O Corpo de Bombeiros do Mato Grosso encontrou na segunda-feira o corpo de um homem que caiu em uma cachoeira ao tentar tirar uma foto em Tangará da Serra, município a 244 km de Cuiabá, no Mato Grosso.
A vítima, identificada como Agnaldo Silva de Castro, de 34 anos, Rio Seputuba, com outros dois amigos no último sábado. Segundo eles, Castro escorregou quando tentava tirar uma selfie, e não foi mais visto.
Com o auxílio de mergulhadores, os Bombeiros iniciaram as buscas por Agnaldo logo após o acidente, mas o corpo só foi encontrado por volta de 17h de ontem.
Um terreiro foi atacado, na noite da última segunda-feira, em Alagoinhas, na Bahia. Em um vídeo divulgado nas redes sociais é possível ver um grupo rel upo religioso gritando e batendo no muro do Ilê Axé Oyá Ladê Inan por volta das 23h30, na comunidade do Ferro Aço, em Santa Terezinha. De acordo com o terreiro, evangélicos gritavam "fora Satanás" e outras frases contra o Candomblé.
A Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e o Ministério Público da Bahia acompanham o caso. Segundo a secretaria, outros órgãos que compõem a Rede Estadual de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, na Bahia, também foram acionados — são eles a Defensoria Pública e o Tribunal de Justiça. A Polícia Civil informou que investiga o ataque.
O terreiro se posicionou sobre a agressão em sua página no facebook: "Nossa Yalorixá, Mãe Rosa de Oyá é uma pessoa honrada e sempre foi respeitada em toda a Comunidade até o dia de hoje, porém é hipertensa e com mais de 60 anos de idade e presenciou em sua porta agressões que já limaram e estão limando pessoas e templos. Todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas e não descansaremos até que os responsáveis recebam as devidas punições."
A Sepromi informou que, só neste ano, já foram registrados 64 casos de racismo, intolerância religiosa e fatos correlatos.
Um relatório da Polícia Federal (PF) da investigação da investigação da morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes aponta um policial militar como responsável por atrapalhar os trabalhos da polícia.
A PF afirma que o policial militar Rodrigo Jorge Ferreira, o Ferreirinha, criou uma história com a finalidade de confundir as autoridades – e aproveitou a trama para se vingar.
Ferreirinha é ex-aliado de Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica, a quem acusou de tramar o atentado, ao lado do vereador Marcello Siciliano. Ambos sempre negaram envolvimento.
O atentado completou 14 meses este mês. A Polícia Civil afirma ter prendido os assassinos, o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio de Queiroz. O inquérito, no entanto, não aponta os mandantes.
MP PODE PEDIR PRISÃO DE PM
Dodge pediu que a PF apurasse a conduta de agentes das polícias Civil e Federal no caso após indícios de irregularidades. O relatório tem 600 páginas.
Cabe, no entanto, ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) apresentar denúncia ou não contra Ferreirinha. Ele pode ser preso por falso testemunho, segundo aponta a investigação da PF.
A informação foi inicialmente publicada pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, e confirmada nesta quinta-feira (23) pela TV Globo.
Um aposentado de 61 anos é investigado pela polícia suspeito de ameaçar e planejar um massacre a um shopping do Estado. Segundo a polícia, ele teria feito as postagens em um grupo de uma rede social com pessoas de todo o País.
O delegado Brenno Andrade, da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), explicou que ele teria publicado que estaria recrutando pessoas para o atentado. Por causa disso, teria sido removido do grupo. Um participante ficou assustado e denunciou para a Polícia Federal, que remeteu o caso à Polícia Civil.
“A ideia é fuzilar o maior número de pessoas”, teria escrito. Ainda segundo a polícia, outras publicações teriam o objetivo de exaltar o massacre na escola Raul Brasil, em Suzano, em março.
A mãe também tem uma canaleta por onde deve escoar a chuva com uma água podre acumulada, além dos pombos, ou seja, uma imundice total", desabafou.
A UPA é administrada pelo governo estadual e, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a unidade foi dedetizada no dia 5 de fevereiro deste ano. A validade do serviço iria até agosto. Ainda segundo a pasta, a coordenação irá solicitar a realização de vistoria e limpeza, assim como a revisão do serviço feito no local.
Um dia antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) retomar o julgamento da criminalização da homofobia, avançou no Senado uma proposta para incluir na Lei de Racismo a discriminação por orientação sexual ou de identidade de gênero. O PL 672/ 2019 foi aprovado nesta quarta-feira (22) em caráter terminativo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Porém, como o texto aprovado é um substitutivo, ainda precisará passar por turno suplementar na CCJ.
Apresentado pelo senador Weverton (PDT-MA), o projeto aprovado na CCJ é um texto alternativo do relator, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que propôs a criminalização das tentativas de se proibir manifestações públicas de afeto. Conforme a proposta, quem “impedir ou restringir a manifestação razoável de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”, ressalvados os templos religiosos, poderá ser punido com a penas de um a três anos de reclusão.
