Categoria

Brasil

Brasil · 22 de fevereiro de 2019 às 14:43

Sexta-feira - 14:42 - Irmã de milicianos assinava cheques em nome de Flávio Bolsonaro, diz revista. Clique na imagem e saiba mais

Valdenice de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, presos na operação "Quarto Elemento" do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Ministério Público do Rio de Janeiro, assinou cheques de despesas da campanha em nome do então deputado estadual e atual senador, Flávio Bolsonaro (PSL), conforme reportagem da revista Isto É publicada nesta sexta-feira.

A reportagem obteve dois cheques: um de R$ 3,5 mil e outro no valor de R$ 5 mil. Dona de uma empresa de eventos, a Me Liga Produções e Eventos, Val era uma das pessoas a quem o filho do presidente Jair Bolsonaro deu procuração, conforme documento enviado à Justiça Elei presa de sua responsabilidade. Com preços abaixo da média do mercado, a companhia de Alessandra recebeu cerca de R$ 55 mil das campanhas

Além disso, a reportagem informa que Alessandra atuou em conjunto com o escritório Jorge L.A. Domingues Sociedade Individual de Advocacia, que tem como um dos sócios o advogado Gustavo Botto. Na prestação de contas à Justiça Eleitoral, Gustavo Botto também aparece como um dos administradores das contas de Flávio Bolsonaro. No combo que coloca Alessandra como contadora e Botto como advogado, estiveram 36 campanhas do PSL na última eleição. Seus serviços também variaram entre R$ 750 e R$ 5 mil. No total, renderam ao escritório R$ 38 mil.

Candidatos do PSL ouvidas pela revista relatam que, ao final, praticamente os únicos gastos que efetivamente fizeram em suas respectivas campanhas foram com a empresa de Alessandra e o escritório de Botto.

Outro aspecto considerado estranho, de acordo com a revista, é que a empresa Alê Soluções está localizada na Estrada dos Bandeirantes 11.216, na Vargem Pequena, nos registros da Receita Federal, uma área de milícias. Para o Tribunal Regional Eleitoral, no entanto, o endereço anotado é Avenida das Américas número 18.000 sala 220 D, no Recreio dos Bandeirantes - endereço da sede do PSL do Rio de Janeiro.

Situação semelhante acontece com o escritório Jorge L.A. Domingues Sociedade Individual de Advocacia. Para a Receita, o endereço informado é uma casa em Vila Valqueire. Para a Justiça Eleitoral, foi novamente a sede do PSL do Rio. Por curiosidade, todos os endereços mencionados ficam em Jacarepaguá, onde também mora o ex-motorista de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, diz a IstoÉ.

A revista apurou que, durante a campanha, a companhia Alê só trabalhou na contabilidade dos candidatos. Entre maio de 2007 e agosto do ano passado, a empresa emitiu 183 notas fiscais eletrônicas, conforme os registros do número das notas concedido ao TRE - uma média de 16 notas por ano.

Somente durante a eleição foram 46 notas em 4 meses. Notas sequenciais, o que indica o serviço exclusivo para as campanhas, diz a reportagem. Apenas no dia do primeiro turno da eleição, 7 de outubro, foram emitidas 18 notas fiscais entre as 21h31 e as 22h43. Uma média de uma nota fiscal a cada 4 minutos. Houve caso de notas fiscais emitidas em um tempo inferior a 2 minutos entre uma e outra.

Procurada pela Isto É, Alessandra Oliveira disse não enxergar conflito ético no fato de ser ao mesmo tempo tesoureira do partido, funcionária de Flávio Bolsonaro e ter contratado sua empresa para fazer a contabilidade das campanhas. Gustavo Botto afirma que trabalhava de fato na sede do partido para, segundo ele, "facilitar a administração e resposta de eventuais comunicações processuais", diz a revista. A assessoria de Flávio Bolsonaro ainda não se manifestou sobre o assunto.

Flávio Bolsonaro: 'IstoÉ' faz 'ilação irresponsável' ao vinculá-lo à milícia

Em nota divulgada nesta sexta-feira, dia 22, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) "repudia" reportagem deste final de semana da revista IstoÉ que afirma que cheques de campanha do senador foram assinados por Valdeci de Oliveira Meliga, irmã dos milicianos Alan e Alex Rodrigues Oliveira, presos em operação conduzida pela polícia e o Ministério Público do Rio de Janeiro.

