Autor

Adilson Ribeiro

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Brasil · 21 de fevereiro de 2019 às 17:55

Quinta-feira - 17:55 - No STF, Fachin vota pela equiparação da homofobia ao crime de racismo. Clique na imagem e saiba mais

BRASÍLIA – O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira pela equiparação das práticas de homofobia e transfobia ao crime de racismo. Ontem, o outro relator do assunto, ministro Celso de Mello, se manifestou no mesmo sentido. Outros nove ministros ainda vão votar. Se a posição foi mantida pela maioria, quem ofender ou discriminar gays ou transgêneros estará sujeito a punição de um a três anos de prisão. Assim como no caso de racismo, o crime seria inafiançável e imprescritível.

— Entendo ser atentatório ao Estado Democrático de Direito qualquer tipo de discriminação, inclusive a que se fundamenta na orientação sexual das pessoas e na identidade de gênero — disse Fachin, que concluiu: — Nada na Constituição autoriza tolerar o sofrimento que a discriminação impõe. Toda pessoa tem o direito de viver em uma sociedade sem preconceitos. O Estado deve assegurar que os indivíduos de todas as identidades e orientações sexuais possam viver com a mesma dignidade e fruir do mesmo respeito das outras pessoas.

Fachin declarou que seu voto não significa que o STF esteja legislando sobre a matéria. Ele ressaltou que a norma está no artigo 5º da Constituição Federal, segundo o qual “a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais”.

Assim como Celso de Mello, Fachin declarou a omissão do Congresso Nacional para legislar sobre o assunto. A equiparação ao crime de racismo teria validade até os parlamentares aprovarem norma específica sobre homofobia e transfobia. Não há prazo específico para o Congresso tomar uma providência.

As ações, que são de autoria do PPS e da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), pedem que a homofobia e a transfobia sejam equiparados ao crime de racismo, por se enquadrar no conceito de discriminações atentatórias a direitos e liberdades fundamentais, protegidos pela Constituição Federal. As entidades alegam que, como o Congresso Nacional não legislou sobre o assunto, caberia ao STF disciplinar sobre o tema.

Essa é a quarta sessão de julgamento do assunto. Antes de começar a votação, se manifestaram o advogado-geral da União, André Mendonça, e o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia. Os dois estavam em campos opostos.

Mendonça argumentou que, embora a discriminação seja condenável, a atribuição de legislar sobre o a legislar sobre o assunto é do Congresso Nacional. Maia, por sua vez, fez um duro discurso pela punição da homofobia e da transfobia. Entre os advogados da causa que fizeram sustentação oral no plenário, estavam presentes representantes de religiosos e de grupos de defesa de gays e transgêneros.

Fonte: Extra.

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Brasil · 21 de fevereiro de 2019 às 17:33

Quinta - 17:35 - Ministro do Turismo pede para STF suspender apuração de laranjas do PSL. Clique na imagem e saiba mais

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, recorreu ao foro especial e pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que a investigação sobre candidatas-laranjas do PSL aberta em Minas Gerais passe a tramitar perante a corte. O ministro é alvo direto da apuração da Promotoria mineira.

A defesa do ministro quer que, até que o STF decida sobre a prerrogativa de foro, a apuração do Ministério Público em Minas seja suspensa. O pedido foi sorteado para o ministro Luiz Fux, que cuidará da relatoria.

A reclamação do ministro foi apresentada ao Supremo na última quinta (14), quando foi divulgada a informação de que o Ministério Público em Minas abriu investigação sobre o esquema de candidatas-laranjas ligado a Álvaro Antônio.

Reportagem da Folha de S.Paulo revelou, em 4 de fevereiro, que o ministro do Turismo, deputado federal mais votado em Minas, patrocinou um esquema de quatro candidaturas de laranjas, todas abastecidas com verba pública do PSL.

Álvaro Antônio era presidente do PSL em Minas e tinha o poder de decidir quais candidaturas seriam lançadas. As quatro candidatas receberam R$ 279 mil da verba pública de campanha da legenda, ficando entre as 20 candidatas que mais receberam dinheiro do partido no país inteiro.

Desse montante, pelo menos R$ 85 mil foram destinados a quatro empresas que são de assessores, parentes ou sócios de assessores do hoje ministro de Bolsonaro. Não há sinais de que essas candidatas tenham feito campanha efetiva durante a eleição. Ao final, juntas, somaram apenas cerca de 2.000 votos, apesar do montante recebido para a campanha.

Na última terça-feira, a Folha de S.Paulo mostrou que uma outra candidata em Minas disse ter havido um esquema de lavagem de dinheiro público pela sigla no estado. Segundo ela, o agora ministro do governo de Jair Bolsonaro (PSL) sabia da operação. Mensagens de celular também contradizem a versão do ministro e revelam cobrança para desvio de verba eleitoral.

Agora, a defesa do ministro do Turismo afirmou ao Supremo que, conforme o novo entendimento do STF sobre a prerrogativa de foro, o caso dele deve subir para o tribunal. No ano passado, o Supremo definiu que o foro se restringe a supostos crimes cometidos no exercício do cargo e em razão dele.

