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Brasil · 02 de março de 2019 às 17:30

Sexta-feira - 17:30 - Tatá Werneck está grávida! Clique na imagem e saiba detalhes

Tatá Werneck está grávida de cinco semanas. Na manhã desta sexta-feira, ela foi vista entrando no consultório de um famoso obstetra, em Ipanema. A coluna descobriu que a gravidez de Tatá é de risco e ela vai ter que ficar em casa, de repouso, por pelo menos dois meses até o bebê ganhar peso. Em abril de 2018, a atriz admitiu que sofre de endometriose (doença que faz com que o endométrio, que reveste as camadas do útero, se desfaça mensalmente em forma de menstruação), o que dificulta a gravidez. Tatá e o namorado, Rafael Vitti, estão radiantes com o aumento da família. A assessoria de imprensa de Tatá confirma a informaç o no consultório de um famoso obstetra, em Ipanema. A coluna descobriu que a gravidez de Tatá é de risco e ela vai ter que ficar em casa, de repouso, por pelo menos dois meses até o bebê ganhar peso. Em abril de 2018, a atriz admitiu que sofre de endometriose (doença que faz com que o endométrio, que reveste as camadas do útero, se desfaça mensalmente em forma de menstruação), o que dificulta a gravidez. Tatá e o namorado, Rafael Vitti, estão radiantes com o aumento da família. A assessoria de imprensa de Tatá confirma a informação. A coluna deseja saúde para a atriz e também para o bebê.

Fonte: O DIA.

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Brasil · 02 de março de 2019 às 16:44

Sábado - 16:45 - 'Vai encontrar a Marisa e espera pelo vovô', diz Lula em enterro do neto. Clique na imagem e saiba mais

Liberado pela Justiça para acompanhar o velórioe a cerimônia de cremação de seu neto Arthur, de 7 anos, que morreu vítima de meningite na sexta-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lulada Silva atacou os responsáveis por sua condenação na Lava-Jato e lembr ou levar para o céu o meu diploma de inocente. Vou provar quem é ladrão e quem não é.

O ex-presidente chegou ao cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, às 11h07 cercado por um forte aparato de segurança da Polícia Federal (PF). Dezenas de policiais militares também ocuparam o cemitério.

O petista desceu do carro já bastante emocionado e acenou para as centenas de apoiadores que estavam na parte interna do cemitério, mas do lado de fora prédio onde ocorria o velório.

Lula entrou no prédio chorando, segundo relatos dos presentes. No caminho até o caixão foi abraçando familiares, amigos e lideranças petistas. Participaram da cerimônia, entre outros, o ex-prefeito Fernando Haddad, a ex-presidente Dilma Rousseff, o governador da Bahia, Rui Costa, e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

Passou boa parte do tempo próximo ao caixão fazendo carinho no corpo de Arthur e abraçado a um amigo do neto. Os cinco filhos do petista, Luis Cláudio, Sandro (pai do Arthur), Fabio Luis, Marcos e Lurian estavam presentes.

Do lado de fora, seis agentes da PF armados com fuzis protegiam a porta por onde Lula entrou. Simpatizantes que não puderam acompanhar a cerimônia gritavam palavras de apoio.

Depois do velório, o corpo de Arthur foi levado para a sala de cremação. Um padre e dois pastores fizeram uma celebração religiosa. Antes do corpo ser baixado, Lula falou algumas palavras. Agradeceu a solidariedade dos presentes e disse que não se conformava de ver um neto ir embora antes do avô.

— Vai encontrar a Marisa e espera pelo vovô — afirmou Lula, em referência a sua mulher, a ex-primeira-dama Marisa Leticia, que morreu há dois anos.

Fonte: Extra.

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Brasil · 02 de março de 2019 às 16:37

Petrópolis - Sábado - 16:35 - Recém-nascido é achado dentro de lixeira. Clique na imagem para mais informações

Um recém-nascido foi encontrado abandonado dentro de uma lixeira em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, na manhã deste sábado. Um homem que passava pela Rua Hivío Naliato, no bairro Cascatinha, ouviu um choro e, quando foi olhar, encontrou o bebê numa sacola de supermercado. O rapaz chamou a a polícia.

