Categoria

Brasil

Brasil · 18 de março de 2019 às 18:09

Cariacica - Segunda-feira - 18:10 - Estudante é retirada de carro pelos cabelos em assalto. Clique na imagem para mais informações

Uma estudante de ensino médio, de 22 anos, foi retirada de dentro do carro pelos cabelos, durante um assalto, por volta das 9 horas de ontem, em São Francisco, Cariacica.

A vítima, que mora em Marechal Floriano, na re ura. Foi tudo muito rápido e assustador.”

A jovem, que estava na Grande Vitória a passeio, contou que o mesmo criminoso que a puxou chegou a apontar a arma para a cabeça dela e exigiu que a vítima entregasse tudo o que tinha.

“Eu só sabia chorar. Fiquei desesperada e, como eu não entreguei nada, eles logo entraram no carro e fugiram. Foi a minha sorte.”

Além do carro, os bandidos levaram documentos da estudante e algumas peças de roupa, que estavam dentro do veículo.

“Nunca tinha sido assaltada antes. Hoje aconteceu isso e eu praticamente fui agredida pelos bandidos, o que é pior. É difícil! Eu não tenho seguro e preciso do meu carro. É ele que eu e minha família usamos para vir para Grande Vitória”, lamentou.

A estudante contou que já tinha sido alertada por moradores sobre a insegurança no bairro. “Eu não conheço esse lugar muito bem, mas sei que roubos estão acontecendo com frequência. Pelo menos é isso que a minha tia e os vizinhos dizem. Os jornais também sempre noticiam algum crime nessa região”.

A jovem reclamou do policiamento no bairro. “Falta patrulhamento. Se a polícia estivesse passando com mais frequência, talvez eu não tivesse perdido o meu carro, nem passado pelo que passei”.

Até a noite de ontem, nenhum suspeito havia sido preso e o veículo não tinha sido localizado.

A Polícia Militar informou, por nota, que realiza policiamento ostensivo diariamente no bairro e pediu a contribuição da comunidade através do Ciodes (190), para crimes em andamento, e do Disque-Denúncia 181, para denúncias sobre indivíduos que possam estar agindo na região.

Fonte: Tribuna Online.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 17 de março de 2019 às 16:39

Domingo - 16:40 - Seita no DF: novas denúncias revelam tortura, trabalho escravo e morte. Clique na imagem para mais informações

Ricardo* ainda carrega no corpo as marcas do que considera “a pior fase da vida”. No braço, uma cicatriz em forma de cruz o faz lembrar dos oito anos em que esteve submetido às rígidas regras da Igreja Adventista Remanescente de Laodiceia, seita comandada à mão de ferro por Ana Vindoura Dias Luz, 64 anos. A mulher é investigada por crimes como cárcere privado e trabalho escravo e teve mais de R$ 5,4 milhões em bens bloqueados pela Justiça.

Enquanto a pastora tenta se explicar à polícia e à Justiça, novas vítimas se encorajam a denunciar as barbáries vividas na chácara Folhas de Palmeira, situada na região rural do Gama. Ricardo, hoje com 20 anos, narrou ao Metrópoles as punições em caso de desobediência à mulher. “Eu era amarrado com corda e recebia chibatadas de acordo com a gravidade da travessura cometida. Uma vez, fui condenado a 50 chicotadas. Sempre era a dona Ana quem batia”, diz.

Os pais de Ricardo e o irmão mais novo, de 12 anos, permanecem morando na comunidade administrada por Ana Vindoura. Ele diz que o pai, ex-empresário, e a mãe, ex-servidora pública, largaram tudo há mais de uma década para seguirem os passos da pastora.

"Tínhamos uma vida sem luxo, mas bem tranquila. Meu pai vendeu a empresa de marcenaria que tinha e minha mãe deixou de ser funcionária pública. Deram tudo o que conquistaram na vida para essa mulher. É uma prisão psicológica"
Ricardo*, 20 anos


O rapaz fugiu da seita ao completar 18 anos. Arrumou emprego de vendedor em uma loja e, atualmente, mora sozinho em um barraco alugado. Na adolescência, depressivo por receber tantas punições, ele tomou a decisão de se matar. Começou a se autoflagelar com faca, mas não teve coragem de dar cabo da própria vida. “Fiz uma cruz no braço com uma faca de cozinha de tanta raiva que eu sentia [foto em destaque].”

