Autor

Adilson Ribeiro

Notícias em Geral · 08 de dezembro de 2018 às 10:29

Rio de Janeiro - Sábado - 11:30 - Idosa morre atropelada após ônibus avançar contra pedestres. Clique na imagem e saiba mais

Uma idosa de 65 anos morreu nesta sexta-feira após um ônibus perder o controle e avançar na direção de pedestres na Avenida Edgard Romero, próximo ao Mercadão de Madureira, na Zona Norte do Rio, de acordo com o Corpo de Bombeiros. A vítima, identificada como Marlene Pinto, foi levada pelos bombeiros ao Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, também na Zona Norte, mas, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, "chegou em estado grave e não resistiu aos ferime ente ocorreu no sentido do Viaduto Negrão de Lima. Uma faixa ficou ocupada até o ônibus ser retirado do local, causando bastante retenção no trânsito.

Em nota, a Viação Três amigos lamentou o acidente, que envolveu o ônibus da linha 712. A empresa disse, ainda, que testemunhas contaram que o motorista não teria perdido o controle do veículo. "A empresa está apurando as causas do acidente e vai colaborar com as investigações, além de permanecer à disposição dos familiares da pedestre envolvida no ocorrido", diz o texto.

Acidente com ônibus nesta quinta-feira deixa seis feridos


Na tarde desta quinta-feira, também ocorreu um acidente envolvendo um ônibus. O veículo, da linha 422 (Grajaú-Cosme Velho), saiu da pista e atingiu uma agência bancária do Santander localizada em um prédio comercial na Avenida Rio Branco, na altura da Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio.

Ao todo, seis pessoas ficaram feridas, de acordo com a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros. As vítimas foram levadas para o Hospital Souza Aguiar, também no Centro.

Fonte: Extra.

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Notícias em Geral · 08 de dezembro de 2018 às 10:26

Sábado - 11:25 - Brasileira relata ter sido agredida por quatro portugueses em Lisboa: 'Impunidade total'. Clique na imagem e saiba mais

Há três anos em Portugal, a estudante Sophia Velho, de 26 anos, conta que já havia presenciado casos de xenofobia contra brasileiros, mas nunca havia sofrido ela própria uma agressão, como a que relatou ter acontecido no último dia 28 em Lisboa. De tão abalada que ficou, a jovem disse ter conseguido falar sobre o episódio apenas após uma semana. Ela então tomou coragem e publicou as imagens de seu rosto e pernas machucados em um grupo do Facebook, junto com um texto, nesta quinta-feira.

A gaúcha levou uma amiga que estava viajando pela Europa para um bar que já tinha ido algumas vezes com seu ex-namorado. No local, escutou uma portuguesa criticando as brasileiras, proferindo vários xingamentos. Mesmo após reclamar sobre as ofensas, Sophia contou que a cliente não parou de falar mal das brasileiras, que elas são "vadias" e que vão a Portugal "roubar os homens" das portuguesas. Os amigos que a acompanhavam riam do que ela dizia.




— Numa hora minha amiga foi levantar e a menina começou a proferir várias ofensas. Eu então intervi: "Como é que é? Eu sou brasileira!". Ela disse que não imaginou que eu fosse brasileira, pensou que fosse inglesa. Continuou rindo e falando mal dos brasileiros, fazendo piadas sobre como as brasileiras querem roubar os home presenciado casos de xenofobia contra brasileiros, mas nunca havia sofrido ela própria uma agressão, como a que relatou ter acontecido no último dia 28 em Lisboa. De tão abalada que ficou, a jovem disse ter conseguido falar sobre o episódio apenas após uma semana. Ela então tomou coragem e publicou as imagens de seu rosto e pernas machucados em um grupo do Facebook, junto com um texto, nesta quinta-feira.

A gaúcha levou uma amiga que estava viajando pela Europa para um bar que já tinha ido algumas vezes com seu ex-namorado. No local, escutou uma portuguesa criticando as brasileiras, proferindo vários xingamentos. Mesmo após reclamar sobre as ofensas, Sophia contou que a cliente não parou de falar mal das brasileiras, que elas são "vadias" e que vão a Portugal "roubar os homens" das portuguesas. Os amigos que a acompanhavam riam do que ela dizia.




— Numa hora minha amiga foi levantar e a menina começou a proferir várias ofensas. Eu então intervi: "Como é que é? Eu sou brasileira!". Ela disse que não imaginou que eu fosse brasileira, pensou que fosse inglesa. Continuou rindo e falando mal dos brasileiros, fazendo piadas sobre como as brasileiras querem roubar os homens das portuguesas, coisas horríveis. Eu levantei e fui até funcionários avisar que ela me xingou, mas nada aconteceu. Peguei meu casaco e saí com minha amiga — disse a estudante de Design, sobre a primeira parte da confusão.

Em seguida, Sophia contou que a portuguesa foi atrás dela e lhe desfefiu um soco, fazendo com que caísse.

— Outros garotos me seguraram, eram três ou quatro que estavam com ela. Eu disse: "Me larga!", mas eles começaram a bater em mim e caí de novo. Depois vi que estavam levando minha amiga de volta pro bar. Entrei de novo no bar, mas um garçom me jogou para fora, bati com o rosto numa pedra de paralelepípedo e ficou roxo — acrescentou, frisando que a rua não é movimentada e estava bem vazia naquela noite.

