Autor

A partir da denúncia feita por um leitor, através do Blog do Adilson Ribeiro, nossa equipe ficou atenta e acompanhou todo o desenrolar, a prefeitura de Itaperuna ao tomar conhecimento do dano causado a co eves havia sido socorrida por populares e constatamos que uma fita de advertência, do tipo "Zebrada" tinha sido colocada lugar das barras de ferro arrancadas, indicando que as autoridade já estavam cientes da necessidade do conserto mas uma semana se passou, o reparo não foi feito, a fita foi arrebentada e agora o leitor que nos enviou as fotos e a reclamação, quer uma resposta rápida sobre a situação. Esperamos que a Secretaria de Obras da prefeitura de Itaperuna execute o serviço o mais rápido possível.

Fotos e denúncia enviadas ao Blog do Adilson Ribeiro via WhatsApp. Nosso número é: (22) 9-9601-1115.
PROFESSOR DE ITAPERUNA, RADICADO EM RECIFE, CONTINUA COM O HÁBITO DE PRODUZIR TEXTOS POLÊMICOS.
O ÚLTIMO DE SEUS TEXTOS MERECE UMA PROFUNDA REFLEXÃO POR PARTE DAQUELES QUE TÊM CONHECIMENTO DE ALUNOS QUE JÁ FORAM ATORMENTADOS PELA TEMIDA MATEMÁTICA. É O QUE SEGUE
Como combater a dificuldade de aprender Matemática
Por João Vinhosa
A dificuldade de aprender Matemática é um mal que atormenta milhões de brasileiros, entre os quais se destacam os seguintes grupos: adultos que gostariam de voltar a estudar, mas não o fazem para não ter que enfrentar a temida Matemática; estudantes que tiveram acesso ao nível universitário, porém não conseguem acompanhar o curso por terem deficiências em partes elementares da matéria; e jovens que se encontram cursando o ensino fundamental com fraco aproveitamento devido à má-formação na disciplina.
Tal dificuldade decorre, principalmente, da interligação existente entre as diversas partes da matéria. Isto, porque, devido à citada interligação, para que se entenda um determinado assunto de Matemática, é necessário o conhecimento de vários outros assuntos a ele relacionados. Em consequência, se o aluno não souber certa parte da matéria, ele não conseguirá aprender os assuntos que dela dependem. E o fracasso no aprendizado cria um campo fértil para o desenvolvimento do chamado “Trauma de Matemática” – dano psicológico que torna a pessoa convencida de sua incapacidade de compreender a matéria, provocando o seu bloqueio mental e impossibilitando-o de entender os assuntos tratados.
Como exemplo da influência da interligação entre as partes da Matemática, pode ser citado que é impossível entender equação de segundo grau sem ter conhecimento de raiz quadrada, que, por sua vez, depende da compreensão de potências. Além disso, a interligação também existe entre os diversos níveis de uma mesma parte da matéria. Afinal, uma pessoa nunca entenderá que “dois terços é maior que cinco nonos”, se ela não dominar os conceitos fundamentais de frações ordinárias.
Diante deste catastrófico cenário, das duas, uma: ou o Brasil passa a combater de maneira sistemática o “Trauma de Matemática”, ou o País fracassará em sua tentativa de melhorar seu baixíssimo nível de ensino. Em outras palavras: se não forem adotadas corretas medidas, o País fracassará em sua tentativa de diminuir a enorme dívida social que tem com aqueles que não aprenderam os assuntos quando os mesmos lhes foram apresentados na escola.
Considerando que nenhum professor consegue ensinar a matéria a um aluno que sofre de bloqueio mental, fica visto que o vilão a ser combatido é o “Trauma de Matemática”. Portanto, a questão passa a ser: como combater o “Trauma de Matemática”?
Ora, para combater o “Trauma de Matemática”, antes de tudo, é absolutamente indispensável convencer a pessoa traumatizada que ela pode entender Matemática. A partir daí, ela fica motivada. E a motivação traz o sucesso, que, por sua vez, provoca mais motivação, e, em consequência, mais sucesso, formando, assim, um autêntico círculo virtuoso que aniquila o “Trauma de Matemática”.
Até aqui tudo bem. Mas como convencer a pessoa traumatizada que ela pode entender Matemática?
A única resposta para esta questão é: uma pessoa traumatizada só se convencerá que é capaz de aprender Matemática quando compreender perfeitamente a resolução de um problema que julgava ser de difícil entendimento. E, para que isto aconteça, o professor deverá se colocar ao nível do aluno, e vir raciocinando junto com ele até chegar ao ponto desejado.
A propósito, para se constatar o resultado obtido quando o professor se dispõe a raciocinar junto com o aluno, basta ver o vídeo disponível no endereço https://youtu.be/U-2r-aLtRKc. Em tal vídeo, em menos de quinze minutos, uma pessoa que só domina as quatro operações (soma, subtração, multiplicação e divisão) é levada a compreender perfeitamente a resolução do seguinte problema: “Calcular dois números que ão do problema, dentro dos mesmos quinze minutos, foi-lhe informado que ele acabou de ser apresentado à Álgebra, parte da Matemática composta de incógnitas e equações – nomes que o teriam apavorado, se não tivessem sido adequadamente apresentados.
Logicamente, o professor que se dispõe a raciocinar junto com o aluno, além de considerar que é impossível uma pessoa entender determinada parte da Matemática sem dominar os pré-requisitos necessários a tal entendimento, deve considerar, também, que aqueles que se julgam incapazes de entender a matéria ficam, invariavelmente, impacientes. Logo, é de todo necessário que a atenção do aluno seja captada de maneira rápida e eficiente.
Mais: para que a atenção do aluno seja captada, é da maior importância que ele seja colocado a raciocinar o quanto antes. Assim sendo, a ordem de apresentação da matéria é da maior importância; ela tem que ser tal que o aluno seja desafiado a pensar logo nos primeiros minutos da aula. Na realidade, a coisa funciona como quando se quer ensinar uma pessoa a jogar futebol: nada de perder muito tempo ensinando as regras do jogo, pois isto seria extremamente contraproducente; a pessoa deve aprender a jogar, jogando. Só assim o aprendizado fica mais agradável.
Relativamente à ordem de apresentação da matéria, para convencer a pessoa traumatizada que ela pode entender Matemática, julgo conveniente que sejam feitos, prioritariamente, esforços no sentido de o aluno dominar o Raciocínio Algébrico. Esta ordem se justifica não só porque ela possibilita que o aluno seja imediatamente desafiado a raciocinar, mas também porque é impossível o aluno adquirir conhecimentos mais avançados de Matemática se ele não souber equacionar um problema e resolver as correspondentes equações.
Nesta altura, torna-se válido salientar a diferença entre a Matemática e outras disciplinas. Para tanto, basta reparar que, na Matemática, é impossível o aluno adquirir conhecimentos mais avançados se ele não souber equacionar um problema e resolver as correspondentes equações. Já na História, pode-se conhecer tudo da Segunda Guerra Mundial e nada da Primeira, e na Geografia, pode-se ter profundos conhecimentos sobre a Ásia e desconhecer totalmente a Europa.
Conforme se depreende da argumentação acima apresentada, o combate à dificuldade de aprender Matemática tem que ser feito na base do entendimento da matéria. Contudo, devo confessar que não abro mão de uma ferramenta que não é baseada no raciocínio, e sim na memorização: a tabuada, atualmente ridicularizada por muitos professores. Na realidade, não dá para acreditar que possam acompanhar aulas de Matemática, alunos que não sejam capazes de fazer mentalmente pequenas contas, como o produto “8 vezes 5”.
Finalizando, por contrariar tudo aquilo que é pregado no presente texto, recomendo a leitura do artigo “A falência do ensino da Matemática”, no qual fiz forte crítica ao único livro distribuído pelo MEC que analisei. É o seguinte o endereço de citado artigo:
http://www.alertatotal.net/2012/07/a-falencia-do-ensino-da-matematica.html
João Batista Pereira Vinhosa, engenheiro civil, foi professor universitário de Matemática e Raciocínio Lógico nos cursos de engenharia, matemática e sistema de informações. Especializou- se no ensino da Matemática Básica, por entender ser esta a área na qual poderá dar maior contribuição à debilitada Educação brasileira.
Contatos: joaobatistavinhosa@gmail.com


