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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 17:12

Sábado - 18:12 - Lesões no rosto de Jhonata Ventura estão cicatrizadas, e atleta começa a ingerir alimentos. Clique na imagem e saiba mais

O jogador Jhonata Ventura que teve mais de 30% do corpo queimado no incêndio no CT do Flamengo, o Ninho do Urubu, segue internado no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Municipal Pedro II em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, mas as lesões no rosto do atleta estão cicatrizadas e ele começou a ingerir alguns alimentos na manhã deste sábado.

Segundo boletim médico divulgado pela Secretaria Municipal Municipal de Saúde queimaduras estão respondendo bem aos curativos e as lesões em face estão cicatrizadas. Nesta manhã (16), foi iniciada dieta oral de forma gradativa e o quadro de saúde segue estável hemodinamicamente. Segue aos cuidados do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Municipal Pedro II.", diz a nota.

Dois jogadores já deixaram o hospital

O goleiro Francisco Dyogo, de 15 anos, recebeu alta do hospital nesta sexta-feir. Ele é um dos três feridos o incêndio que matou dez jovens no CT do Ninho. Ele saiu por volta das 9h30m do Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, em uma cadeira de rodas acompanhado da mãe, Francisca Nélia.

"A notícia que eu tanto esperava: o nosso guerreiro @dyogo_alves04 recebeu alta do hospital. Muita gratidão a meu Deus", escreveu a irmã do atleta, Naiane Alves, na rede social.

Dyogo é o segundo ferido que está indo para casa. O primeiro foi Cauan Emanuel, de 14 anos, que saiu do mesmo hospital no fim da tarde de segunda-feira. O goleiro deve viajar com a família para Fortaleza (CE), sua cidade natal, para descansar nas próximas semanas.

Fonte: Extra.

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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 17:07

Sábado - 18:07 - Antigo funcionário avisou chefes que barragem de Brumadinho estava condenada. Clique na imagem e saiba mais

Sete meses antes da tragédia em Brumadinho, um dos mais antigos funcionários da Mina do Córrego do Feijão , havia dito à direção que a barragem "estava condenada e não tinha mais conserto". Olavo Henrique Coelho, que trabalhava há 16 anos na Vale e há 35 anos na mina, foi um dos mortos na tragédia. O relato do filho dele, Luciano Coelho, integra a decisão do juiz Rodrigo Chaves, que de terminou a prisão de oito funcionários da Vale nesta sexta-feira.

Luciano contou ao Ministério Público, que seu pai não tinha estudo, mas tinha experiência prática em barragem. Sete ou oito meses antes da tragédia de Brumadinho, Coelho havia sido chamado por três responsáveis pela mina porque, segundo ele, estava brotando lama da barragem.

Ainda segundo Luciano, o pai foi ver o que estava acontecendo e disse aos gerentes que era para tirar "o pessoal todo do Córrego do Feijão", porque a barragem "estava condenada e não tinha mais conserto".

Os chefes teriam dito a Ao determinar a prisão, o juiz Rodrigo Chaves afirmou em despacho que, de acordo com os depoimentos já coletados na investigação, todos os oito funcionários da Vale tinham conhecimento da situação precária da barragem desde o primeiro semestre de 2018. Segundo o juiz, esses funcionários da Vale assumiram o risco de não acionar o plano de emergência e realizar a evacuação da área. A barragem se rompeu no dia 25 de janeiro, deixando pelo menos 166 mortos já identificados até agora.

Fonte: Extra.

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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 16:37

Rio de Janeiro - Sábado - 17:35 - 'Meu filho vai crescer sem pai', diz mulher de jovem morto por segurança. Clique na imagem e saiba mais

Rio - "Meu filho vai crescer sem pai por conta de uma morte injusta". Foram com essas palavras que a jovem Linda Julia Cardoso, 18 anos, mãe do filho de Pedro Henrique Gonzaga, 19 anos, morto após ser imobilizado por um segurança do hipermercado Extra, da unidade da Barra da Tijuca, na quinta-feira (14), resumiu a dor da perda. Em poucas palavras, a estudante revelou ao DIA que os dois estavam se reaproximando e que agora está "sem chão" após a morte do rapaz. "Ele era uma pessoa alegre, que sempre cuidava e queria ver o filho dele. Era um pai presente. Quando for contar ta". Foram com essas palavras que a jovem Linda Julia Cardoso, 18 anos, mãe do filho de Pedro Henrique Gonzaga, 19 anos, morto após ser imobilizado por um segurança do hipermercado Extra, da unidade da Barra da Tijuca, na quinta-feira (14), resumiu a dor da perda. Em poucas palavras, a estudante revelou ao DIA que os dois estavam se reaproximando e que agora está "sem chão" após a morte do rapaz. "Ele era uma pessoa alegre, que sempre cuidava e queria ver o filho dele. Era um pai presente. Quando for contar o que aconteceu para nosso filho com certeza falarei que foi uma injustiça", diz.