A confusão começou quando uma portuguesa começou a ofender brasileiras
A confusão começou quando uma portuguesa começou a ofender brasileiras Foto: Facebook/Reprodução

Uma funcionária da administração do bar Loucos e Sonhadores, na Rua da Rosa, no Bairro Alto, em Lisboa, contou ao EXTRA, nesta sexta-feira, que as agressões ocorreram do lado de fora do estabelecimento e que ela não teria muitas informações a passar por não ter visto a cena. No entanto, disse que, ao perceberem um princípio de tumulto, os funcionários agiram "para evitar que acontecesse o pior" e convidaram as duas clientes que discutiam a se retirarem do local. Em seguida, vendo que uma briga ocorria em frente, a funcionária afirmou que o bar acionou a polícia. Ainda de acordo com ela, o Loucos e Sonhadores "não apoia uma cultura de violência" e que agiu de forma a "evitar algo mais grave".

Embora policiais tenham se dirigido ao local da confusão, Sophia ressaltou não ter recebido qualquer assistência da parte deles. A jovem disse ter levado dois pontos no rosto feitos por uma amiga médica. Ela contou não ter sido encaminhada a um hospital, nem ter feito registro de ocorrência, dado que os policiais sequer lhe escutaram.

— Isso nunca tinha acontecido comigo, mas já presenciei agressões contra brasileiros e muitos angolanos e brasileiros vieram me contar outros casos. Quando contei para minha mãe, ela ficou desesperada, queria eu pegasse um voo para Porto Alegre logo no dia seguinte. Mas estou a um mês de terminar a graduação, então continuei. Acho que estar prestes a voltar para o Brasil me motivou a falar sobre o que aconteceu. Levei uma semana para falar, mas foi preciso. A sensação que passa de um episódio como esse é de impunidade total.

Procurado, o núcleo de imprensa e relações públicas do Comando Metropolitano de Lisboa, da Polícia de Segurança Pública, ainda não se manifestou a respeito do caso.

Fonte: Extra.

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Notícias em Geral · 08 de dezembro de 2018 às 10:18

Rio de Janeiro - Sábado - 11:18 - Tráfico obriga enfermeiro a tratar criminosos baleados no Morro do Borel. Clique na imagem e saiba mais

Traficantes do Morro do Borel, na Tijuca, Zona Norte do Rio, obrigam um enfermeiro que mora na comunidade a tratar criminosos baleados em confronto com a polícia. A descoberta foi feita por agentes da 19ª DP (Tijuca), após o homem prestar depoimento à especializada na tarde desta sexta-feira. À polícia, o enfermeiro — que já trabalhou na rede municipal de Saúde — revelou que traficantes batem à sua porta e o forçam a atender comparsas feridos.

Ele f de desta sexta-feira. À polícia, o enfermeiro — que já trabalhou na rede municipal de Saúde — revelou que traficantes batem à sua porta e o forçam a atender comparsas feridos.

Ele foi localizado e conduzido à delegacia por PMs da UPP que ocupa a favela depois de um tiroteio entre traficantes e policiais na noite da última quinta-feira. Na manhã desta sexta, os agentes fizeram buscas na favela após receberem a informação de que traficantes feridos no confronto estavam escondidos pela comunidade. Durante a busca, os policiais encontraram rastros de sangue que levavam até a casa do enfermeiro.

O homem afirmou, em depoimento, que é missionário de uma igreja batista da Tijuca e faz um trabalho voluntário de atendimento médico a moradores da favela. Ele também revelou que, na noite de quinta-feira, estava em casa quando foi surpreendido por homens batendo em sua porta. Por já ter sofrido três AVCs, o enfermeiro se movimenta lentamente e demorou a atender. Quando abriu um adolescente baleado durante o confronto solicitou atendimento médico. O homem, então, usou gaze para estancar o sangramento.

De acordo com o enfermeiro, o caso não foi isolado. Ele conta , sempre que está em casa durante um confronto em que um traficante é baleado, é acionado. Após ser ouvido, o homem foi liberado.

Tiroteio aconteceu na quinta-feira de noite
Tiroteio aconteceu na quinta-feira de noite

O tiroteio de quinta-feira começou na Rua São Miguel, na Usina, principal via de acesso ao morro. Uma viatura da UPP passava pelo local bateu de frente com um criminoso portando um fuzil. Quando o tiroteio começou, os policiais tiveram que se abrigar em uma igreja evangélica.

De acordo com a PM, após o tiroteio “três feridos deram entrada no Hospital Federal do Andaraí”. Eles tiveram alta e foram liberados. Segundo a Polícia Civil, não há comprovação da participação deles no confronto.

Fonte: Extra.

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Notícias em Geral · 08 de dezembro de 2018 às 10:06

Muriaé - Sábado - 11:05 - Jovem é preso após PM encontrar revólver com sua namorada adolescente. Clique na imagem para mais informações

O casal foi abordado em um bar e, segundo a PM, a arma pertencia ao namorado da menor

Um jovem de 23 anos foi preso pela Polícia Militar (PM), na noite deste sábado (8), no bairro Santo Antonio por porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menor. De acordo com a PM, o rapaz e a namorada de 17 estavam em um bar e a adolescente portava um revólver calibre 32 carregado, pertencente ao jovem.

Em entrevista à Rádio Muriaé, o oficial que comandava o policiamento, tenente Benevides, disse que o detido é conhecido no meio policial e que a ação ado, pertencente ao jovem.

Em entrevista à Rádio Muriaé, o oficial que comandava o policiamento, tenente Benevides, disse que o detido é conhecido no meio policial e que a ação da PM partiu de denúncia de que o mesmo estava no bar com sua namorada, e que a jovem estaria com uma arma de fogo de propriedade do rapaz.

O casal foi levado para a delegacia de plantão, no bairro Safira, onde o jovem teve a prisão ratificada pela Polícia Civil (PC), sendo encaminhado ao Presídio local.

Fonte: Rádio Muriaé.

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