Em nota assinada por sua assessoria de imprensa, Flávio acusa a revista de "fazer uma ilação irresponsável" ao vinculá-lo com "candidaturas irregulares e a milícia carioca", em uma tentativa de "denegrir" sua imagem.

Flávio rebate a revista e afirma que "não houve qualquer direcionamento ao PSL-RJ relacionado à escolha dos profissionais de assessoria contábil e jurídica". E acrescenta que todas as "prestações de contas foram aprovadas, ratificando a legalidade e lisura durante o processo eleitoral".

Fonte: O DIA.
📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 22 de fevereiro de 2019 às 14:31

Sexta-feira - 14:30 - MPF quer prisão e afastamento de diretor da Vale. Clique na imagem para mais informações

O Ministério Público Federal recorreu de decisão judicial que indeferiu pedido de prisão do diretor de Ferrosos e Carvão da Vale, Peter Poppinga, alegando que há risco à ordem pública e econômica e de fuga do Brasil, após o rompimento da barragem de Brumadinho (MG), em 25 de janeiro, segundo documentos vistos pela Reuters.


É a primeira ação contra um executivo do alto escalão da empresa após a tragédia em Brumadinho, que vitimou mais de 300 pessoas, entre mortos e desaparecidos, reportou mais cedo o jornal Folha de S.Paulo, ao revelar o pedido de prisão, que estava em sigilo de Justiça.

O órgão também quer o afastamento do executivo da Vale, dentre outras medidas cautelares, segundo os documentos.

"Em suma, entendeu o Ministério Público Federal que Gerd Peter Poppinga representava risco às ordens pública e econômica e que sua liberdade poderia trazer prejuízos à aplicação da lei penal", disse o procurador da República Gustavo Oliveira, no contexto do recurso, impetrado em 11 de fevereiro.

O executivo já era diretor de Ferrosos da Vale há pouco mais de três anos, quando houve o rompimento da barragem da Samarco (joint venture da Vale com a anglo-australiana BHP), em Mariana (MG), que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o rio Doce, no maior desastre ambiental do Brasil.

"Poppinga, mesmo tendo sido denunciado por graves crimes relacionados ao Caso Samarco-Mariana, continuou na Diretoria Executiva de Ferrosos da Vale (controladora da Samarco), governando a produção de minério de ferro", disse Oliveira.

Segundo o MPF, por razões que ainda devem ser profundamente investigadas, "mas que certamente perpassam pela diretoria de Ferrosos da mineradora, a Vale deu causa ao rompimento da Barragem 1", em Brumadinho, que deixou mais de 300 vitimados, dentre mortos e desaparecidos.

Ao negar o pedido de prisão, em decisão no início de fevereiro, o juiz federal Eduardo Henrique Lauar Filho disse que não havia "elementos concretos que demonstrem o perigo à garantia da ordem pública".

O juiz também afirmou que o MPF "se limitou a fazer ilações genéricas, alegando que o mero fato de Gerd Poppinga continuar comandando a área de ferrosos da Vale oferece risco à ordem pública e à ordem econômica".

Abordando especificamente o pedido para que Poppinga fosse afastado da Vale, o juiz entendeu que "não há elemento novo e concreto que possa, sob o crivo dos princípios da razoa go ocupado por administradores de uma empresa."

Na véspera, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou habeas corpus a oito funcionários da Vale presos desde a semana passada por, segundo decisão judicial, terem conhecimento dos riscos na barragem que se rompeu em Brumadinho.

(Por Marta Nogueira)

Fonte: Extra/Reuters.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 22 de fevereiro de 2019 às 14:09

Rio de Janeiro - Sexta-feira - 14:10 - No primeiro mês de governo Witzel, roubos de rua e mortes por intervenção policial crescem. Clique na imagem para mais informações

No primeiro mês após o fim da Intervenção Federal no Rio de Janeiro e do estado sob o comando do governador Wilson Witzel (PSC), o número de ocorrências de roubo de rua, que consideram casos a transeunte, roubos de celular e em coletivos, bateu recorde para o mês de janeiro. Foram 11.230 ocorrências, o maior número registrado para o primeiro mês do ano desde 1991. Os dados foram divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) nesta sexta-feira. Por outro lado, houve uma redução de 18% nos registros de homicídio doloso em relação ao mesmo período do ano passado. Este foi o mês de janeiro com menor número de vítimas nos últimos sete anos e o segundo menor nos últimos 28 anos, segundo o instituto.