“Com 11 ou 12 anos, a gente era obrigado a acordar às 4h30, assistir ao culto e trabalhar onde ela quisesse. Perdi minha adolescência inteira. Hoje, estou focado em tirar meu irmão de lá, que já não aguenta mais viver daquela forma. É triste dizer isso, mas já desisti dos meus pais. Eles são cegos por essa mulher”, revolta-se Ricardo.

Mortes na seita 
Geraldo*, 57 anos, é outro ex-seguidor de Ana Vindoura que decidiu abandoná-la por não concordar com as ideologias propagadas na fazenda. As cerca de 300 pessoas que vivem sob comando da mulher não podem comprar medicamentos convencionais e são proibidas de usar produtos de higiene, como sabonete, além da restrição a qualquer contato com o mundo exterior.

Celulares, televisores e rádios são proibidos aos fiéis que moram no terreno da igreja. A única autorizada a ter tais aparelhos é a própria Ana Vindoura e cinco obreiros, que são os principais auxiliares dela.

Durante os nove anos que viveu na comunidade, Geraldo era o responsável por manipular remédios à base de ervas medicinais. Segundo ele, muitos pacientes não respondiam ao tratamento caseiro e necessitavam de atendimento médico, mas eram proibidos de procurar hospitais.

Geraldo diz ter visto duas pessoas morrerem por falta de tratamento convencional. “Uma menina com 12 ou 13 anos estava com muita febre e tentamos de tudo para curá-la. Num momento de grave crise, quisemos levá-la ao hospital, mas ela [Ana Vindoura] disse que éramos homens de pouca fé. A menina morreu e até hoje não sabemos exatamente as causas”, relata.


Em 10 de janeiro, o Metrópoles revelou que outro óbito já havia ocorrido dentro da chácara Folhas de Palmeira. O autônomo Gilmar dos Santos Almeida, 42, conta que a irmã morreu no local em dezembro de 2018 e a família não teve autorização para resgatar o corpo e realizar um velório digno.

Dione dos Santos, 49, era seguidora de Ana Vindoura há nove anos. Embora sofresse com graves crises de hipertensão, ela era impedida de tomar remédios. “Eles não permitiam tratamento convencional. Diziam que todo medicamento deveria ser feito lá. Sem tratamento adequado, minha irmã acabou morrendo”, conta Gilmar.

“Minha mãe foi duas vezes tentar tirá-la de lá, mas não conseguiu, pois era vigiada e era obrigada a costurar dia e noite: começava às 5h e ia até as 22h. Quando soubemos do falecimento, pedi para um sobrinho que estava em Brasília ir ao IML liberar o corpo para enterrarmos em Mato Grosso, mas a chefe [Ana Vindoura] não autorizou. Por telefone, falou que eu era o diabo e não permitiu”, afirma.

O homem descreve que a maior frustração da família foi não ter conseguido prestar a última homenagem à mulher. “Minha sobrinha falou que minha irmã foi enterrada no setor de indigentes do cemitério, sem nenhuma dignidade. Ela [Ana Vindoura] faz lavagem cerebral nas pessoas. Tem de estar na cadeia”, protesta.

Geraldo já havia deixado a seita quando Dione morreu, mas confirma o relato de Gilmar. “A Dione tinha hipertensão aguda. Eu cuidava dela, media a pressão todos os dias, mas ela ficava muito estressada e cansada com o volume de trabalho. Passava o dia costurando”, assevera.

Operação
As supostas irregularidades na Igreja Adventista Remanescente de Laodiceia começaram a se tornar públicas em 7 de janeiro deste ano, quando a 20ª Delegacia de Polícia (Gama) revelou ter resgatado, 10 dias antes, uma jovem de 18 anos mantida em cárcere privado no local. Na ocasião, Ana Vindoura chegou a ser presa.

