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Brasil

Brasil · 20 de fevereiro de 2019 às 10:23

Quarta-feira - Repórter do grupo Globo bate-boca com internauta sobre homofobia: 'frágil é a sua masculinidade'. Clique na imagem e saiba mais

A polêmica envolvendo os cânticos homofóbicos da torcida do Vasco e do meia Fellipe Bastos após a vitória do Cruzmaltino sobre o Fluminense na decisão da Taça Guanabara continua. A repórter do SporTV, Lívia Laranjeira, acabou discutindo com um usuário do Twitter que não concordou com o pensamento dela sobre o assunto.

"A a muito para a gente chegar lá?".

Fonte: O DIA.
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Brasil · 20 de fevereiro de 2019 às 10:19

Quarta-feira - 'Carlos Bolsonaro fez macumba psicológica na cabeça do pai', diz Bebianno sobre sua demissão. Clique na imagem e saiba mais

Um dia depois de ser demitido por Jair Bolsonaro , o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno , atacou nesta terça-feira o filho do presidente, Carlos Bolsonaro , por considerá-lo o único responsável pela sua saída do governo. Em entrevista à rádio Jovem Pan, ele disse que apesar de o presidente ter seu "respeito, afeto e amor", também "comete deslizes" e "não é perfeito".

— Minha indignação é ter servido como soldado disposto a matar e morrer e no fim da linha ser crucificado e trachado de mentiroso, porque Carlos Bolsonaro fez macumba piscológica na cabeça do pai (...) Eu fui demitido pelo Carlos Bolsonaro. Simples assim. — disse o ex-ministro, afirmando não entender as razões do "ódio" contra ele.

Para Bebianno, o filho do presidente é uma pessoa com "agressividade acima do normal" e reconhecida entre políticos do Rio como um "destruidor de reputações". Segundo ele, "o presidente precisa dar um basta nisso".

— Tenho certeza de que ele (Carlos) é a pessoa que mais sofre com essa agressividade, esse ódio. A impressão que eu tenho é que ele vive dentro dessa grande caixa de teorias da conspiração contra o pai e sua família. Ele tem que entender que não vamos governar com base no ódio.

E continou:

— O amor é muito mais bonito e mais construtivo. Temos que ter tolerância uns com os outros. Não é por alguém ter pensamento um pouco diferente do seu, que você vai ser agressivo — afirmou, lembrando que na ocasião do atentado contra o então candidato a presidente, Carlos Bolsonaro "chorou compulsivamente" em seu colo.

Bebianno disse que ainda tem "confiança" no presidente Jair Bolsonaro, mas que se sente injustiçado por não ter sido reconhecido o papel do PSL em sua eleição.

— Ayrton Senna não teria se tornado campeão do mundo se não tivesse tido um carro para correr. As pessoas esquecem que não dá para digitar o nome Bol-so-na-ro na urna, escrever "M", "I", de mito, tem que digitar um numero 17. (O PSL) foi o veículo pelo qual foi viabilizada a eleição do nosso presidente. Não se pode esquecer as regras do jogo, cuspir no prato que comeu — criticou.

O ex-ministro disse sentir no olhar "o afeto do presidente", e crer que durante sua internação para retirada de uma bolsa de colostomia, as informações chegaram a ele "de forma truncada".

— Como soldado leal, sempre estive do lado do meu presidente. Jair Bolsonaro tem meu respeito, meu afeto, tem meu amor, porque não dizer? Mas, como ser humano normal, ele não é perfeito, comete deslizes aqui e ali.

Áudios revelados


Nesta terça, áudios divulgados pela revista "Veja" mostraram que Bebianno disse a Bolsonaro que ele estava "envenenado", numa referência às críticas públicas de seu filho Carlos.

O desgaste iniciado pelas suspeitas de candidaturas laranjas no PSL virou confronto aberto no governo depois que Carlos acusou Bebianno de mentir ao dizer que havia conversado com o presidente na última quarta-feira. A acusação foi validada por Bolsonaro, e agora desmentida pelos áudios.

Naquele dia, Bebianno havia dito ao GLOBO que trocou mensagens pelo aplicativo WhatsApp com o presidente , o que agora ficou comprovado pela divulgação das mensagens.

Além de reclamar que Bolsonaro está "envenenado", Bebianno acusa o atual presidente do PSL, Luciano Bivar, de ser o responsável pelas candidaturas laranjas do partido em Pernambuco.

