Autor

Adilson Ribeiro

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 22 de fevereiro de 2019 às 15:12

Rio - Sexta-feira - 15:10 - Mulher fica com seio preso por 10 minutos em porta de vagão do metrô. Clique na imagem e saiba mais

Uma mulher ficou com o seio preso pelo menos 10 minutos em uma porta do vagão do Metrô Rio, na manhã desta sexta-feira. A passageira viajou de São Cristóvão até a Cidade Nova, com o seio agarrado na porta.

A passageira ficou com o seio preso quando a porta do vagão fechou em São Cristóvão, por volta das 7h10. As circunstâncias são desconhecidas, mas o vagão estava cheio no momento do acidente. Na Cidade Nova, um segurança e um funcionário foram chamados, impediram a saída do metrô e acionaram técnicos para abrir a porta manualmente. O procedimento durou cerca de cinco minutos. Contando com o tempo do trajeto entre as estações, de aproximadamente quatro minutos, ela ficou ao menos 10 minutos com o seio preso na porta.

Após a porta ser liberada, a passageira deixou o vagão chorando e foi amparada por funcionários da concessionária. Em nota, o Metrô Rio lamentou o ocorrido e disse que, "por volta das 7h20, uma mulher foi atendida por equipe da concessionária na sala de repouso da estação Cidade ndo a porta do vagão fechou em São Cristóvão, por volta das 7h10. As circunstâncias são desconhecidas, mas o vagão estava cheio no momento do acidente. Na Cidade Nova, um segurança e um funcionário foram chamados, impediram a saída do metrô e acionaram técnicos para abrir a porta manualmente. O procedimento durou cerca de cinco minutos. Contando com o tempo do trajeto entre as estações, de aproximadamente quatro minutos, ela ficou ao menos 10 minutos com o seio preso na porta.

Após a porta ser liberada, a passageira deixou o vagão chorando e foi amparada por funcionários da concessionária. Em nota, o Metrô Rio lamentou o ocorrido e disse que, "por volta das 7h20, uma mulher foi atendida por equipe da concessionária na sala de repouso da estação Cidade Nova. A cliente não quis ser levada ao hospital, assinou o termo de recusa e decidiu seguir viagem", diz o texto.

Em novembro de 2018, a Justiça do Rio condenou o Metrô Rio a indenizar em R$ 10 mil uma passageira que teve o seio esmagado na porta de um vagão da concessionária. O caso aconteceu na linha 2, também entre as estações de São Cristóvão e Cidade Nova.

Questionado se há algum sistema que impeça o fechamento das portas quando algum objeto ou alguém fica preso, o Metrô Rio disse que "conta com sinais sonoros nas estações e nos trens para alertar e avisar os usuários do fechamento das portas".

"Além disso, avisos afixados na composição trazem o mesmo tipo de orientação. Também produz campanhas educativas permanentes, em vídeos e anúncios impressos, que são divulgadas nas redes sociais. Nas estações, os agentes de segurança orientam os passageiros visando impedir a ocorrência de acidentes", falou.

Fonte: O DIA.
📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Itaperuna e região · 22 de fevereiro de 2019 às 14:50

Campos - Sexta - 14:50 - Homem detido com 400g de maconha, 300g de pasta de cocaína e R$3.000 em dinheiro. Clique na imagem e saiba mais

Um homem foi detido pela polícia nesta sexta-feira (22/02) com 400g de maconha, 300g de pasta de cocaína, R$ 3.000,00 em espécie, três balanças, uma identidade falsa, um celular e anotações de tráfico e bancário. O caso aconteceu na comunidade Cantinho do Céu, em Guarus, Campos.

De acordo com a polícia, os militares estavam em patrulhamento quando receberam a informação de que havia tráfico de drogas no local. Após buscas, os policiais localizaram o suspeito e encontraram os materiais em seu quarto.

O caso foi encaminhado à 146ª Delegacia Legal pa ocaína, R$ 3.000,00 em espécie, três balanças, uma identidade falsa, um celular e anotações de tráfico e bancário. O caso aconteceu na comunidade Cantinho do Céu, em Guarus, Campos.