Agentes do 26º BPM (Petrópolis) foram para o local e levaram a criança para a maternidade do Hospital Alcides Carneiro. Após exames, P (Petrópolis).

Fonte: Extra.

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Brasil · 01 de março de 2019 às 17:56

Sexta-feira - 17:55 - Jovem vai parar na UTI por causa de objeto esquecido na barriga após cirurgia, afirma família. Clique na imagem e entenda o caso

Com 24 anos e cheia de sonhos, que incluem ver seus dois filhos crescerem, a jovem Pollyanne Klem luta para viver. Ela parou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em coma induzido após ser submetida a uma cirurgia e ter um objeto metálico esquecido na barriga.

Dividindo momentos de angústia e fé, sua mãe Sônia Roriz conversou rapidamente com a reportagem pelo WhatsApp na tarde de ontem.

Às 17h11, ela disse que estava sofrendo muito e que, por enquanto, não poderia falar porque estava cuidando da filha, que voltava para o centro cirúrgico por conta de uma hemorragia.

Na cidade onde o problema pode ter começado, comenta-se que o médico teria esquecido gaze na barriga dela. Outros dizem que teria sido um bisturi. Buscando uma resposta, a reportagem questionou a mãe, e ela declarou: “O que posso dizer é que foi encontrado um artefato metálico não identificado na cavidade abdominal. É isso que está na tomografia e posso provar.”

Amiga da jovem, a vendedora Danieli Gomes, 24, contou que Pollyanne começou a se sentir mal depois da cesariana feita há cerca de cinco meses em um hospital filantrópico na região serrana.

De lá para cá, a jovem se submeteu a dois procedimentos (um ontem). Ele teve infecção pós-parto, passou por quatro internações e oito idas ao pronto-socorro da região.

“Minha amiga reclamava que sentia dores, estava pálida e seu cabelo caiu muito. Ela contou que voltou para o hospital onde ganhou o filho, mas só passavam remédios de dor.”

E completou: “Há cerca de três semanas, ela me falou que iria passar por uma nova cirurgia, no mesmo hospital, porque haviam esquecido algo na barriga. Cheguei a visitá-la e ela não estava nada bem.”

Segundo Danieli, na última terça Pollyanne foi transferida de ambulância para o Hospital Dório Silva, na Serra, onde está internada. Um dia antes, fez uma cirurgia.

Agora, amigos e parentes fazem campanhas nas redes sociais pedindo doação de sangue O-. Às 22h41, a mãe da jovem enviou um áudio reforçando a sua fé e esclarecendo que os médicos faziam um procedimento para estancar a hemorragia. Até o fechamento da edição, eles não tinham terminado.

Esclarecimento

O nome do médico, bem como o hospital e a cidade onde teria acontecido o problema, não estão sendo divulgados, pois a família não detalhou quais medidas irá adotar.

Conselho orienta que casos sejam denunciados


Falando no contexto geral, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado (CRM-ES), Celso Murad, orientou que as pessoas denunciem supostos casos em que há indícios de erros.

A denúncia, que não pode ser anônima, deve ser feita pelo paciente ou responsável no CRM, na rua Professora Emilia Franklin Mululo, nº 228, Bento Ferreira, Vitória, de segunda a sexta-feira. Provas são fundamentais para a apuração dos fatos.

Defesa

Já a defesa do médico que fez o parto da jovem Pollyanne Klem, em um hospital da região serrana, informou que não foi encontrado nenhum “objeto estranho” originado desse procedimento.

Disse ainda que a paciente apareceu no hospital cinco meses após o parto e foi submetida a uma nova cirurgia por conta de um abscesso e que, na ocasião, nenhum objeto estranho foi encontrado ou esquecido.