O episódio encorajou outras pessoas a delatarem a seita. Chegaram à unidade policial e em outros órgãos denúncias de crianças impedidas de frequentarem a escola, de pessoas submetidas a trabalhos forçados e mantidas em alojamentos precários.

Diante da gravidade das denúncias, a 20ª DP, o Ministério Público Federal (MPF), auditores ficais do Ministério Público do Trabalho (MPT), o Conselho Tutelar do Gama e a Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF deflagaram uma operação a fim de investigar se pessoas estavam sendo submetidas a situações análogas às de escravo na propriedade rural.

No local, foram encontrados ao menos 79 trabalhadores em condição degradante de trabalho e de vida. A operação resultou na interdição dos alojamentos usados pelos fiéis e das áreas de panificação e hortaliça.

O auditor fiscal do trabalho Rodrigo Ramos do Carmo diz que várias anotações com a contabilidade das atividades desenvolvidas na chácara foram apreendidas e estão sendo analisadas. “Vamos fazer uma estimativa de quanto a líder religiosa arrecadava. O fato é que o custo para ela era mínimo, só de matéria-prima e energia elétrica, pois a igreja tinha a função de manter a mão de obra sem custos”, ressalta.

Segundo ele, a situação que os seguidores dela viviam era indigna, o que levou a força-tarefa a tomar medidas duras. “Lá, havia equipamentos de última geração para a fabricação de pães e as máquinas de costura tinham até leitor digital. No entanto, os trabalhadores desenvolviam suas funções não remuneradas em banquinhos de plástico e sem encosto”, detalha.

Também chamou atenção do auditor os dormitórios dos seguidores da seita. “Pessoas passavam a noite em carrocerias de caminhões ou sob estruturas de lonas que eram compartilhadas por homens, mulheres e crianças. Um desses alojamentos ficava ao lado de um depósito de agrotóxico. Fechamos tudo.”

Investigação
Durante os meses de janeiro e fevereiro, investigadores da 20ª DP se debruçaram para analisardezenas de denúncias que chegavam à unidade policial, algumas relacionadas a cárcere privado, crianças não matriculadas na rede de ensino, entre outras.

A apuração corre em sigilo. S o de a maioria dos integrantes – e das vítimas – da seita ser de boa índole e aparentemente não consciente de direitos elementares. “A liberdade e a fé são garantidas pela Constituição, mas esses direitos não podem violar outros, como trabalhistas e o de ir e vir”, ressalta.

*Nomes fictícios para preservar as vítimas

Fonte: Metrópoles.

 

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 16 de março de 2019 às 08:26

Sábado - 08:25 - Com desenho de suástica, aluno ameaça fazer massacre em escola do DF. Clique na imagem para mais informações

Dois dias depois do atentado em Suzano (SP), no qual cinco estudantes, duas funcionárias da Escola Estadual Professor Raul Brasil e um comerciante foram mortos por dois atiradores, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) passou a investigar cinco ameaças a colégios públicos do DF. Os casos, contudo, seguem em segredo de Justiça por envolver nomes de adolescentes.

Uma das ameaças mais preocupantes foi a aparição do desenho de uma suástica no quadro de uma sala de aula. Abaixo do símbolo nazista, a frase “massacre em 20/3” (foto em destaque). Para não atrapalhar as apurações, o nome da escola não divulgado pelos investigadores da PCDF.

A área de inteligência da Segurança Pública também passou a monitorar as redes sociais, em especial Facebook, Twitter e Instagram, por causa de publicações que incitam violência ou veneram a atitude dos autores da chacina na escola de Suzano. Especialistas em crimes virtuais acompanham e pedem autorização judicial para tomar medidas preventivas.

Ao Metrópoles, o secretário de Educação, Rafael Parente, confirmou a informação dos cinco registros, mas disse que não pode detalhar os casos por envolver estudantes da rede pública. “De ontem [quinta] para hoje [sexta], fomos realmente informados sobre cinco ameaças. Por isso, decidimos aumentar a segurança no prédio [da secretaria] e nas escolas, com mais vigilantes e maior presença da PM”, afirmou.

