fiscalizadores. Durante a campanha, o então candidato e seus emissários fizeram várias críticas ao que chamam de “indústria da multa” desses órgãos. Bolsonaro chegou a defender a necessidade de "tirar o Estado do cangote de quem produz”. No entanto, a reação negativa de setores exportadores e ambientalistas fizeram o presidente recuar da proposta. Bolsonaro decidiu apenas reformular o Ministério do Meio Ambiente e reduzir alguns cargos.

A manutenção da pasta não apaziguou os ânimos. Para a organização ambientalista Observatório do Clima, a indicação do novo ministro mostra que segue viva a ideia de subordinar o Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura. "Se por um lado contorna o desgaste que poderia ter com a extinção formal da pasta, por outro garante que o Ministério do Meio Ambiente deixará de ser, pela primeira vez desde sua criação, em 1992, uma estrutura independente na Esplanada. Seu ministro será um ajudante de ordens da ministra da Agricultura. O ruralismo ideológico, assim, compromete o agronegócio moderno – que vai pagar o preço quando mercados se fecharem para nossas commodities", argumenta a dura nota da entidade.

Ricardo Salles é acusado de descumprir leis ambientais. Desde 2017, é alvo de ação movida pelo Ministério Público de São Paulo sob a acusação de alterar ilegalmente o plano de manejo de uma área de proteção ambiental, na Várzea do Rio Tietê, "com a clara intenção de beneficiar setores econômicos". “Sou réu, mas não há decisão contra mim. São todas favoráveis a mim. Todas as testemunhas foram ouvidas, todas as provas produzidas e o processo está concluso para sentença, pode ser sentenciado a qualquer momento. Todas as testemunhas ouvidas, de funcionários do governo e fora, corroboraram a minha posição”, afirmou Salles ao site do pr escolha de Salles joga mais combustível nas controvérsias que envolvem um setor crucial para o Governo Bolsonaro, crítico do que chama de "exageros" na legislação ambiental. As decisões já sob influência da futura gestão, como retirada da candidatura do Brasil para sediar a próxima Conferência sobre as Mudanças Climáticas da ONU no ano que vem, a COP25,  atrem holofotes tanto nacionais como internacionais para o setor. Após vencer as eleições, Bolsonaro chegou a anunciar que fundiria os ministérios da Agricultura (que será comandado a partir do ano que vem pela deputada ruralista Tereza Cristina) e do Meio Ambiente, uma ação para reduzir a máquina pública, mas que também, segundo os críticos, poderia esvaziar a pasta que hoje controla o Ibama e o ICMbio, órgãos fiscalizadores. Durante a campanha, o então candidato e seus emissários fizeram várias críticas ao que chamam de “indústria da multa” desses órgãos. Bolsonaro chegou a defender a necessidade de "tirar o Estado do cangote de quem produz”. No entanto, a reação negativa de setores exportadores e ambientalistas fizeram o presidente recuar da proposta. Bolsonaro decidiu apenas reformular o Ministério do Meio Ambiente e reduzir alguns cargos.

A manutenção da pasta não apaziguou os ânimos. Para a organização ambientalista Observatório do Clima, a indicação do novo ministro mostra que segue viva a ideia de subordinar o Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura. "Se por um lado contorna o desgaste que poderia ter com a extinção formal da pasta, por outro garante que o Ministério do Meio Ambiente deixará de ser, pela primeira vez desde sua criação, em 1992, uma estrutura independente na Esplanada. Seu ministro será um ajudante de ordens da ministra da Agricultura. O ruralismo ideológico, assim, compromete o agronegócio moderno – que vai pagar o preço quando mercados se fecharem para nossas commodities", argumenta a dura nota da entidade.

Ricardo Salles é acusado de descumprir leis ambientais. Desde 2017, é alvo de ação movida pelo Ministério Público de São Paulo sob a acusação de alterar ilegalmente o plano de manejo de uma área de proteção ambiental, na Várzea do Rio Tietê, "com a clara intenção de beneficiar setores econômicos". “Sou réu, mas não há decisão contra mim. São todas favoráveis a mim. Todas as testemunhas foram ouvidas, todas as provas produzidas e o processo está concluso para sentença, pode ser sentenciado a qualquer momento. Todas as testemunhas ouvidas, de funcionários do governo e fora, corroboraram a minha posição”, afirmou Salles ao site do programa Globo Rural há alguns dias.