A reportagem também ligou para o hospital e pediu para falar com a direção. A pessoa que atendeu a ligação explicou que o diretor clínico deveria ser ouvido, mas que ontem isso não seria possível, pois ele não estava no local.

Pouco sangue nos hemocentros


Em períodos festivos, os estoques de bolsas de sangue dos hemocentros em todo o Estado registram baixas significativas. Com a aproximação do Carnaval, a preocupação fica por conta da redução na doações de sangue RH negativo, especialmente o O-, que é o tipo sanguíneo da jovem Pollyanne Klem.

O estoque atual de “O negativo” é de quatro bolsas. O ideal são 26 bolsas. A diretora técnica do Hemoes, Rachel Lacourt, falou sobre a importância da doação de sangue, que pode ser feita por pessoas entre 16 e 69 anos, sendo que a primeira vez deve ser obrigatoriamente até os 60 anos.
Menores de 18 anos só podem doar com a autorização dos responsáveis legais. Todo doador deve apresentar um documento original com foto.

Onde doar


Hemocentro do Estado do Espírito Santo (Hemoes)

Avenida Marechal Campos, 1.468, Maruípe, Vitó Coleta a Distância da Serra

Av. Eudes Scherrer Souza, s/nº (anexo ao Hospital Estadual Dório Silva). Funciona de 2ª a 6ª, das 7h às 16h (cadastro do doador se encerra às 15h20). Tel: 3218-9429/ 9242.

Hemocentro de Linhares

Av. João Felipe Calmon, 1.305, Centro (ao lado do Hospital Rio Doce). Funciona de 2ª a 6ª, das 7h às 16h (cadastro do doador se encerra às 12h30). Tel: (27) 3264-6000 /6019.

Hemocentro Regional de Colatina

Rua Cassiano Castelo, s/nº, Centro. Funciona de 2ª a 6ª, das 7h às 16h (cadastro do doador se encerra às 12h30). Tel: (27) 3717-2801.

Hemocentro Regional de São Mateus

Rodovia Othovarino Duarte Santos, Km 2, Parque Washington. Funciona de 2ª a 6ª, das 7h às 16h (cadastro do doador se encerra às 12h30). Tel: (27) 3767-7957.

Fonte: Tribuna Online.

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Brasil · 01 de março de 2019 às 17:32

Sexta-feira - 17:30 - Neto de Lula morre e MPF é favorável à saída dele para ir a funeral do neto; governo do PR oferece avião para deslocamento. Clique na imagem para mais informações

O Ministério Público Federal deu parecer favorável para a saída do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ir ao funeral do neto Arthur Lula da Silva, de 7 anos, que morreu nesta sexta-feira (1º) vítima de meningite meningocócica, em São Paulo. A informação foi confirmada pela Justiça Federal.

O Governo do Paraná informou que colocou o avião do estado à disposição da polícia para Lula se deslocar até o enterro.

Lula, o neto Arthur, e dona Marisa no aniversário de 70 anos do ex-presidente — Foto: Ricardo Stuckert/G1
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Brasil · 28 de fevereiro de 2019 às 17:24

RJ - Quinta-feira - 17:25 - Assembleia Legislativa do Rio votará mudança que visa manter mandatos dos seis deputados presos. Clique na imagem para mais informações

A novela envolvendo os seis políticos que, depois de eleitos deputados estaduais, foram presos preventivamente por corrupção, ganha hoje um novo capítulo. A Assembleia Legislativa do Rio votará, em primeira discussão, uma mudança no regimento interno que permitirá aos detidos tomar posse até o final da legislatura, que se encerra em fevereiro de 2023, caso eles sejam inocentados ou liberados pela Justiça.

Se a mudança no regimento não prosperar, os presos que não forem soltos até o di de reeleição à prefeitura de Silva Jardim em 2016, em troca de favorecimento em contratos com o município. ogo após a determinação da Justiça de passar para a Assembleia Legislativa a responsabilidade de empossar ou não os detidos, o presidente da Casa, André Ceciliano (PT), afirmou que era favorável à posse, desde que os presos não tivessem direito a salário e estrutura de gabinete com cargos comissionados.