O indicador letalidade violenta — que reúne os indicadores homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e morte por intervenção de agente do Estado — também caiu: em comparação com janeiro de 2018, a redução no número de vítimas foi de 14%.

O número de mortes por intervenção policial também cresceu, se comparado a janeiro de 2018. Foram 160 vítimas, três a mais que o mesmo período em 2018, que houve 157 casos. Se comparado a dezembro de 2018, o crescimento no número de óbitos foi de 82%.

O indicador vinha apresentando uma tendência de queda desde agosto do ano passado, quando foram registados 176 óbitos.

Já o número de homicídios dolosos apresentou uma redução de 18% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o órgão, este foi o janeiro com menor menor número de vítimas desde 2012.

Foram 386 óbitos, contra 468 no mesmo período. O indicador, no entanto, voltou a subir, se comparado aos últimos seis meses. O número é o maior registrado desde julho de 2018, quando foram registrados 410 homicídios.

Se considerado o indicador letalidade violenta, que considera homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e morte por intervenção de agente do Estado, o estado também apresentou queda de 14% do índice, em comparação com janeiro de 2018.

Outros indicadores que registraram queda foram os crimes contra o patrimônio, como roubo de veículos e roubo de cargas. Nos roubos de veículos, a queda foi de 28% no estado em relação ao mesmo mês do ano passado. Os roubos de carga diminuíram 24% em relação a janeiro e 6% em relação a vulgados pelo Instituto de Segurança Pública são referentes aos Registros de Ocorrência (RO) lavrados nas delegacias de Polícia Civil do estado.

Fonte: Extra.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 21 de fevereiro de 2019 às 17:55

Quinta-feira - 17:55 - No STF, Fachin vota pela equiparação da homofobia ao crime de racismo. Clique na imagem e saiba mais

BRASÍLIA – O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira pela equiparação das práticas de homofobia e transfobia ao crime de racismo. Ontem, o outro relator do assunto, ministro Celso de Mello, se manifestou no mesmo sentido. Outros nove ministros ainda vão votar. Se a posição foi mantida pela maioria, quem ofender ou discriminar gays ou transgêneros estará sujeito a punição de um a três anos de prisão. Assim como no caso de racismo, o crime seria inafiançável e imprescritível.

— Entendo ser atentatório ao Estado Democrático de Direito qualquer tipo de discriminação, inclusive a que se fundamenta na orientação sexual das pessoas e na identidade de gênero — disse Fachin, que concluiu: — Nada na Constituição autoriza tolerar o sofrimento que a discriminação impõe. Toda pessoa tem o direito de viver em uma sociedade sem preconceitos. O Estado deve assegurar que os indivíduos de todas as identidades e orientações sexuais possam viver com a mesma dignidade e fruir do mesmo respeito das outras pessoas.

Fachin declarou que seu voto não significa que o STF esteja legislando sobre a matéria. Ele ressaltou que a norma está no artigo 5º da Constituição Federal, segundo o qual “a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais”.

Assim como Celso de Mello, Fachin declarou a omissão do Congresso Nacional para legislar sobre o assunto. A equiparação ao crime de racismo teria validade até os parlamentares aprovarem norma específica sobre homofobia e transfobia. Não há prazo específico para o Congresso tomar uma providência.

As ações, que são de autoria do PPS e da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), pedem que a homofobia e a transfobia sejam equiparados ao crime de racismo, por se enquadrar no conceito de discriminações atentatórias a direitos e liberdades fundamentais, protegidos pela Constituição Federal. As entidades alegam que, como o Congresso Nacional não legislou sobre o assunto, caberia ao STF disciplinar sobre o tema.

Essa é a quarta sessão de julgamento do assunto. Antes de começar a votação, se manifestaram o advogado-geral da União, André Mendonça, e o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia. Os dois estavam em campos opostos.

Mendonça argumentou que, embora a discriminação seja condenável, a atribuição de legislar sobre o a legislar sobre o assunto é do Congresso Nacional. Maia, por sua vez, fez um duro discurso pela punição da homofobia e da transfobia. Entre os advogados da causa que fizeram sustentação oral no plenário, estavam presentes representantes de religiosos e de grupos de defesa de gays e transgêneros.