O texto alternativo também acrescentou os termos “intolerância” (outra forma de manifestação dessa prática criminosa, ao lado da discriminação e do preconceito) e “sexo” (outro fator motivador do delito, ao lado de raça, cor, etnia, religião e procedência nacional) nos dispositivos alterados na Lei do Racismo.
— O projeto foi concebido dentro de um equilíbrio, respeitando a liberdade religiosa e o espaço dos templos, mas modernizan ável de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”, ressalvados os templos religiosos, poderá ser punido com a penas de um a três anos de reclusão.
O texto alternativo também acrescentou os termos “intolerância” (outra forma de manifestação dessa prática criminosa, ao lado da discriminação e do preconceito) e “sexo” (outro fator motivador do delito, ao lado de raça, cor, etnia, religião e procedência nacional) nos dispositivos alterados na Lei do Racismo.
— O projeto foi concebido dentro de um equilíbrio, respeitando a liberdade religiosa e o espaço dos templos, mas modernizando nossa legislação e evitando que outros Poderes, no caso o Poder Judiciário, legisle no nosso lugar — defendeu Alessandro Vieira.
Eduardo Braga (MDB-AM) e Fabiano Contarato (Rede-ES) também apontaram que o Legislativo tem se omitido, o que abriu brecha para que o STF esteja perto de equiparar ao racismo a discriminação de pessoas LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais).
— É um tema importante e que vem em boa hora — disse Braga.
Contarato reforçou que os direitos da população LGBTI só têm avançado pelo apoio o Judiciário:
— São 40 anos de ativismo do movimento LGBTI, mas nenhuma lei foi aprovada que garantisse qualquer direito. Todos os direitos como a adoção, o uso do nome social e o casamento de pessoas do mesmo sexo foram alcançadas pela via do Judiciário. Deixa-me envergonhado que o Congresso Nacional se furte a enfrentar o tema — disse.
Violação de direitos
De acordo com Weverton, levantamento divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) aponta o Brasil como líder na violação dos direitos da população LGBT há seis anos.
“A violência contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros e intersexuais é uma perversidade que vem recrudescendo na sociedade brasileira. Com tamanha crueldade não podemos mais compactuar. É inadmissível que a vida de brasileiros e brasileiras seja dizimada em razão da orientação sexual e/ou da identidade de gênero dos cidadãos”, protestou Weverton na justificação do projeto.
Como tramita em caráter terminativo na CCJ, caso seja aprovado na votação suplementar, o projeto pode seguir diretamente para Câmara dos Deputados, se não houver pedido para ser analisado no Plenário.
Um homem morreu e um adolescente foi levado para o Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, após perder a mão ao atirar uma granada contra policiais. Os militares faziam ação no bairro Jardim Catarina, na manhã desta terça-feira, quando foram atacados por suspeitos armados na região e um intenso tiroteio teve início.
De acordo com a corporação, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 7º BPM (São Gonçalo) faziam operação contra o tráfico de drogas da região quando o tiroteio começou. Um menor de quinze anos teria atirado uma granada contra as equipes, mas o artefato explodiu na mão do adolescente. Ele foi socorrido e precisou ter a mão amputada. Além dele, um homem com uma pistola e drogas foi encontrado morto no local.
Na mesma operação, outro suspeito e outro menor foram encontrados com drogas e um radiotransmissor. Os policiais do GAT encontraram o bandido escondido no interior de uma residência na comunidade. O rapaz seria de Itaboraí. O caso foi registrado na 74ª DP (Alcântara).
Fonte: O DIA.
Na mesma operação, outro suspeito e outro menor foram encontrados com drogas e um radiotransmissor. Os policiais do GAT encontraram o bandido escondido no interior de uma residência na comunidade. O rapaz seria de Itaboraí. O caso foi registrado na 74ª DP (Alcântara).
O traficante Luciano da Silva Teixeira, conhecido como Sardinha, exibiu fotos com petiscos, cerveja e uma mulher dentro da cela onde estava preso até abril, na Penitenciária Vicente Piragibe, no Complexo de Gericinó. A festa aconteceu próximo ao Ano Novo e, segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), resultou na transferência o como chefe do tráfico da Cidade de Deus, na Zona Oeste - Divulgação
"Sardinha" foi preso em 2014 e era apontado como chefe do tráfico da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. Após tomar conhecimento das fotos, a Seap encontrou grande quantidade de drogas, 31 celulares, dois roteadores wi-fi e mais de R$ 26 mil em espécie dentro da cela. A secretaria esclareceu, ainda, que registrou a ocorrência na delegacia local e abriu uma sindicância pela corregedoria para apurar o caso.
Desde janeiro, foram apreendidos 4.160 celulares em operação realizada pelos inspetores penitenciários e a operação "Iscariotes" já flagrou nove funcionários com objetos ilícitos nas cadeias apenas este ano. Todos os casos foram encaminhados para a corregedoria e podem ter a pena máxima de demissão.
A Polícia Civil do Distrito Federal e a Corregedoria do Corpo de Bombeiros investigam denúncia de assédio sexual no Colégio Militar Dom Pedro II, no Setor Policial Sul. Um professor de futsal, que é bombeiro reformado, teria cometido o crime contra uma adolescente de 13 anos, aluna da instituição de ensino.