Diante desse quadro, surgiu um projeto de resolução de autoria de cinco deputados do PSOL e de um do PSDB, que começa a ser votado hoje. Uma das signatárias, a psolista Renata Souza argumenta que cassar os mandatos dos presos antes de uma sentença da Justiça ou do Conselho de Ética da Alerj seria uma “afronta”.

Fonte: Extra.

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Brasil · 28 de fevereiro de 2019 às 16:56

Quinta-feira - 16:55 - Bolsonaro admite diminuir idade mínima de mulheres na reforma da Previdência para 60 anos. Clique na imagem e saiba mais

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, durante café da manhã com jornalistas, que está disposto a negociar alguns pontos da sua proposta de reforma da Previdência, entre eles baixar a idade mínima de aposentadoria para mulher, de 62 para 60 anos. Bolsonaro também admitiu mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC), que é pago para idosos e deficientes de baixa renda, e na pensão por morte. A fala do presidente foi divulgada pelo "Valor Econômico".

— Eu acho que dá para cortar um pouco de gordura e chegar a um bom termo, o que não pode é continuar como está (o déficit na Previdência) — disse Bolsonaro.

De acordo com o presidente, no entanto, a "alma" da proposta precisa ser mantida. Caso contrário, o país passaria por uma situação "muito complicada", a exemplo de países como Grécia e Portugal.

— Há interesse de todo mundo em aprovar. O Brasil pode entrar em uma situação muito complicada. Muita coisa vai ser atenuada aí, mas não vai desfigurar a alma da proposta. E tem que haver (a reforma). Não queremos passar pelo que a Grécia passou, ou Portugal — afirmou.

Bolsonaro disse que pretende negociar com o Congresso a votação da reforma sem "toma lá, dá cá". Segundo ele, apenas "dois ou três" parlamentares pediram cargos em troca de apoio, mas ele disse que isso não ocorrerá. O presidente disse, em tom irônico, que só oferecia um ministério se alguém indicasse uma pessoa mais capacitada que o min ência, entre eles baixar a idade mínima de aposentadoria para mulher, de 62 para 60 anos. Bolsonaro também admitiu mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC), que é pago para idosos e deficientes de baixa renda, e na pensão por morte. A fala do presidente foi divulgada pelo "Valor Econômico".

— Eu acho que dá para cortar um pouco de gordura e chegar a um bom termo, o que não pode é continuar como está (o déficit na Previdência) — disse Bolsonaro.

De acordo com o presidente, no entanto, a "alma" da proposta precisa ser mantida. Caso contrário, o país passaria por uma situação "muito complicada", a exemplo de países como Grécia e Portugal.

— Há interesse de todo mundo em aprovar. O Brasil pode entrar em uma situação muito complicada. Muita coisa vai ser atenuada aí, mas não vai desfigurar a alma da proposta. E tem que haver (a reforma). Não queremos passar pelo que a Grécia passou, ou Portugal — afirmou.

Bolsonaro disse que pretende negociar com o Congresso a votação da reforma sem "toma lá, dá cá". Segundo ele, apenas "dois ou três" parlamentares pediram cargos em troca de apoio, mas ele disse que isso não ocorrerá. O presidente disse, em tom irônico, que só oferecia um ministério se alguém indicasse uma pessoa mais capacitada que o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Nenhum repórter dos três maiores jornais do país — O Globo, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo — foi convidado para o encontro, que contou com representantes de 13 veículos.

Fonte: Extra.

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Brasil · 27 de fevereiro de 2019 às 17:40

Quarta-feira - 17:40 - Cacique da etnia Tukano é assassinado a tiros na frente da família, em Manaus. Clique na imagem para mais informações

Um cacique da etnia Tukano, de 53 anos, foi morto a tiros na casa em que morava, na comunidade Urukia, na Zona Norte de Manaus, na madrugada de quarta-feira (27). Homens encapuzados entraram na casa e atiraram contra o cacique. A esposa e a filha da vítima presenciaram o crime.