Fonte: Extra.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 21 de fevereiro de 2019 às 17:33

Quinta - 17:35 - Ministro do Turismo pede para STF suspender apuração de laranjas do PSL. Clique na imagem e saiba mais

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, recorreu ao foro especial e pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que a investigação sobre candidatas-laranjas do PSL aberta em Minas Gerais passe a tramitar perante a corte. O ministro é alvo direto da apuração da Promotoria mineira.

A defesa do ministro quer que, até que o STF decida sobre a prerrogativa de foro, a apuração do Ministério Público em Minas seja suspensa. O pedido foi sorteado para o ministro Luiz Fux, que cuidará da relatoria.

A reclamação do ministro foi apresentada ao Supremo na última quinta (14), quando foi divulgada a informação de que o Ministério Público em Minas abriu investigação sobre o esquema de candidatas-laranjas ligado a Álvaro Antônio.

Reportagem da Folha de S.Paulo revelou, em 4 de fevereiro, que o ministro do Turismo, deputado federal mais votado em Minas, patrocinou um esquema de quatro candidaturas de laranjas, todas abastecidas com verba pública do PSL.

Álvaro Antônio era presidente do PSL em Minas e tinha o poder de decidir quais candidaturas seriam lançadas. As quatro candidatas receberam R$ 279 mil da verba pública de campanha da legenda, ficando entre as 20 candidatas que mais receberam dinheiro do partido no país inteiro.

Desse montante, pelo menos R$ 85 mil foram destinados a quatro empresas que são de assessores, parentes ou sócios de assessores do hoje ministro de Bolsonaro. Não há sinais de que essas candidatas tenham feito campanha efetiva durante a eleição. Ao final, juntas, somaram apenas cerca de 2.000 votos, apesar do montante recebido para a campanha.

Na última terça-feira, a Folha de S.Paulo mostrou que uma outra candidata em Minas disse ter havido um esquema de lavagem de dinheiro público pela sigla no estado. Segundo ela, o agora ministro do governo de Jair Bolsonaro (PSL) sabia da operação. Mensagens de celular também contradizem a versão do ministro e revelam cobrança para desvio de verba eleitoral.

Agora, a defesa do ministro do Turismo afirmou ao Supremo que, conforme o novo entendimento do STF sobre a prerrogativa de foro, o caso dele deve subir para o tribunal. No ano passado, o Supremo definiu que o foro se restringe a supostos crimes cometidos no exercício do cargo e em razão dele.

Além de ministro, Álvaro Antônio é deputado licenciado em segundo mandato. A defesa afirma que os supostos ilícitos foram praticados enquanto ele era deputado e têm ligação com seu cargo, uma vez que o dinheiro de campanha foi parar em contas de empresas ligadas a ex-assessores de seu gabinete na Câmara.

"Observe-se o que diz a reportagem publicada no jornal Folha de S.Paulo que versaria sobre os mesmos fatos: 'O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, deputado federal mais votado em Minas, patrocinou um esquema de candidaturas laranjas no estado que direcionou verbas públicas de campanha para empresas ligadas ao seu gabinete na Câmara'", escreveu a defesa.

"Os fatos investigados teriam sido cometidos durante o exercício do mandato parlamentar e seriam intrinsecamente ligados ao cargo público", sustentou na reclamação ao Supremo.

Por fim, o advogado Willer Tomaz pede que a investigação aberta em Minas seja paralisada até que o STF decida sobre o mérito da reclamação apresen lo mostrou que uma outra candidata em Minas disse ter havido um esquema de lavagem de dinheiro público pela sigla no estado. Segundo ela, o agora ministro do governo de Jair Bolsonaro (PSL) sabia da operação. Mensagens de celular também contradizem a versão do ministro e revelam cobrança para desvio de verba eleitoral.

Agora, a defesa do ministro do Turismo afirmou ao Supremo que, conforme o novo entendimento do STF sobre a prerrogativa de foro, o caso dele deve subir para o tribunal. No ano passado, o Supremo definiu que o foro se restringe a supostos crimes cometidos no exercício do cargo e em razão dele.