Invasão na Secretaria de Educação
Os casos vieram à tona no mesmo dia em que um professor de violino da Escola de Música de Brasília (EMB) invadiu a sede da Secretaria de Educação, no Setor Bancário Norte. Ele estava armado com uma faca e uma besta (espécie de arco e flecha), mesmo equipamento utilizado pelos atiradores do massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP). O alvo, segundo a Polícia Militar, seria o próprio secretário.

Após ser preso e levado para a 5ª Delegacia de Polícia (área central), o professor foi encaminhado ao Hospital de Base em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Na maca, gritou: “Me trouxeram para cá como um cachorro“.


PMDF/Divulgação

PMDF/Divulgação

O major da Polícia Militar Cláudio Peres informou que o alvo do professor seria o secretário de Educação, Rafael Parente. “Ele dizia que queria encontrá-lo para denunciar a forma como os professores são tratados. Reclamou de maus-tratos cometidos contra eles”, disse o policial.

De acordo com o major, o homem foi apreendido com uma faca rara da marca Imbel. Aos policiais, o professor disse que os docentes estariam passand estava no momento, pois tinha ido ao Palácio do Buriti para se reunir com o vice-governador do DF, Paco Britto.

Funcionários que trabalham na Sede 1 perceberam o cabo da besta para fora da mochila e acionaram a Polícia Militar. Segundo fontes da Secretaria de Educação, o homem tem histórico de distúrbio psiquiátrico, estava de licença médica e em tratamento.

O professor foi rendido por dois policiais militares e levado para a 5ª DP. Ele ofereceu resistência durante a ação e ficará internado no Hospital Base. O docente responderá por porte de arma branca. Ele não estava em condições de prestar depoimento nem de assinar o termo circunstanciado nesta sexta (15).

Em meio a invasão e ameaças, o GDF estuda medidas para garantir mais segurança a alunos e servidores nos colégios públicos. Entre elas, a expansão do número de câmeras de monitoramento, botão do pânico para acionar a polícia em caso de situações de perigo, aulas de meditação e mediação de conflitos, catracas que exigem identidade estudantil para entrar nas escolas e até nota de comportamento compondo a média final dos alunos, com o objetivo de estimular a disciplina dentro dos colégios.

Fonte: Metrópoles.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 15 de março de 2019 às 11:43

Sexta-feira - 11:45 - Adolescente suspeito de participar de planejamento do massacre de escola de Suzano se apresenta à Justiça. Clique na imagem para mais informações

Terceiro suspeito de participar de ataque em escola se apresenta à Justiça Foto: MAURICIO SUMIYA/ Estadão

O adolescente de 17 anos, que teria participado do planejamento do massacre da escola de Suzano (SP), foi levado na manhã desta sexta-feira (15) ao Fórum da cidade. De acordo com a polícia, ele também é ex-aluno da Escola Estadual Raul Brasil e foi colega de classe de um dos assassinos.

No Fórum, o menor será ouvido num primeiro momento pelo promotor da Vara da Infância e Juventude. Em seguida, vai para a sala de audiência de apresentação (não é de custódia).

A partir daí, a juíza pode determinar a internação imediata ou o acompanhamento assistido.

Na tarde desta quinta-feira (14), o delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, afirmou que tinha pedido à Justiça a apreensão do jovem e aguardava decisão da Vara da Infância e Juventude.

Segundo a polícia, o material relacionado à participação do adolescente já tinha sido recolhido pelos investigadores.

O dono do estacionamento onde a dupla guardou o carro alugado para esconder as armas teria informado para a polícia sobre a participação de uma terceira pessoa, segundo o delegado.

"Ainda não confirmamos a informação, estamos submetendo a fotografia do adolescente ao responsável pelo estacionamento para confirmar. Temos outros dados que fazem crer que esse indivíduo participou pelo menos da fase de planejamento."

Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, mataram sete pessoas na Escola Estadual Raul Brasil, na quarta-feira (13). Guilherme também baleou e matou o próprio tio, em uma loja de automóveis.