Segundo a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que vai investigar o caso, a motivação do crime ainda é desconhecida.

De acordo com a esposa de Francisco de Souza Pereira, Dulcinéia Ferreira Lima, de 51 anos, o casal estava em casa, junto com a filha de 11 anos. Por volta de 1h, três homens não identificados arrombaram a porta e foram até o quarto em que eles dormiam.

“Eles meteram o pé na porta. Estávamos dormindo e acordamos assustados. Queriam tirar ele da casa, ele não saiu e deram tiros nele lá mesmo. E aí foram embora. Ainda colocaram a mão na boca da nossa filha para ela não gritar”, disse Dulcinéia.

Pereira era um cacique indígena da etnia Tukano e atuava em lideranças de 42 aldeias, segundo sua família. A esposa conta ainda que a vítima não tinha briga com ninguém e sempre trabalhou em prol das comunidades.

Liderança indígena

A irmã de Francisco Pereira, Sulamita de Souza Pereira, 55 anos, lembra que o irmão costumava trabalhar com obras. Ele era envolvido com aldeias indígenas mas passou a buscar liderança após a morte da mãe, há quatro anos.

“Ele tirava até da comida dele para dar para os outros. Dizia ‘Isso é para você. Não é muito, mas o que eu tenho para ajudar é isso’. Se você procurar qualquer um da comunidade, é o que vão dizer. Não é justo o que fizeram com ele”, lamentou.

O corpo do homem foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: G1.

Brasil · 27 de fevereiro de 2019 às 16:59

Quarta-feira - 17:00 - Exames revelam que acusado de espancar paisagista não tem problemas psiquiátricos. Clique na imagem e saiba mais

O estudante de Direito Vinícius Serra, de 27 anos, que estava preso preventivamente no Hospital Penal Psiquiátrico Roberto Medeiros, será transferido para uma unidade prisional normal. Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que o interno recebeu alta no início da tarde desta quarta-feira. Após última avaliação psiquiátrica, foi constatado estabilidade no quadro médico. Além disso, após resultados dos exames feitos durante a internação, não houve alteração do quadro clínico psicopatológico. Vinicius é acusado de espancar brutalmente a paisagista Elaine Caparroz, de 55 anos.

Depois de 11 dias do crime, que aconteceu no apartamento da vítima, na Barra da Tijuca, a paisagista foi ao Instituto Médico-Legal (IML), no Centro do Rio, na tarde desta quarta-feira para ser submetida a exame de corpo de delito. O objetivo é formalizar as provas técnicas das lesões causadas pelo aagressor, que vai responder por tentativa de feminicídio. Elaine chegou acompanhada do advogado Evandro Bianor, que comentou a decisão:

— Não acredito em surto. Quem surta não troca nome. Quem surta não tenta se evadir do local. Quem surta não diz que so fala em juízo. Quem surta não deleta a conta no Instagram. Só se for um surto moral — argumenta o advogado de Elaine Caparroz, no IML.

Em seu depoimento prestado na 16ª DP (Barra da Tijuca) por mais duas horas, Elaine relata uma fixação de Vinícius em seu filho, o lutador Rayron Gracie. No dia em que a vítima foi espancada durante quatro horas, enquanto os dois bebiam vinho, ela recebeu uma chamada de vídeo do filho, que mora nos Estados Unidos. Vinícius passou fazer várias perguntas para saber se os dois se falavam todos os dias e a elogiu como mãe. Com base nisso, a polícia não descarta a possibilidade de o crime ter sido cometido por vingança.

A paisagista acredita ter sido dopada por Vinícius. Com 60 pontos na boca, um dente quebrado, e com marcas por todo corpo causadas pela tentativa de feminicídio que sofreu, a paisagista informou que começou a perder os sentidos após fazer um brinde com ele. Ao acordar, já começou a ser esmurrada de forma bastante violenta por seu agressor.