A corporação confirmou ao Metrópoles que o educador foi demitido por justa causa em 2 de maio. Informou ainda que, tão logo soube da denúncia, em 24 de abril, afastou preventivamente o militar por 15 dias. Porém, mesmo antes de o período terminar, decidiu pela demissão por justa causa um vez que “o funcionário não detém perfil adequado para permanecer como docente na instituição”. O neto do vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), estuda no mesmo colégio.
Agora, o CBMDF aguarda a finalização do depoimento da vítima para dar andamento ao inquérito. Ainda segundo os bombeiros, a direção da escola fez uma reunião com os pais para informá-los sobre o caso. Por meio de nota, a corporação acrescentou que “os alunos estão sendo acompanhados pelo Serviço de Orientação Educacional e pela psicóloga do colégio”.
O Corpo de Bombeiros orientou as famílias de outras possíveis vítimas que registrem ocorrência na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) da Polícia Civil. A especializada já instaurou um inquérito e vai ouvir os alunos nos próximos dias. Por se tratar de bombeiro reformado, o processo vai tramitar na Justiça Militar.
Pais ouvidos pela reportagem relatam o medo dos alunos que precisam voltar à escola. “O professor chegou a nos enviar mensagem dizendo que foi afastado por motivos pessoais. Sabemos que não foi isso. Nossos filhos estão amedrontados e não querem mais frequentar as aulas. É um assunto difícil de abordar. Percebemos que eles têm receio de nos contar o que acontecia nessas aulas”, disse uma mãe que pediu para não ser identificada.
“É difícil de digerir por ser uma instituição militar. Tínhamos a segurança de que o meu filho estava em boas mãos”, desabafou um pai.
Números disparam
Brasília atingiu dados alarmantes de casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. Levantamento do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) aponta que 1.699 novos casos de estupro de vulnerável foram registrados em 2018. O número representa um crescimento de 30,6% em relação ao ano anterior, quando as ocorrências chegaram a 1.301.
Durante os 12 meses de 2018, cerca de 25% do total de estupros registrados no DF foram cometidos contra crianças e adolescentes. As cidades com frequências maiores são Ceilândia e Samambaia, com 137 e 121 ocorrências, respectivamente. Os dados fazem parte de levantamento realizado pela Corregedoria do MPDFT.
Confira as instruções do MPDFT sobre como agir em caso de violência contra crianças e adolescentes:
Se você suspeitar ou conhecer alguma criança ou adolescente que esteja sofrendo violência, a denúncia deve ser feita para qualquer uma dessas instituições:
• Conselho Tutelar;
• Centro Integrado 18 de maio;
• Delegacia especializada (DPCA) ou demais delegacias de polícia;
• Ouvidoria do MPDFT;
• Disque 100 para denúncia por telefone (canal gratuito e anônimo);
• Polícia Federal, para crimes internacionais e interestaduais;
• Polícia Rodoviária Federal, para crimes nas rodovias federais.
Fo o agir em caso de violência contra crianças e adolescentes:
Se você suspeitar ou conhecer alguma criança ou adolescente que esteja sofrendo violência, a denúncia deve ser feita para qualquer uma dessas instituições:
• Conselho Tutelar;
• Centro Integrado 18 de maio;
• Delegacia especializada (DPCA) ou demais delegacias de polícia;
• Ouvidoria do MPDFT;
• Disque 100 para denúncia por telefone (canal gratuito e anônimo);
• Polícia Federal, para crimes internacionais e interestaduais;
• Polícia Rodoviária Federal, para crimes nas rodovias federais.
A Polícia Civil de Juiz de Fora por meio da Delegacia Antidrogas, em conjunto com a Inspetoria Regional de investigadores, deflagrou nesta terça-feira (21), a operação "Murum", que resultou na maior apreensão de armas e drogas da história de Juiz de Fora.
Após investigações a respeito do nacional W.S.M. (38) que estaria em conjunto com traficantes do Rio de Janeiro trazendo carregamentos de drogas e armas que seriam distribuídas em Juiz de Fora e favelas do Rio de Janeiro.
Hoje os policiais chegaram até o sítio localizado no bairro Torreões onde a organização criminosa utilizava como um verdadeiro porto seco, no qual os carregamentos vindos do Paraguai e posteriormente são repartidos entre a cidade mineira e a capital fluminense.
No sitio foi localizado um caminhão com fundo falso no qual estavam escondidos 35 armas, sendo 8 fuzis, cerca de 1000 munições e 3 Toneladas de maconha.
W.S.M. foi preso no local e teve sua prisão ratificada por tráfico internacional de drogas e tráfico internacional de armas.
Durante a operação os policiais encontraram caixas de munições que demonstram a origem paraguaia dos ilícitos.
O delegado Regional Armando Avolio, ressalta a importância da apreensão uma vez que além de retirar um arsenal bélico da posse dos criminosos, a maior quantidade de maconha já apreendida na cidade e principalmente deu fim ao esquema criminoso que ia Soares de Oliveira