Além de ministro, Álvaro Antônio é deputado licenciado em segundo mandato. A defesa afirma que os supostos ilícitos foram praticados enquanto ele era deputado e têm ligação com seu cargo, uma vez que o dinheiro de campanha foi parar em contas de empresas ligadas a ex-assessores de seu gabinete na Câmara.

"Observe-se o que diz a reportagem publicada no jornal Folha de S.Paulo que versaria sobre os mesmos fatos: 'O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, deputado federal mais votado em Minas, patrocinou um esquema de candidaturas laranjas no estado que direcionou verbas públicas de campanha para empresas ligadas ao seu gabinete na Câmara'", escreveu a defesa.

"Os fatos investigados teriam sido cometidos durante o exercício do mandato parlamentar e seriam intrinsecamente ligados ao cargo público", sustentou na reclamação ao Supremo.

Por fim, o advogado Willer Tomaz pede que a investigação aberta em Minas seja paralisada até que o STF decida sobre o mérito da reclamação apresentada.

A reclamação formulada por Álvaro Antônio tem semelhanças com a que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, apresentou ao Supremo no início do ano.

A defesa de Flávio pediu que uma investigação aberta no Rio para apurar movimentações atípicas de um ex-assessor seu, Fabrício Queiroz, fosse suspensa, e que o caso passasse a tramitar no STF.

Em janeiro, o ministro Fux, de plantão na corte, atendeu ao pedido de Flávio. Na volta do recesso, em fevereiro, o ministro Marco Aurélio, relator da reclamação, reverteu a decisão e permitiu que a investigação no Rio prosseguisse.

Fonte: Tribuna Online.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 21 de fevereiro de 2019 às 17:21

Serra - Quinta-feira - 17:20 - Bandidos ateiam fogo em ônibus com motorista e cobradora e pedem melhoras no sistema prisional. Clique na imagem e saiba mais

O motorista, 33 anos, e a cobradora, 22, do ônibus incendiado na Serra, na noite de quarta-feira (20), contaram para a polícia que os criminosos não esperaram os dois descerem do Transcol para começarem a jogar gasolina no veículo.

O motorista da linha 806 (Terminal de Jacaraípe/Nova Almeida) disse que estava voltando para o Terminal de Jacaraípe, no município, para alão de gasolina e jogaram o líquido no Transcol.

Ainda segundo o motorista, os suspeitos atiraram para o alto após a saída dele e da cobradora. Enquanto corriam para Jacaraípe, ele ainda teve o celular roubado.

Em relação ao bilhete, o motorista contou que os criminosos o entregaram para a cobradora e depois o pegaram de volta.

Fonte: Tribuna Online.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 20 de fevereiro de 2019 às 17:54

Vila Velha - Quarta-feira - 17:55 - Adolescente é baleado após roubar carro de guarda municipal. Clique na imagem para mais informações

Um guarda municipal de Vila Velha teve o carro roubado na noite desta terça-feira (19), no bairro Ponta da Fruta, e dois adolescentes, de 17 e 15 anos, e dois jovens, 18, foram detidos.

Duas Militar e, em seguida, os dois suspeitos que estavam no carro do guarda municipal bateram em um canteiro no bairro Morro da Lagoa, também no município.

De acordo com a Polícia Militar, o adolescente de 17 anos estava ferido no braço por um disparo de arma de fogo e foi levado para o Hospital Antônio Bezerra de Farias.

Segundo a Polícia Militar, os criminosos abandonaram o veículo e fugiram a pé, mas foram detidos no bairro Interlagos. Quando questionados, os suspeitos informaram que os outros dois estariam no bairro Ulisses Guimarães. A PM os encontrou no local apontado e eles também foram levados.

O Logan possuía restrição de furto e roubo registrado na mesma noite. Foram encontrados dois celulares com os suspeitos, também roubados, e um simulacro de pistola. Três detidos, vítimas e material apreendido foram encaminhados para a Delegacia Regional de Vila Velha.

Fonte: Tribuna Online.

📢 Seja nosso anunciante

Brasil · 20 de fevereiro de 2019 às 17:45

Serra - Quarta-feira - 17:45 - Dono de oficina é assassinado a tiros dentro de seu estabelecimento. Clique na imagem e saiba mais

Um homem de 39 anos foi morto a tiros na manhã desta quarta-feira (20), dentro de uma oficina no bairro Serra Dourada, na Serra. A vítima foi identificada como Ewerton Silveira Coura.Ele era proprietário do estabelecimento onde também funciona uma loja de peças para veículos. A vítima também pilotava carros e participava de corridas no Barródromo.