Além disso, Salles foi alvo de um inquérito civil instaurado também pelo Ministério Público de São Paulo no último mês de janeiro para apurar se cometeu improbidade administrativa ambiental ao determinar a retirada do busto do guerrilheiro e ex-capitão do Exército Carlos Lamarca, que estava instalado no Parque Estadual do Rio Turvo, em São Paulo, quando comandava a secretaria estadual do Meio Ambiente. O pedestal em que estava a estatueta teria sido demolido por ordem de Salles em agosto do ano passado. “Recurso de compensação ambiental não foi feito para colocar busto em parque, como fizeram lá. Ainda mais de uma pessoa que era um criminoso, independentemente do lado ideológico”, argumentou na época.

Salles, cuja nomeação por Alckmin provocou críticas até dentro do PSDB, estreou na política ao se candidatar a deputado federal pelo Partido Novo nas últimas eleições, mas não conseguiu se eleger. Durante a campanha, sugeriu nas redes sociais o uso da munição de fuzil 3006 (mesmo numero que escolheu para usar nas urnas) “contra a praga do javali” e “contra a esquerda e o MST”. A publicação causou revolta e rendeu uma advertência do partido no Twitter, que disse não compactuar “com qualquer insinuação ou apologia à violência, de qualquer tipo, contra quem quer que seja". As críticas do novo ministro à esquerda são antigas. Há 12 anos, quando o ex-presidente Lula venceu a reeleição apesar das denúncias do Mensalão, ele participou da criação do Movimento Endireita Brasil, destinado a reabilitar esse setor ideológico no país.

Fonte: Jornal El País.

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Notícias em Geral · 10 de dezembro de 2018 às 09:10

Segunda-feira - 10:10 - Réu por improbidade administrativa e futuro ministro do Meio Ambiente diz: "Vamos preservar o ambiente sem ideologia". Clique na imagem e saiba mais

O futuro ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles afirmou à Folha de S.Paulo que pretende "ajudar o Brasil a se desenvolver. "Vamos preservar o meio ambiente sem ideologia e com muita razoabilidade".

"Respeitaremos todos aqueles que trabalham e produzem no Brasil, não só na agropecuária, mas todos os setores produtivos, inclusive na infraestrutura", disse.

Com o anúncio, feito neste domingo (9) pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro conclui suas nomeações, fechando seu governo com 22 min Ricardo Salles afirmou à Folha de S.Paulo que pretende "ajudar o Brasil a se desenvolver. "Vamos preservar o meio ambiente sem ideologia e com muita razoabilidade".

"Respeitaremos todos aqueles que trabalham e produzem no Brasil, não só na agropecuária, mas todos os setores produtivos, inclusive na infraestrutura", disse.

Com o anúncio, feito neste domingo (9) pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro conclui suas nomeações, fechando seu governo com 22 ministérios, sete a mais do que o previsto durante a campanha.

Salles é advogado e ex-secretário de Meio Ambiente do governo de São Paulo na gestão de Geraldo Alckmin (PSDB). Concorreu ao cargo de deputado federal pelo Partido Novo nas eleições deste ano, mas não se elegeu. Ele é um dos criadores do movimento Endireita Brasil.

Quando era secretário do governo do tucano, ele e mais duas funcionárias da sua equipe foram alvos de uma ação de improbidade administrativa por suspeita de esconder alterações em mapas do zoneamento ambiental do rio Tietê, na Grande São Paulo.

Questionado sobre sua relação com ambientalistas, Salles afirmou que "todos serão respeitados e ouvidos".

O Ministério do Meio Ambiente foi alvo de polêmicas desde a campanha de Bolsonaro. Quando ainda era candidato, ele prometeu unificar a pasta à Agricultura, mas acabou desistindo após sofrer pressão de ambientalistas e de ruralistas.

A escolha para o ministério ocorre no rescaldo da repercussão negativa gerada pela desistência do governo brasileiro de sediar a Cúpula do Clima, Cop-25, em 2019.

Embora o Ministério das Relações Exteriores tenha justificado a mudança por ausência de Orçamento, no exterior, a medida foi vista como uma ação do governo Bolsonaro, que critica a ação de organizações internacionais em relação a assuntos do clima.

Fonte: Tribuna Online.