Elaine Caparroz, paisagista, foi espancada por quatro horas por lutador de jiu-jitsu Vinicius Batista Serra. Foto Custodio Coimbra
Elaine Caparroz, paisagista, foi espancada por quatro horas por lutador de jiu-jitsu Vinicius Batista Serra. Foto Custodio Coimbra Foto: Custódio Coimbra / Agênc acordar, já começou a ser esmurrada de forma bastante violenta por seu agressor.
Elaine Caparroz, paisagista, foi espancada por quatro horas por lutador de jiu-jitsu Vinicius Batista Serra. Foto Custodio Coimbra
Elaine Caparroz, paisagista, foi espancada por quatro horas por lutador de jiu-jitsu Vinicius Batista Serra. Foto Custodio Coimbra Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo

No depoimento, Elaine disse ter conhecido Vinícius no dia 27 de julho do ano passado, quando ele a adicionou no Instagram, após Rayron Gracie, publicar uma foto ao lado dela na rede social. A paisagista disse que não tem o histórico das conversas em seu perfil, porque Vinícius deletou a sua conta após espancar Elaine em sua residência.

As agressões ocorreram na madrugada do dia 16. Elas começaram por volta de 1h e se estenderam até quase 5h30. Foram socos e mordidas, entre outros golpes. Os dois se conheceram pela internet, conversaram durante oito meses e marcaram o encontro.

Fonte: Extra.

Brasil · 27 de fevereiro de 2019 às 16:29

Quarta - 16:30 - Bolsonaro elogia ditador paraguaio que estuprava meninas de 10 anos. Clique na imagem e saiba mais

O presidente Jair Bolsonaro viajou nesta terça-feira para a fronteira com o Paraguai para anunciar, ao lado de seu homólogo, Mario Abdo Benítez, a nomeação das novas autoridades de Itaipu, a hidrelétrica que os dois países compartilham no rio Paraná. O discurso do brasileiro não foi protocolar: quando ninguém esperava, se desfez em elogios ao ditador Alfredo Stroessner, o homem que com mão de ferro controlou o Paraguai entre 1954 e 1989, responsável por milhares de prisões arbitrárias, torturas e desaparecimentos. A hidrelétrica só foi possível, disse ele, “porque do outro lado havia um homem com visão, um estadista que sabia perfeitamente que seu país, o Paraguai, só poderia continuar progredindo se tivesse energia”. “Então, aqui está minha homenagem ao nosso general Alfredo Stroessner”, acrescentou em português, pouco antes de ficar em silêncio para ouvir os aplausos do público e o olhar imóvel de seu colega paraguaio.

Abdo Benítez assumiu em 15 de agosto do ano passado, depois de uma campanha em que tentou se distanciar de o controlou o Paraguai entre 1954 e 1989, responsável por milhares de prisões arbitrárias, torturas e desaparecimentos. A hidrelétrica só foi possível, disse ele, “porque do outro lado havia um homem com visão, um estadista que sabia perfeitamente que seu país, o Paraguai, só poderia continuar progredindo se tivesse energia”. “Então, aqui está minha homenagem ao nosso general Alfredo Stroessner”, acrescentou em português, pouco antes de ficar em silêncio para ouvir os aplausos do público e o olhar imóvel de seu colega paraguaio.

Abdo Benítez assumiu em 15 de agosto do ano passado, depois de uma campanha em que tentou se distanciar de seu passado stroessnerista. Seu pai, Mario Abdo, foi o braço direito do ditador por mais de 30 anos. Bolsonaro parecia confortável diante de seu interlocutor e continuou com citações da Bíblia. “A verdade nos libertará”, disse a Abdo, que insistiu em chamar de Marito, como fazem seus correligionários do Partido Colorado, o movimento político que deu sustentação à ditadura. Para o brasileiro, seu colega paraguaio é “um cristão, conservador, homem de família”. E que por “esses valores” decidiu ir à fronteira para apertar sua mão. “Será um prazer recebê-lo em Brasília nos próximos dias, onde aprofundaremos outras discussões para o bem-estar de nossos povos. Esquerda nunca mais!”, acrescentou o brasileiro. Bolsonaro, capitão reformado, elogiou em várias circunstâncias a ditadura brasileira (1964-1985).