De acordo com a polícia, os militares estavam em patrulhamento quando receberam a informação de que havia tráfico de drogas no local. Após buscas, os policiais localizaram o suspeito e encontraram os materiais em seu quarto.

O caso foi encaminhado à 146ª Delegacia Legal para registro.

Fonte: Ururau.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 22 de fevereiro de 2019 às 14:43

Sexta-feira - 14:42 - Irmã de milicianos assinava cheques em nome de Flávio Bolsonaro, diz revista. Clique na imagem e saiba mais

Valdenice de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, presos na operação "Quarto Elemento" do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Ministério Público do Rio de Janeiro, assinou cheques de despesas da campanha em nome do então deputado estadual e atual senador, Flávio Bolsonaro (PSL), conforme reportagem da revista Isto É publicada nesta sexta-feira.

A reportagem obteve dois cheques: um de R$ 3,5 mil e outro no valor de R$ 5 mil. Dona de uma empresa de eventos, a Me Liga Produções e Eventos, Val era uma das pessoas a quem o filho do presidente Jair Bolsonaro deu procuração, conforme documento enviado à Justiça Elei presa de sua responsabilidade. Com preços abaixo da média do mercado, a companhia de Alessandra recebeu cerca de R$ 55 mil das campanhas

Além disso, a reportagem informa que Alessandra atuou em conjunto com o escritório Jorge L.A. Domingues Sociedade Individual de Advocacia, que tem como um dos sócios o advogado Gustavo Botto. Na prestação de contas à Justiça Eleitoral, Gustavo Botto também aparece como um dos administradores das contas de Flávio Bolsonaro. No combo que coloca Alessandra como contadora e Botto como advogado, estiveram 36 campanhas do PSL na última eleição. Seus serviços também variaram entre R$ 750 e R$ 5 mil. No total, renderam ao escritório R$ 38 mil.

Candidatos do PSL ouvidas pela revista relatam que, ao final, praticamente os únicos gastos que efetivamente fizeram em suas respectivas campanhas foram com a empresa de Alessandra e o escritório de Botto.

Outro aspecto considerado estranho, de acordo com a revista, é que a empresa Alê Soluções está localizada na Estrada dos Bandeirantes 11.216, na Vargem Pequena, nos registros da Receita Federal, uma área de milícias. Para o Tribunal Regional Eleitoral, no entanto, o endereço anotado é Avenida das Américas número 18.000 sala 220 D, no Recreio dos Bandeirantes - endereço da sede do PSL do Rio de Janeiro.

Situação semelhante acontece com o escritório Jorge L.A. Domingues Sociedade Individual de Advocacia. Para a Receita, o endereço informado é uma casa em Vila Valqueire. Para a Justiça Eleitoral, foi novamente a sede do PSL do Rio. Por curiosidade, todos os endereços mencionados ficam em Jacarepaguá, onde também mora o ex-motorista de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, diz a IstoÉ.

A revista apurou que, durante a campanha, a companhia Alê só trabalhou na contabilidade dos candidatos. Entre maio de 2007 e agosto do ano passado, a empresa emitiu 183 notas fiscais eletrônicas, conforme os registros do número das notas concedido ao TRE - uma média de 16 notas por ano.

Somente durante a eleição foram 46 notas em 4 meses. Notas sequenciais, o que indica o serviço exclusivo para as campanhas, diz a reportagem. Apenas no dia do primeiro turno da eleição, 7 de outubro, foram emitidas 18 notas fiscais entre as 21h31 e as 22h43. Uma média de uma nota fiscal a cada 4 minutos. Houve caso de notas fiscais emitidas em um tempo inferior a 2 minutos entre uma e outra.

Procurada pela Isto É, Alessandra Oliveira disse não enxergar conflito ético no fato de ser ao mesmo tempo tesoureira do partido, funcionária de Flávio Bolsonaro e ter contratado sua empresa para fazer a contabilidade das campanhas. Gustavo Botto afirma que trabalhava de fato na sede do partido para, segundo ele, "facilitar a administração e resposta de eventuais comunicações processuais", diz a revista. A assessoria de Flávio Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o assunto.