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Notícias em Geral · 10 de dezembro de 2018 às 08:55

Itaperuna - Segunda-feira - 09:55 - ATENÇÃO: Bancos só abrirão por duas horas no dia 24 de dezembro e não vão funcionar no dia 31. Confira os horários de funcionamento clicando na imagem

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) divulgou o esquema de atendimento das instituições financeiras no fim de ano. No dia 24, segunda-feira, as agências bancárias abrirão para atendimento ao público em horário especial, ou seja, por apenas duas horas, pela manhã.

O atendimento será das 9h às 11h, nos estados que seguem o horário de Brasília; das 8h às 10h, para as localidades que têm 1 ou 2 horas de diferença em relação ao fuso horário da capital; e das 7h às 9h, para os que têm diferença de 3 horas.

O último dia do ano para atendimento bancário será 28 de dezembro (sexta-feira). Neste caso, a jornada será normal. No dia 31 (segunda-feira), no entanto, não haverá expediente para o público. Como opção, a população poderá utilizar os canais alternativos, como aplicativo de celular, internet banking, caixa eletrônico, telefone e correspondente bancário (casa lotérica, agência dos Correios ou supermercado, por exemplo).

Os correntistas poderão ainda agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las nos caixas automáticos, caso tenham código de barras. Os boletos bancár s de diferença em relação ao fuso horário da capital; e das 7h às 9h, para os que têm diferença de 3 horas.

O último dia do ano para atendimento bancário será 28 de dezembro (sexta-feira). Neste caso, a jornada será normal. No dia 31 (segunda-feira), no entanto, não haverá expediente para o público. Como opção, a população poderá utilizar os canais alternativos, como aplicativo de celular, internet banking, caixa eletrônico, telefone e correspondente bancário (casa lotérica, agência dos Correios ou supermercado, por exemplo).

Os correntistas poderão ainda agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las nos caixas automáticos, caso tenham código de barras. Os boletos bancários cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).

Ainda de acordo com a Febraban, os carnês e as contas de consumo (água, luz, gás, telefone e TV paga) vencidos no feriado poderão ser pagos sem acréscimo no primeiro dia útil seguinte. Em geral, os tributos já vêm com as datas ajustadas ao calendário de feriados, tanto federais quanto estaduais e municipais.

Fonte: Extra.

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Notícias em Geral · 10 de dezembro de 2018 às 08:52

UNIREDENTOR INFORMA: Vestibular Agendado UniREDENTOR 2019.1! Inscrições abertas para os cursos Presenciais e a Distância! Em Itaperuna; Campos dos Goytacazes; Paraíba do Sul; Queimados e +20 polos EaD 👉 Clique na imagem abaixo e faça sua inscrição no Melhor Centro Universitário do Estado segundo o MEC! 👉 Confira nossos financiamentos estudantis! #Agendado #20191 #Vestibular #UniRedentor #DêUmPlay

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Notícias em Geral · 10 de dezembro de 2018 às 08:33

Segunda-feira - 09:35 - FEMINICÍDIO: Com ciúmes, ex mata mulher e enterra corpo no DF. Clique na imagem e saiba mais

A Polícia Civil do Distrito Federal desvendou um crime diabólico que culminou na morte de uma mulher. Segundo a corporação, Franciele da Silva Moreira, 22 anos, foi sequestrada, assassinada e enterrada pelo ex-companheiro e o filho dele. Ambos foram presos preventivamente na manhã desta segunda-feira (10/12), em Brazlândia. A vítima estava desaparecida há dois anos.

Investigadores da 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia) prenderam Cláudio da Silva Rosa, 43 anos, e Wilker da Silva Rosa, 25, por feminicídio, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. O crime ocorreu em uma chácara, às margens da BR-080, em 4 de dezembro de 2016. De acordo com a PCDF, Cláudio nutria um ciúme doentio por Franciele, que havia rompido o relacionamento.

A vítima teria sido atraída pelo criminoso até sua casa e morta no local com requintes de crueldade. Na noite do crime, Franciele usou uma moto para se encontrar com Cláudio e colocarem um ponto e não deixava que nenhum homem se aproximasse dela . Como ele não aceitava o término do relacionamento, resolveu premeditar e executar esse crime brutal”, disse.

Wilker, filho de Cláudio, segundo a PCDF, teria aceitado a proposta do pai em participar do assassinato principalmente pelo ódio que nutria por Franciele. “O Wilker tinha muita raiva da vítima por ela ter sido o pivô da separação de seus pais. Então, concordou em executar a ex-companheira do pai”, explicou o delegado.

Fonte: Metrópoles.

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