A investigação aponta que, depois do ataque na escola, Guilherme matou Henrique e, em seguida, se suicidou. A polícia diz que os dois tinham um "pacto", segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam.

Motivação

De acordo com Fontes, a investigação aponta que os autores do massacre esperavam reconhecimento da comunidade e aparecer na mídia: "Esse foi o principal objetivo, não tinha outro", diz delegado Ruy Ferraz Fontes.

"Não se sentiam reconhecidos, queriam demonstrar que podiam agir como [o massacre em] Columbine, nos Estados Unidos, com crueldade e com um caráter trágico, para que fossem mais reconhecidos do que eles eram", afirmou.

Tal informação foi relatada à polícia por testemunhas próximas a Guilherme, que seria o líder da dupla. "Pessoas que estavam próximas dele e obtiveram essa informação diretamente dele".

   Depois da chuva, um arco-íris marcou o céu sobre o cemitério em Suzano, onde os corpos de cinco vítimas são enterrados nesta quinta (14). — Foto: Philipe Guedes/TV Globo
📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 15 de março de 2019 às 10:31

Duque de Caxias - Sexta-feira - 10:30 - Pastor é preso suspeito de abusar sexualmente de fiéis de igreja. Clique na imagem para mais informações

Um pastor foi preso suspeito de abusar sexualmente de fiéis de uma igreja nesta terça-feira, por agentes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Duque de Caxias (Deam), na Baixada Fluminense.

De acordo com a especializada, o homem foi localizado pelos agentes em um imóvel situado na Rua Antimônio, no Parque Aliança, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense. Contra ele foi cumprido mandado de prisão preventiva, expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Duque de Caxias.

O autor responde a dois inquéritos policiais na especializada, um por estup tuado na Rua Antimônio, no Parque Aliança, em São João de Meriti, também na Baixada Fluminense. Contra ele foi cumprido mandado de prisão preventiva, expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Duque de Caxias.

O autor responde a dois inquéritos policiais na especializada, um por estupro e outro por violação sexual mediante fraude. Segundo a Deam, o suspeito vem abusando sexualmente das fiéis e obreiras da Igreja, a que pertence.

Ele teria ido até casa de uma vítima para orar e se aproveitou da crença da mulher para praticar atos libidinosos. As investigações revelaram ainda que o suspeito já tinha praticado atos contra outras três vítimas, sendo que uma delas preferiu não relatar sobre os abusos, por medo e vergonha.

Fonte: O DIA.
📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 15 de março de 2019 às 09:16

Sexta-feira - 09:15 - Nova Previdência para militar tem aumento de benefícios e eleva custo em R$ 10 bilhões em uma década. Clique na imagem para mais informações

A proposta entregue pelo Ministério da Defesa de reforma da previdência dos militares inclui uma reestruturação na carreira da categoria, com aumento de benefícios, que representaria um custo extra em torno de R$ 10 bilhões nos primeiros dez anos. Nos anos seguintes, porém, a economia com o endurecimento das regras previdenciárias ultrapassaria as despesas que seriam geradas com aumento de gratificações, bônus e criação de um novo posto na carreira.

Os dados mostram que a despesa supera a receita entre os anos 2021 e 2029, caso a proposta fosse aprovada e colocada em prática no ano que vem. Em 2021, a diferença é de R$ 200 milhões, mas o buraco aumenta nos anos seguintes até 2029.

A proposta do Ministério da Defesa foi apresentada esta semana ao Ministério da Economia. Segundo apurou o Estado, os técnicos vão agora validar os cálculos feitos pela área militar para levar o texto ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Fontes do Planalto asseguram, no entanto, que o governo ainda trabalha para zerar a conta.

Entre os aumentos de despesas para a União estão benefícios como dobrar o bônus na passagem para a reserva (de quatro para oito soldos, parte principal do salário); a criação de um novo posto (sargento-mor); o incremento nos vencimentos dos militares com gratificações que variam conforme o tempo de serviço (entre 5% e 41%); e o reajuste nas gratificações pagas por cursos de especialização.