Dois suspeitos foram presos após o cri o ameaças.

Fonte: Tribuna Online.

Brasil · 20 de fevereiro de 2019 às 17:24

Cariacica - Quarta-feira - 17:25 - Homem morre atingido por um raio. Clique na imagem e saiba mais

Um homem morreu atingido por um raio, no início da tarde desta quarta-feira (20). O caso foi registrado na Rodovia Leste Oeste, em C eu a vítima, que acabou não resistindo e morreu no local.

Em nota, a Polícia Militar confirmou que uma equipe foi acionada, mas já encontrou o homem sem vida.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, uma outra pessoa, que estava com Joel, confirmou que um raio atingiu os dois. À equipe do Samu, ele informou que estava com dores de cabeça e, por isso, foi levado ao Pronto Atendimento de Alto Laje, em Cariacica.


Joel Barbosa morreu atingido por um raio (Foto: Reprodução / Vinícius Rangel TV Tribuna)
Joel Barbosa morreu atingido por um raio (Foto: Reprodução / Vinícius Rangel TV Tribuna)

Fonte: Tribuna Online.


Brasil · 20 de fevereiro de 2019 às 15:39

Quarta-feira - 15:38 - Cruzeiro com Wesley Safadão tem surto de sarampo: 9 mil passageiros são vacinados em Santos. Clique na imagem para mais informações

Um navio da MSC Cruzeiros com 9 mil passageiros aportou em Santos nesta quarta-feira para vacinação após a confirmação de um surto de sarampo. No cruzeiro está o cantor Wesley Safadão, para shows ao longo da viagem. A família do artista também ficou no Porto de Santos.

Em seu perfil no Instagram, Wesley fala que estava triste com o desembarque da esposa e o filho. O artista comenta anda sobre o segundo show no MSC Seaview, que será realizado nesta quinta-feira.

— Estamos no Porto de Santos. Agora estamos desembarcando as primeiras 5 mil pessoas que ficaram no cruzeiro nos últimos dias, desde sábado — comenta.

Em nota, o Ministério da Saúde confirmou 13 casos de sarampo em tripulantes. "Como estratégia de bloqueio dos casos de sarampo, o Ministério da Saúde, em conjunto com as secretarias de saúde envolvidas e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) irá vacinar com a tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) cerca de 10 mil passageiros de seis meses a 49 anos no porto de Santos (SP), nesta quarta-feira (20)".

O navio transita pela costa brasileira nesta temporada. Até o momento, 18 casos foram notificados pelos estados de Santa Catarina e São Paulo ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS-Nacional) do Ministério da Saúde, segundo nota do ministério. Os resultados dos exames foram reagentes ao vírus do sarampo, confirmando o surto da doença entre os tripulantes do navio.


Em nota divulgada nesta terça-feira, a MSC Cruzeiros informou que "um pequeno número de tripulantes do MSC Seaview apresentou possíveis sinais de rubéola ou sarampo". A empresa disse que trabalhou em estreita colaboração com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "Depois de concluir todos os procedimentos de inspeção padrão, o navio recebeu a liberação da Anvisa para continuar sua viagem, seguindo o seu itinerário, e não houve impacto para os hóspedes".

Procurada, a MSC Cruzeiros ainda não atualizou seu posicionamento sobre o caso.


Wesley Safadão foi contratado para animar um cruzeiro patrocinado por uma marca de cosméticos, no fim de semana. Já em sua chegada, a organização fico iagem, seguindo o seu itinerário, e não houve impacto para os hóspedes".

Procurada, a MSC Cruzeiros ainda não atualizou seu posicionamento sobre o caso.


Wesley Safadão foi contratado para animar um cruzeiro patrocinado por uma marca de cosméticos, no fim de semana. Já em sua chegada, a organização ficou surpresa com o tamanho da comitiva do cantor. Além dos músicos, da mulher, Thyane Dantas, e seu habitual staff, Safadão chegou acompanhado de um grupo grande formado por familiares e outros agregados, gerando desconforto para a empresa contratante.


Fonte: Extra.

Hospedado por

Hosteg

Desenvolvido por

SF Dias