Uma funcionária teve uma arma apontada para cabeça durante um assalto a uma padaria localizada em Viana, nesta quinta-feira (06). A jovem de 16 anos, foi assaltada por dois bandidos e tinha acabado de doar pães do dia anterior para os criminosos, que fizeram o pedido antes de cometer o assalto.
De acordo com a mãe da jovem, que é proprietária da padaria, o crime aconteceu por volta das 9h40, quando os criminosos entraram no estabelecimento pedindo pão e água. Ela contou que a família sempre teve o costume de doar alimentos para pessoas que passam no local pedindo.
“Eles pediram pão dormido para ela. Todo mundo que chega aqui pedindo pão, a gente não nega. Eu ensino isso aos meus filhos. Como eu sempre doei, minha filha também doou. Ela não sabia que seria vítima de pessoas que ela ajudou”, disse a comerciante de 38 anos e que não quis se identificar.
Ainda segundo a proprietária da padaria, assim que a moça entregou o alimento, um dos bandidos, pediu água. Mais uma vez, a jovem atendeu ao pedido da dupla, que seguiu até a porta da padaria. Quando a jovem decid sta quinta-feira (06). A jovem de 16 anos, foi assaltada por dois bandidos e tinha acabado de doar pães do dia anterior para os criminosos, que fizeram o pedido antes de cometer o assalto.
De acordo com a mãe da jovem, que é proprietária da padaria, o crime aconteceu por volta das 9h40, quando os criminosos entraram no estabelecimento pedindo pão e água. Ela contou que a família sempre teve o costume de doar alimentos para pessoas que passam no local pedindo.
“Eles pediram pão dormido para ela. Todo mundo que chega aqui pedindo pão, a gente não nega. Eu ensino isso aos meus filhos. Como eu sempre doei, minha filha também doou. Ela não sabia que seria vítima de pessoas que ela ajudou”, disse a comerciante de 38 anos e que não quis se identificar.
Ainda segundo a proprietária da padaria, assim que a moça entregou o alimento, um dos bandidos, pediu água. Mais uma vez, a jovem atendeu ao pedido da dupla, que seguiu até a porta da padaria. Quando a jovem decidiu se sentar no balcão principal, onde fica o caixa, a dupla a rendeu.
“Um dos bandidos sacou uma arma e apontou para minha filha. Ela me contou que eles exigiram o celular dela, só que ela disse que não tinha. Ela falou que o bandido ainda tentou apertar o gatilho mas não conseguiu”, explicou a mãe da jovem.
Fonte: Tribuna Online.