Segundo a versão do segurança, Pedro Henrique teria tentado roubar a sua arma e, por isso, ele teria dado  um "mata-leão" para contê-lo. Entretanto, a mãe do jovem, Dinalva Oliveira, relatou a polícia outra versão. Segundo Dinalva, ela, Pedro Henrique e uma amiga estavam no caixa do estabelecimento quando o rapaz saiu e correu em direção a porta. Ela teria ido até o local para tentar levantá-lo e avisou que o filho estava sob efeito de drogas porque era usuário. Nessa hora, Pedro Henrique teria ficado nervoso e uma briga teria começado com os seguranças.

As imagens registradas em vídeos enviados ao WhatsApp do DIA (98762-8248) mostram que pessoas no entorno alertavam para a gravidade do caso. "Está desmaiado, não está não?", indagou alguém. "Está sufocando ele", disse uma mulher. "Ele está com a mão roxa", constatou outra pessoa. O segurança, no entanto, não soltou o jovem e disparou: "Cala a boca".

A Delegacia de Homicídios investiga o caso. Seis testemunhas já prestaram depoimento e imagens de câmeras de segurança do supermercado foram recolhidas para ajudar a esclarecer o que aconteceu.

Pedro Henrique foi enterrado na manhã deste sábado no cemitério Jardim da Saudade de Paciência, na Zona Oeste do Rio.  Sob forte comoção, cerca de cinquenta pessoas, entre amigos e parentes, se despediram do jovem que sonhava em ser MC.

Uma manifestação contra a morte do jovem está marcado para este domingo em frente ao supermercado. Os internautas que organizam o ato indicam que o golpe 'mata-leão' sofrido pelo rapaz teve cunho racista.

Fonte: O DIA.
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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 16:24

Sábado - 17:25 - Após assaltar duas mulheres no DF, bandido é espancado por testemunhas. Clique na imagem e saiba mais

Um assaltante que havia sido posto em liberdade em 22 de janeiro, após ser preso por tráfico de drogas, foi salvo de um linchamento por policiais militares do Distrito Federal. O homem havia roubado a carteira e o celular de duas mulheres, na manhã deste sábado (16/2), enquanto elas atravessavam a passarela próximo ao balão do Recanto das Emas.

Após subtrair os objetos e tentar fugir, um grupo com cerca de 1 enquanto elas atravessavam a passarela próximo ao balão do Recanto das Emas.

Após subtrair os objetos e tentar fugir, um grupo com cerca de 10 homens o cercou e começou a agredi-lo com socos, chutes e pauladas. Policiais em uma viatura foram avisados do roubo na DF-001 e se deslocaram até o lugar informado por uma testemunha. Quando chegaram ao local, os militares tiveram de acalmar os ânimos dos agressores para efetuar a prisão do ladrão.

O bandido sofreu ferimentos no rosto e foi encaminhado pela PM à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Recanto das Emas. Na unidade de saúde ele recebeu curativos e seguiu na viatura até a delegacia da região.

Segundo o sargento do Batalhão Rodoviário César Caldas, que efetuou a prisão, não foi possível prender nenhum agressor pois havia muitas pessoas no local, incluindo curiosos, e a PM não conseguiu identificar quem participou do linchamento.

Fonte: Metrópoles.