Além de ministro, Álvaro Antônio é deputado licenciado em segundo mandato. A defesa afirma que os supostos ilícitos foram praticados enquanto ele era deputado e têm ligação com seu cargo, uma vez que o dinheiro de campanha foi parar em contas de empresas ligadas a ex-assessores de seu gabinete na Câmara.

"Observe-se o que diz a reportagem publicada no jornal Folha de S.Paulo que versaria sobre os mesmos fatos: 'O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, deputado federal mais votado em Minas, patrocinou um esquema de candidaturas laranjas no estado que direcionou verbas públicas de campanha para empresas ligadas ao seu gabinete na Câmara'", escreveu a defesa.

"Os fatos investigados teriam sido cometidos durante o exercício do mandato parlamentar e seriam intrinsecamente ligados ao cargo público", sustentou na reclamação ao Supremo.

Por fim, o advogado Willer Tomaz pede que a investigação aberta em Minas seja paralisada até que o STF decida sobre o mérito da reclamação apresen lo mostrou que uma outra candidata em Minas disse ter havido um esquema de lavagem de dinheiro público pela sigla no estado. Segundo ela, o agora ministro do governo de Jair Bolsonaro (PSL) sabia da operação. Mensagens de celular também contradizem a versão do ministro e revelam cobrança para desvio de verba eleitoral.

Agora, a defesa do ministro do Turismo afirmou ao Supremo que, conforme o novo entendimento do STF sobre a prerrogativa de foro, o caso dele deve subir para o tribunal. No ano passado, o Supremo definiu que o foro se restringe a supostos crimes cometidos no exercício do cargo e em razão dele.

Além de ministro, Álvaro Antônio é deputado licenciado em segundo mandato. A defesa afirma que os supostos ilícitos foram praticados enquanto ele era deputado e têm ligação com seu cargo, uma vez que o dinheiro de campanha foi parar em contas de empresas ligadas a ex-assessores de seu gabinete na Câmara.

"Observe-se o que diz a reportagem publicada no jornal Folha de S.Paulo que versaria sobre os mesmos fatos: 'O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, deputado federal mais votado em Minas, patrocinou um esquema de candidaturas laranjas no estado que direcionou verbas públicas de campanha para empresas ligadas ao seu gabinete na Câmara'", escreveu a defesa.

"Os fatos investigados teriam sido cometidos durante o exercício do mandato parlamentar e seriam intrinsecamente ligados ao cargo público", sustentou na reclamação ao Supremo.

Por fim, o advogado Willer Tomaz pede que a investigação aberta em Minas seja paralisada até que o STF decida sobre o mérito da reclamação apresentada.

A reclamação formulada por Álvaro Antônio tem semelhanças com a que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, apresentou ao Supremo no início do ano.

A defesa de Flávio pediu que uma investigação aberta no Rio para apurar movimentações atípicas de um ex-assessor seu, Fabrício Queiroz, fosse suspensa, e que o caso passasse a tramitar no STF.

Em janeiro, o ministro Fux, de plantão na corte, atendeu ao pedido de Flávio. Na volta do recesso, em fevereiro, o ministro Marco Aurélio, relator da reclamação, reverteu a decisão e permitiu que a investigação no Rio prosseguisse.

Fonte: Tribuna Online.

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Brasil · 21 de fevereiro de 2019 às 17:21

Serra - Quinta-feira - 17:20 - Bandidos ateiam fogo em ônibus com motorista e cobradora e pedem melhoras no sistema prisional. Clique na imagem e saiba mais

O motorista, 33 anos, e a cobradora, 22, do ônibus incendiado na Serra, na noite de quarta-feira (20), contaram para a polícia que os criminosos não esperaram os dois descerem do Transcol para começarem a jogar gasolina no veículo.

O motorista da linha 806 (Terminal de Jacaraípe/Nova Almeida) disse que estava voltando para o Terminal de Jacaraípe, no município, para alão de gasolina e jogaram o líquido no Transcol.

Ainda segundo o motorista, os suspeitos atiraram para o alto após a saída dele e da cobradora. Enquanto corriam para Jacaraípe, ele ainda teve o celular roubado.

Em relação ao bilhete, o motorista contou que os criminosos o entregaram para a cobradora e depois o pegaram de volta.

Fonte: Tribuna Online.

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Itaperuna e região · 21 de fevereiro de 2019 às 17:11

Carangola - Quinta-feira - 17:10 - Bebê morre 2 dias após engasgar com caroço de feijão. Clique na imagem e saiba mais

Um bebê de oito meses morreu nesta quarta-feira (20), no município de Carangola - distante cerc rurgia, a bebê seria encaminhada para a capital.

Nesta quarta (20), uma equipe do Corpo de Bombeiros voou de BH para Carangola, em um helicóptero da corporação, para buscar a pequena paciente, mas a criança não resistiu e teve o óbito constatado antes da transferência ser efetuada.

Fonte: Rádio Muriaé.

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