Por sua vez, Abdo agradeceu Bolsonaro pelo encontro e lembrou que vai visitá-lo em 12 de março para promover a construção de duas novas pontes entre os dois países. Também destacou o “importante desafio” que têm pela frente ambas as nações, que em 2023 devem renegociar o tratado bilateral que dispõe sobre a divisão de energia de Itaipu, que desde 1984 fornece 74% de toda a energia consumida pelo Paraguai e 17% da do Brasil. “É iminente, razão pela qual é prioridade agilizar as consultas e os estudos técnicos internos necessários para alcançar resultados que satisfaçam as legítimas aspirações de ambos os países”, disse Abdo.

A agenda energética, no entanto, não foi o destaque do evento. O Paraguai vive um constante debate social pela recuperação e normalização da memória da ditadura, especialmente desde a chegada ao poder de um presidente de sangue stroessnerista. Mário Abdo sempre afirmou que tem poucas lembranças da ditadura porque era muito jovem na época. Mas, ao mesmo tempo, fez vários gestos polêmicos, como quando visitou o túmulo de seu pai no dia da eleição que o levou ao poder. Um grupo de veteranos do Partido Colorado, além disso, pretende trazer dos restos do ditador de Brasília, onde jazem desde sua morte no exílio.


Para a historiadora paraguaia e professora da Universidade Católica de Assunção, Margarita Durán Estragó, cada homenagem que os políticos rendem ao ditador faz sangrar as feridas deixadas pelo stroessnerismo. “A nós que continuamos vivos, machuca muito. Eles se aproveitam de que os jovens não se lembram mais das atrocidades da ditadura porque não viveram o que vivemos. É preciso promover a memória, mas nossos vizinhos tampouco ajudam”, disse a pesquisadora, referindo-se a Bolsonaro. “Quem diria que 30 anos depois da queda de Stroessner teríamos como presidente um rebento do stroessnerismo, o filho do próprio secretário particular do ditador”, acrescentou.


Na semana passada, em uma cerimônia oficial em uma escola por ocasião do primeiro dia de aula, a diretora homenageou o ditador diante do presidente e seus acompanhantes. No início do mês, quando a queda do ditador completou 30 anos, Abdo escapou das perguntas da imprensa com uma gargalhada quando lhe perguntaram sobre o que faria para comemorar a chegada da democracia. O presidente paraguaio não realizou nenhuma cerimônia de acompanhamento ou memória das vítimas e viajou para as comemorações do aniversário de Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil. Ciudad del Este já se chamou Puerto Stroessner, em homenagem ao ditador.


O saldo de 35 anos de ditadura foi muito duro para os paraguaios. Quando um golpe palaciano expulsou Stroessner do poder em 1989, 336 pessoas estavam desaparecidas, 19.862 pessoas haviam sido presas e outras 20.000 haviam sido torturadas. O Governo militar enviou 3.479 paraguaios ao exílio, segundo números da Comissão da Verdade e Justiça que investigou o passado com a chegada da democracia.


Os crimes cometidos pela ditadura militar paraguaia estão sendo investigados desde os anos 90, entre os quais a tortura e desaparecimento de opositores políticos. No entanto, apenas em 2016 começaram as averiguações sobre os recorrentes estupros cometidos pela cúpula do regime do general Alfredo Stroessner, que durou de 1954 a 1989.

O principal responsável pelos abusos sexuais era o próprio ditador, que exigia um fornecimento constante de garotas virgens para si. O requisito era que as meninas deveriam ter entre 10 e 15 anos de idade.

Fonte: El País/Época.

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