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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 16:04

Sábado - 17:05 - 3 dias após a morte do filho, mãe de piloto que faleceu em acidente com Boechat morre. Clique na imagem e saiba mais

Três dias após a morte do piloto Ronaldo Quattrucci em um acidente de helicóptero que também matou o jornalista Ricardo Boechat na última segunda-feira (11/2), a mãe dele, Philomena Quattrucci, faleceu. A informação foi publicada pela filha do piloto, Amanda Martinez, em seu perfil no Instagram. São informa 7/amandamartinez.jpg" sizes="(max-width: 573px) 100vw, 573px" srcset="https://uploads.metropoles.com/wp-content/uploads/2019/02/16161507/amandamartinez.jpg 532w, https://uploads.metropoles.com/wp-content/uploads/2019/02/16161507/amandamartinez-300x140.jpg 300w" alt="" width="573" height="267" data-was-processed="true" />

Segundo o relato, Philomena tinha uma doença terminal e não recebeu a notícia da morte do filho. Na postagem, a jovem ainda cita o tio, Rogério, que era piloto e morreu em um acidente aéreo em 1998.

“Quando meu pai estava sofrendo com sua doença terminal, a vida nos surpreende e Deus o levou três dias antes dela. Você não a viu ir e ela não chegou a saber da sua partida e agora continuam juntos em outro plano. Oro por vocês e sei que irão guiar e cuidar de nós que ficamos, junto com o tio Rogério. Amo muito vocês e vou amar por toda eternidade”, escreveu Amanda.

No fim do texto Amanda agradece pelas mensagens de carinho e conforto que a família têm recebido e informa que a missa de sétimo dia da avó e do pai será realizada às 19h30 da próxima segunda-feira na Igreja Cristo Rei, no Tatuapé, São Paulo.

Fonte: Metrópoles.

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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 15:51

Vitória - Sábado - 16:50 - Bar pega fogo e grávida fica ferida. Clique na imagem para mais informações

Um incêndio em um bar de Ilha de Santa Maria, Vitória, deixou uma grávida, 30 anos, com o pé queimado na manhã deste sábado (16). De acordo com um cliente, 34, que prefer deste sábado (16). De acordo com um cliente, 34, que preferiu não se identificar, a mulher estava na cozinha preparando aperitivos para o estabelecimento quando houve uma explosão.

Ele disse que aproximadamente 10 pessoas estavam no local e ajudaram a grávida a sair. Eles viram as chamas e também retiraram mesas, cadeiras e um sofá. O Corpo de Bombeiros esteve no local.

Uma prima da vítima contou que ela foi levada para o Hospital São Lucas, mas será transferida para o Hospital Jayme Santos Neves.

Fonte: Tribuna Online.

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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 15:30

Vitória - Sábado - 16:30 - Quadrilhas recrutam adolescentes para assassinatos. Clique na imagem para mais informações

Em busca de um mundo de luxo e de dinheiro fácil, menores a partir de 12 anos têm seguido um caminho muitas vezes sem volta: o tráfico de drogas. Muitos adolescentes têm sido recrutados por quadrilhas de traficantes, inclusive, para matar em morros da Grande Vitória.

Essa missão é dada geralmente para adolescentes entre 16 e 17 anos que, armados, partem para o enfrentamento a policiais e grupos rivais que tentam tomar territórios.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Moacir Barreto, disse que nos bailes do Mandela, por exemplo, é comum ver menores a partir dos 12 anos, até mesmo armados, no caminho do crime.

Ele ainda frisou que eles têm entre 16 e 17 anos e são os que mais trocam tiros com a PM. “Esses não tiveram perspectivas e já entraram no mundo do crime.”

Barreto explicou que por terem uma punição reduzida, há adultos que usam os adolescentes para matar. “A faixa de quem mais mata no Brasil é a faixa de quem mais morre também. Quem mata está entre 16 e 26 anos. Já os que morrem, estão exatamente na mesma idade.”

Conforme o coronel, quando um adolescente m do Mandela, por exemplo, é comum ver menores a partir dos 12 anos, até mesmo armados, no caminho do crime.

Ele ainda frisou que eles têm entre 16 e 17 anos e são os que mais trocam tiros com a PM. “Esses não tiveram perspectivas e já entraram no mundo do crime.”

Barreto explicou que por terem uma punição reduzida, há adultos que usam os adolescentes para matar. “A faixa de quem mais mata no Brasil é a faixa de quem mais morre também. Quem mata está entre 16 e 26 anos. Já os que morrem, estão exatamente na mesma idade.”

Conforme o coronel, quando um adolescente mata e não vai preso, ele se sente como uma pessoa que subiu na hierarquia do crime.

O titular da Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle), delegado Wellington Lugão, salientou que a carreira prematura no tráfico geralmente começa como vapor ou avião, ou seja, comercializando drogas, assim como olheiros que monitoram a aproximação de policiais e bandidos rivais.