Essa seria a contrapartida pedida pelos militares para aceitarem dar sua “cota de sacrifício” à reforma da Previdência, que inclui aumento gradual da contribuição previdenciária dos atuais 7,5% para 10,5% – que seria cobrada de todos, inclusive alunos de escolas militares, recrutas e pensionistas – e elevação do tempo de contribuição de 30 anos para 35 anos. Mas essa exigência só seria cobrada para os novos integrantes. Para os atuais, seria cobrado pedágio por volta de 20% sobre o tempo que falta para se aposentar.

“Os militares acham que precisam de uma reorganização das carreiras porque eles foram sacaneados lá atrás. O argumento deles é que um civil que entra para o Legislativo ou o Judiciário ganha R$ 18 mil e um general (última patente das Forças Armadas) ganha R$ 22 mil”, disse Guedes ao Estado, em entrevista no domingo passado. Segundo o ministro, essa situação é inconcebível. Por isso, a necessidade de uma reestruturação de carreiras. O ministro destacou que depois das mudanças, os militares serão a única categoria que terá um sistema superavitário.

Questionado se o aumento da remuneração dos militares vai junto com as mudanças previdenciárias, Guedes respondeu: “Não sei. Isso é com eles lá. Eu quero todo mundo no sacrifício da Previdência.”

Fonte: Metró caso a proposta fosse aprovada e colocada em prática no ano que vem. Em 2021, a diferença é de R$ 200 milhões, mas o buraco aumenta nos anos seguintes até 2029.

A proposta do Ministério da Defesa foi apresentada esta semana ao Ministério da Economia. Segundo apurou o Estado, os técnicos vão agora validar os cálculos feitos pela área militar para levar o texto ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Fontes do Planalto asseguram, no entanto, que o governo ainda trabalha para zerar a conta.

Entre os aumentos de despesas para a União estão benefícios como dobrar o bônus na passagem para a reserva (de quatro para oito soldos, parte principal do salário); a criação de um novo posto (sargento-mor); o incremento nos vencimentos dos militares com gratificações que variam conforme o tempo de serviço (entre 5% e 41%); e o reajuste nas gratificações pagas por cursos de especialização.

Essa seria a contrapartida pedida pelos militares para aceitarem dar sua “cota de sacrifício” à reforma da Previdência, que inclui aumento gradual da contribuição previdenciária dos atuais 7,5% para 10,5% – que seria cobrada de todos, inclusive alunos de escolas militares, recrutas e pensionistas – e elevação do tempo de contribuição de 30 anos para 35 anos. Mas essa exigência só seria cobrada para os novos integrantes. Para os atuais, seria cobrado pedágio por volta de 20% sobre o tempo que falta para se aposentar.

“Os militares acham que precisam de uma reorganização das carreiras porque eles foram sacaneados lá atrás. O argumento deles é que um civil que entra para o Legislativo ou o Judiciário ganha R$ 18 mil e um general (última patente das Forças Armadas) ganha R$ 22 mil”, disse Guedes ao Estado, em entrevista no domingo passado. Segundo o ministro, essa situação é inconcebível. Por isso, a necessidade de uma reestruturação de carreiras. O ministro destacou que depois das mudanças, os militares serão a única categoria que terá um sistema superavitário.

Questionado se o aumento da remuneração dos militares vai junto com as mudanças previdenciárias, Guedes respondeu: “Não sei. Isso é com eles lá. Eu quero todo mundo no sacrifício da Previdência.”

Fonte: Metrópoles.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 15 de março de 2019 às 09:05

Sexta-feira - 09:05 - “Hoje é dia de vocês morrerem”, dizia atirador em escola de Suzano. Clique na imagem para mais informações

 

Foto: Felipe Rau/Estadão“Hoje é o dia de vocês morrerem”, gritava um atirador na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. Enquanto isso, em uma sala de aula pequena, cerca de 30 alunos, na faixa dos 13 e 14 anos, choravam tentando não fazer tanto barulho.