Flávio Bolsonaro: 'IstoÉ' faz 'ilação irresponsável' ao vinculá-lo à milícia

Em nota divulgada nesta sexta-feira, dia 22, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) "repudia" reportagem deste final de semana da revista IstoÉ que afirma que cheques de campanha do senador foram assinados por Valdeci de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, presos em operação conduzida pela polícia e o Ministério Público do Rio de Janeiro.

Em nota assinada por sua assessoria de imprensa, Flávio acusa a revista de "fazer uma ilação irresponsável" ao vinculá-lo com "candidaturas irregulares e a milícia carioca", em uma tentativa de "denegrir" sua imagem.

Flávio rebate a revista e afirma que "não houve qualquer direcionamento ao PSL-RJ relacionado à escolha dos profissionais de assessoria contábil e jurídica". E acrescenta que todas as "prestações de contas foram aprovadas, ratificando a legalidade e lisura durante o processo eleitoral".

Fonte: O DIA.
📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 22 de fevereiro de 2019 às 14:31

Sexta-feira - 14:30 - MPF quer prisão e afastamento de diretor da Vale. Clique na imagem para mais informações

O Ministério Público Federal recorreu de decisão judicial que indeferiu pedido de prisão do diretor de Ferrosos e Carvão da Vale, Peter Poppinga, alegando que há risco à ordem pública e econômica e de fuga do Brasil, após o rompimento da barragem de Brumadinho (MG), em 25 de janeiro, segundo documentos vistos pela Reuters.


É a primeira ação contra um executivo do alto escalão da empresa após a tragédia em Brumadinho, que vitimou mais de 300 pessoas, entre mortos e desaparecidos, reportou mais cedo o jornal Folha de S.Paulo, ao revelar o pedido de prisão, que estava em sigilo de Justiça.

O órgão também quer o afastamento do executivo da Vale, dentre outras medidas cautelares, segundo os documentos.

"Em suma, entendeu o Ministério Público Federal que Gerd Peter Poppinga representava risco às ordens pública e econômica e que sua liberdade poderia trazer prejuízos à aplicação da lei penal", disse o procurador da República Gustavo Oliveira, no contexto do recurso, impetrado em 11 de fevereiro.

O executivo já era diretor de Ferrosos da Vale há pouco mais de três anos, quando houve o rompimento da barragem da Samarco (joint venture da Vale com a anglo-australiana BHP), em Mariana (MG), que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o rio Doce, no maior desastre ambiental do Brasil.

"Poppinga, mesmo tendo sido denunciado por graves crimes relacionados ao Caso Samarco-Mariana, continuou na Diretoria Executiva de Ferrosos da Vale (controladora da Samarco), governando a produção de minério de ferro", disse Oliveira.

Segundo o MPF, por razões que ainda devem ser profundamente investigadas, "mas que certamente perpassam pela diretoria de Ferrosos da mineradora, a Vale deu causa ao rompimento da Barragem 1", em Brumadinho, que deixou mais de 300 vitimados, dentre mortos e desaparecidos.

Ao negar o pedido de prisão, em decisão no início de fevereiro, o juiz federal Eduardo Henrique Lauar Filho disse que não havia "elementos concretos que demonstrem o perigo à garantia da ordem pública".

O juiz também afirmou que o MPF "se limitou a fazer ilações genéricas, alegando que o mero fato de Gerd Poppinga continuar comandando a área de ferrosos da Vale oferece risco à ordem pública e à ordem econômica".

Abordando especificamente o pedido para que Poppinga fosse afastado da Vale, o juiz entendeu que "não há elemento novo e concreto que possa, sob o crivo dos princípios da razoa go ocupado por administradores de uma empresa."

Na véspera, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou habeas corpus a oito funcionários da Vale presos desde a semana passada por, segundo decisão judicial, terem conhecimento dos riscos na barragem que se rompeu em Brumadinho.

(Por Marta Nogueira)

Fonte: Extra/Reuters.

Hospedado por

Hosteg

Desenvolvido por

SF Dias