Mas se por um lado os menores veem vantagens no mundo do crime, por outro, os traficantes também têm motivos para recrutá-los.

“O adolescente envolvido apenas com o tráfico, na maioria das vezes acaba sendo liberado na própria unidade policial por força do dispositivo legal. Pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, via de regra, ele só pode ser apreendido em caso de violência ou grave ameaça à pessoa, cujas condutas não estão presentes nos casos dos olheiros, vapores e soldados do tráfico.”

Outro ponto que influencia é a questão financeira, já que quando são apreendidos o custo com advogados (pago pelos traficantes) é menor, uma vez que a permanência deles em unidades de internação normalmente é curta.

Fonte: Tribuna Online.

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Brasil · 16 de fevereiro de 2019 às 15:06

Sábado - 16:05 - Criolo dá show de representatividade no clipe de "Etérea": "O medo não pode vencer a liberdade". Clique na imagem, assista o clipe e deixe sua opinião

Criolo lançou nesta quinta-feira o clipe "Etérea" que conta com a participação de performers de oito coletivos LGBTQIA+ brasileiros. O músico celebra a cultura queer e alerta sobre casos de homofobia e transfobia - alguns fatais. “Esta população, apesar de estar no topo de todos os rankings de violência e morte do planeta, continua a celebrar sua existência e cultura através de grupos de resistência contra a opressão”, explica.

Com esta canção, o artista admite: “É possível construir uma sociedade mais justa, um ambiente onde as pessoas possam se respeitar. O medo não pode vencer a liberdade”. O single que deu origem ao clipe é a primeira incursão do cantor e compositor paulistano na música eletrônica – a música tem produção musical de Daniel Ganjaman em parceria com DKVPZ. A letra é um manifesto LGBTQIA+ com versos como: "É necessário quebrar os padrões / É necessário abrir discussões / Alento pra alma, amar sem portões / Amores aceitos sem imposições / Singulares, plural / Se te dói em ouvir / Em mim dói no carnal / Mas se tem um jeito esse meu jeito de amar / Quem lhe dá o direito de vir me calar?"

O vídeo foi dirigido por Gil Inoue e Gabriel Dietrich e o projeto "Etérea" cont rtista admite: “É possível construir uma sociedade mais justa, um ambiente onde as pessoas possam se respeitar. O medo não pode vencer a liberdade”. O single que deu origem ao clipe é a primeira incursão do cantor e compositor paulistano na música eletrônica – a música tem produção musical de Daniel Ganjaman em parceria com DKVPZ. A letra é um manifesto LGBTQIA+ com versos como: "É necessário quebrar os padrões / É necessário abrir discussões / Alento pra alma, amar sem portões / Amores aceitos sem imposições / Singulares, plural / Se te dói em ouvir / Em mim dói no carnal / Mas se tem um jeito esse meu jeito de amar / Quem lhe dá o direito de vir me calar?"

O vídeo foi dirigido por Gil Inoue e Gabriel Dietrich e o projeto "Etérea" conta ainda com making of e depoimentos de Ákira Avalanx (do Coletivo House of Avalanx), D’Avilla (do Popporn/Festa Dando), Fefa (do Animalia), Flip (do Coletivo Amem), Juju ZL e Kiara (do Batekoo), Transälien (do Marsha Trans e Coletividade Namíbia) e Zaila (da House of Zion). “É uma ode à arte queer em todas as suas expressões e homenageia os artistas e intérpretes que diariamente lutam contra o preconceito e a ignorância”, completa Criolo.

Fonte: GQ.

Brasil · 15 de fevereiro de 2019 às 15:21

Sexta-feira - 16:20 - Maju Coutinho diz não temer ataques racistas na bancada do 'Jornal Nacional'. Clique na imagem e saiba mais

Desde que foi anunciada como âncora do "Jornal Nacional" aos sábados, a jornalista Maria Júlia Coutinho se tornou assunto nas redes sociais. Instantaneamente, seu nome foi associado a um marco revolucionário: em 50 anos do telejornal no ar (data comemorada no próximo mês de setembro), Maju é a primeira mulher negra a ocupar a bancada. A quebra de paradigmas resultou numa inversão de papéis, e a repórter virou notícia:

— A comoção é válida, mas a questão é ainda ser assim. Há uma carga simbólica que não dá pra ser negada, e eu não a questiono. Precisamos lembrar, no entanto, de Zileide Silva no "Jornal hoje" e de Heraldo Pereira. Lá na frente, espero que uma mulher negra em destaque não seja motivo de atenção, porque será normal. Que apareçam outras Zileides, o vez, atrás dos autores na Justiça. Seja com a Maju ou com a Maria do Rio Grande do Norte, é crime. Estou preparada porque sei do meu trabalho, tenho a confiança dos meus pais e da produção — afirma.