A classe de Espanhol do Centro de Línguas, que funcionava dentro da escola, estava no meio quando, por volta das 9h40, a professora Jussara Melo, de 55 anos, ouviu um “som seco, que parecia uma bombinha”. Depois, mais barulhos como aquele. Foi quando percebeu que acontecia algo grave.

Da sala, viu alunos que estavam no pátio da escola gritando, desesperados. Uma das estudantes correu para se abrigar na classe de Jussara. Depois que a jovem entrou, a professora decidiu t luz e pedi pra eles se abaixarem e ficarem quietos, só orando a Deus”, lembra. O tumulto lá fora continuava quando, então, os atiradores se aproximaram da sala de Jussara e forçaram a porta, que chegou a se abrir alguns centímetros. De fora, anunciavam a morte dos estudantes, em tom alto.

Os alunos, lá dentro, acuados, falavam baixinho: “eu não quero morrer hoje, Deus, me ajuda”. Ela nem sabe de onde tirou forças para impedir a entrada dos atiradores – só lembra de que, segundos depois, a porta voltou a se fechar.

Segundo Jussara, na mesma hora, outros três professores de idiomas também davam aulas e sofreram ameaças. Todos tiveram a ideia de apagar as luzes para simular que a sala estava vazia.

Jussara ouviu mais disparos e diz que o que se seguiu foi “um silêncio profundo, um silêncio de morte”. A essa altura, ela acredita que os atiradores já estavam mortos. Uma aluna ligou para a polícia, mas, nem a chegada dos agentes encorajou a professora e os alunos a deixarem a sala. Só quando um outro docente pediu que ela abrisse a porta é que finalmente os alunos saíram. “Nunca passei um medo tão grande, por mim e pelos meus alunos”, conta a professora que dá aulas no colégio há 19 anos.

O que encontraram no caminho até a portão da escola foi um cenário que ela jamais vai esquecer: os corpos de alunos e duas funcionárias no chão. “Era muito sangue, uma poça de sangue enorme.” Agora, ela não sabe se conseguirá lecionar de novo. “Não quero mais voltar pra escola. Não vou conseguir olhar para o chão e lembrar dos corpos.”

Fonte: Metrópoles.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 13 de março de 2019 às 17:53

Quarta-feira - 17:53 - Bolsonaro diz que dorme com arma do lado da cama no Palácio da Alvorada. Clique na imagem para mais informações

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (13) que dorme com uma arma ao lado de sua cama, no Palácio do Alvorada. A informação foi dada pela manhã, em um café com jornalistas no Palácio do Planalto.

Segundo ele, há riscos no Alvorada, apesar do esquema forte de segurança. Com isso, Bolsonaro disse que só consegue dormir sabendo que tem uma arma ao seu lado.

A declaração foi dada antes da divulgação do episódio em Suzano (Grande SP) no qual dois atiradores deixaram ao menos oito mortos, incluindo seis alunos.

Questionado, o presidente disse que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, compreende seu gesto de dormir com arma.

O presidente disse ainda que um projeto de lei deve ser enviado ao Congresso tratando do porte de arma. De acordo com o presidente, a regra não pode ser tão "rígida" como atualmente. Ele não deu mais detalhes sobre o texto.

Em janeiro, ele editou um decreto que trata da posse de armas. O texto, entre outras coisas, estende o prazo de validade do registro de armas de 5 para 10 anos e cria pré-requisitos objetivos que precisam ser apresentados a um delegado da Polícia Federal para autorização da posse.

As declarações de Bolsonaro sobre a arma no Alvorada foram dadas em um café da manhã com jornalistas.

Pa (Folha de S.Paulo), Renata Lo Prete (TV Globo), Fernando Mitre (TV Bandeirantes), Mariana Godoy (Rede TV), Carlos Nascimento (SBT), Thiago Contreira (TV Record), Fernando Rodrigues (Poder 360), Carlos di Franco (O Estado de S. Paulo), Leonardo Cavalcanti (Correio Brasiliense), Rufolgo Lago (Istoé), Paulo Enéias (Crítica Nacional) e Rui Fabiano.

Fonte: Tribuna Online.


Brasil · 13 de março de 2019 às 16:41

Quarta-feira - 16:40 - Facebook, instagram e WhatsApp apresentam vários erros. Clique na imagem e saiba mais

Facebook e Instagram estão fora do ar na tarde desta quarta-feira (13). Não é possível comentar ou publicar conteúdo no Facebook — tanto em perfis pessoais quanto páginas. No Instagram, uma das mensagens exibidas é "Erro de rede desconhecido", a outra é "Ops. Ocorreu um erro. Estamos trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível". O feed da rede de fotos também parou de carregar para algumas pessoas. Segundo relatam usuários no Twitter, não é possível postar Stories, enviar Direct e há casos em que o app é desconectado e não é possível fazer login novamente. No momento, o WhatsApp também apresenta erro para enviar áudios e imagens e o Messenger também tem falhas, mostrando apenas conversas antigas.

Os problemas ocorrem na versão web e nos aplicativos para Android e iPhone (iOS). O site Down Detector, que registra problemas de acesso em sites, indica que o pico de reclamações ocorreu a partir de 13h. Entre os países mais atingidos estão, principalmente: Brasil, Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha.

   Instagram apresenta "erro de rede desconhecido" — Foto: Reprodução/Instagram

Instagram apresenta "erro de rede desconhecido" — Foto: Reprodução/Instagram

No Facebook, uma das mensagens exibidas fala que o site está "fora do ar para manutenção". Também foram registradas falhas de login, erros na publicação dos posts e comentários. De acordo com os usuários, o upload de fotos também está comprometido.

  

Os problemas ocorrem na versão web e nos aplicativos para Android e iPhone (iOS). O site Down Detector, que registra problemas de acesso em sites, indica que o pico de reclamações ocorreu a partir de 13h. Entre os países mais atingidos estão, principalmente: Brasil, Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha.

   Instagram apresenta "erro de rede desconhecido" — Foto: Reprodução/Instagram

Instagram apresenta "erro de rede desconhecido" — Foto: Reprodução/Instagram

No Facebook, uma das mensagens exibidas fala que o site está "fora do ar para manutenção". Também foram registradas falhas de login, erros na publicação dos posts e comentários. De acordo com os usuários, o upload de fotos também está comprometido.

   "Falha na publicação" é uma das mensagens de erro exibidas pelo Facebook — Foto: Reprodução/Facebook

A hashtag #facebookdown está nos Trending Topics do Twitter como o segundo assunto mais comentado do mundo no momento.

Procurado pelo TechTudo, Instagram e Facebook afirmaram estar inteirados do bug e trabalhando para resolvê-lo: “estamos cientes de que alguns usuários estão relatando problemas para acessar alguns aplicativos do Facebook. O time global já está trabalhando para resolver o problema o mais rápido possível”.

Essa não é a primeira vez que os aplicativos de Mark Zuckerberg têm problemas em 2019. No mês de janeiro, o WhatsApp parou de funcionar por alguns minutos. Em fevereiro, o Instagram apresentou erro para carregar o feed, além de um bug que reduziu o número de seguidores de vários usuários da rede social.

Fonte: Tech Tudo.

Brasil · 13 de março de 2019 às 16:29

Quarta-feira - 16:30 - Homens que trocavam alucinógeno por sexo com adolescentes de 13 anos são alvo da PCDF. Clique na imagem para mais informações

Operação deflagrada na manhã desta quarta-feira (13/3) tem como alvo três homens suspeitos de manter relações sexuais com adolescentes de 13 anos em troca de medicamento controlado e com efeito alucinógeno, o Rohypnol.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). A operação foi s cumpriram três mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão em Ceilândia. Foram apreendidos drogas e aparelhos eletrônicos.

Segundo as apurações, o crime foi descoberto pela mãe de uma das garotas. Ao pegar o celular da filha, ela viu imagens sensuais da menor em motéis acompanhada de homens mais velhos. A DPCA conseguiu chegar a sete suspeitos que trocavam mensagem com a adolescente, que seria viciada na droga.

Fonte: Metrópoles.

Hospedado por

Hosteg

Desenvolvido por

SF Dias