Fonte: Extra.

Brasil · 15 de fevereiro de 2019 às 14:10

GO - Sexta-feira - 15:10 - Motorista de aplicativo vai responder por feminicídio após confessar que agrediu passageira com macaco do carro. Clique na imagem e saiba mais

O motorista de aplicativo Silomar Santos do Lago, de 28 anos, foi preso suspeito de agredir uma passageira e abandoná-la ensanguentada e enrolada a um lençol em um lote baldio de Abadia de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia. Inicialmente, ele tinha alegado à Polícia Civil que tinha sido roubado pela mulher. Ao ser detido, ele confessou em um vídeo ter inventado a história (assista abaixo).

"Taquei o braço nela, ela caiu. Dei uns três socos. Fui ao porta-malas e taquei o macaco nela. Imaginei que tinha morrido", diz Silomar, no vídeo.

A agressão aconteceu no dia 9 de janeiro. De acordo com as investigações, Ana Júlia Costa Pereira Pouso Alto, de 20 anos, solicitou uma corrida particular, fora do aplicativo, e, durante a viagem, começou a ser agredida com socos. Para tentar matá-la, ele também deu golpes usando o macaco do carro.

Motorista de aplicativo confessa que agrediu passageira e mentiu que tinha sido roubado

Motorista de aplicativo confessa que agrediu passageira e mentiu que tinha sido roubado

A jovem foi encontrada ferida em um lote da Avenida Doutor Raul Rassi, no Setor Goiânia Sul. A vítima teve diversas fraturas na face e ficou 10 dias internada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).

Em um vídeo, Ana Júlia afirma que está muito abalada e se lembra apenas do início das agressões.

“Não lembro de muita coisa, só quando acordei no hospital três dias depois, confusa.Tenho medo de ele fazer isso com outras pessoas”, diz a vítima.

Registro de roubo

Antes de Ana Júlia ter sido encontrada machucada, Silomar já tinha procurado a Polícia Civil para registrar um assalto. Ele alegou aos policiais que tinha sido roubado por três homens e uma mulher, mas conseguiu fugir.

Na mesma manhã, os policiais encontraram o carro do motorista abandonado na cidade e a jovem ferida. Por isto, no início, a corporação apurava ser a vítima estava no assalto e desentendeu com os comparsas.

Após sair do hospital, Ana Júlia disse à Polícia Civil que não tentou roubar o motorista. Foi quando os policiais mudaram os rumos da investigação.

   Mulher é encontrada ensanguentada e enrolada a lençol em Abadia de Goiás — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

Mulher é encontrada ensanguentada e enrolada a lençol em Abadia de Goiás — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

Motivo do crime

Silomar confessou o crime ao ser detido. “Quando o prendemos, Silomar disse que estava com muita raiva porque ela devia mais de dez viagens para ele”, disse o delegado Arthur Fleury, responsável pelo caso.

Durante a apresentação à imprensa, nesta sexta-feira (15), Silomar se limitou a dizer que já tinha feito 12 viagens com a jovem, mas que ela tinha pagado apenas duas. Advogado do suspeito, João Neto de Moraes disse que vai analisar o inquérito pedir a liberdade do cliente.

“O motivo foi essa dívida, não houve qualquer abuso. Ele inventou a história do roubo em um momento de desespero”, disse o advogado.

A vítima nega que tivesse alguma dívida com o suspeito.

"Não estava devendo ele em momento algum. A gente não discutiu, só lembro dos primeiros socos", conta a passageira.

De acordo com o delegado, o motorista vai responder por tentativa de feminicídio. Fleury ainda tenta esclarecer o motivo do crime para concluir a investigação.

"É um crime claro de ódio contra a mulher. Usou um macaco para desconfigurar o rosto da vítima. Agora vamos saber o real motivo com a prisão dele", afirma o delegado.
Mulher é encontrada ensanguentada e enrolada a lençol em Abadia de Goiás — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

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