Na entrevista à Jovem Pan, nesta terde, Bebianno voltou a dizer que o "problema estava localizado em ter tolerância uns com os outros. Não é por alguém ter pensamento um pouco diferente do seu, que você vai ser agressivo — afirmou, lembrando que na ocasião do atentado contra o então candidato a presidente, Carlos Bolsonaro "chorou compulsivamente" em seu colo.

Bebianno disse que ainda tem "confiança" no presidente Jair Bolsonaro, mas que se sente injustiçado por não ter sido reconhecido o papel do PSL em sua eleição.

— Ayrton Senna não teria se tornado campeão do mundo se não tivesse tido um carro para correr. As pessoas esquecem que não dá para digitar o nome Bol-so-na-ro na urna, escrever "M", "I", de mito, tem que digitar um numero 17. (O PSL) foi o veículo pelo qual foi viabilizada a eleição do nosso presidente. Não se pode esquecer as regras do jogo, cuspir no prato que comeu — criticou.

O ex-ministro disse sentir no olhar "o afeto do presidente", e crer que durante sua internação para retirada de uma bolsa de colostomia, as informações chegaram a ele "de forma truncada".

— Como soldado leal, sempre estive do lado do meu presidente. Jair Bolsonaro tem meu respeito, meu afeto, tem meu amor, porque não dizer? Mas, como ser humano normal, ele não é perfeito, comete deslizes aqui e ali.

Áudios revelados


Nesta terça, áudios divulgados pela revista "Veja" mostraram que Bebianno disse a Bolsonaro que ele estava "envenenado", numa referência às críticas públicas de seu filho Carlos.

O desgaste iniciado pelas suspeitas de candidaturas laranjas no PSL virou confronto aberto no governo depois que Carlos acusou Bebianno de mentir ao dizer que havia conversado com o presidente na última quarta-feira. A acusação foi validada por Bolsonaro, e agora desmentida pelos áudios.

Naquele dia, Bebianno havia dito ao GLOBO que trocou mensagens pelo aplicativo WhatsApp com o presidente , o que agora ficou comprovado pela divulgação das mensagens.

Além de reclamar que Bolsonaro está "envenenado", Bebianno acusa o atual presidente do PSL, Luciano Bivar, de ser o responsável pelas candidaturas laranjas do partido em Pernambuco.

Na entrevista à Jovem Pan, nesta terde, Bebianno voltou a dizer que o "problema estava localizado em Pernambuco".

- O problema estava localizado em Pernambuco. Não havia porque o presidente ou o alguém do Palácio tratar deste assunto lá. (...) É uma questão de competência legal.

Mas, dessa vez ele afirmou não acreditar que Bivar tivesse cometido irregularidades, por considerar se tratar de um "empresário bem-sucedido", e não "alguém interessado a sangrar o partido em benefício próprio"

O ex-ministro disse ter mandado uma carta a generais do governo com suas explicações sobre as acusações sobre o uso de laranjas nas campanhas do PSL. Para ele, "leram aquilo, compreenderam a situação, viram de início que a explicação era muito consistente, não havia problema algum".

Ele encerrou a entrevista dizendo estar com muita "dor no coração" e pediu a Carlos Bolsonaro que reflita sobre as consequências de seus atos:

- Ainda estou catando os pedaços de mim.

Fonte: Extra.

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Brasil · 20 de fevereiro de 2019 às 09:57

Quarta-feira - Bolsonaro entrega proposta da reforma da previdência no congresso, ignora a imprensa e é recebido por parlamentares vestidos de "laranjas". Clique na imagem e saiba mais

O presidente da República, Jair Bolsonaro, chegou por volta de 9h30 desta quarta-feira (20) ao Congresso Nacional e entregou pessoalmente a proposta de reforma da Previdência. Ele estava acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Bolsonaro entrou no Congresso rodeado por assessores e seguranças. Ele foi direto para um reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Na reunião, entregou a proposta.

A Câmara é por onde a medida começará a tramitar. Depois, tem que seguir para o Senado.

Depois de ficar cerca de 20 minutos com os presidentes da Câmara e Senado, Bolsonaro deixou o Congresso sem falar com a imprensa.

Parlamentares do PSOL fizeram um protesto durante a passagem de Bolsonaro pelo Congresso. Vestidos de aventais laranjas e com laranjas na mão, eles fizeram referência ao "laranjal" do PSL, partido do presidente. Denúncias de que o partido teve candidatos "laranjas" nas eleições iniciaram a crise que culminou nesta semana na demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno.

A reforma

Na semana passada, o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, informou que a proposta vai prever idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres ao final de um período de transição de 12 anos.

Esse tempo é menor do que o proposto pelo governo Michel Temer, que previa 21 anos.

A reforma deverá incluir a criação de novas alíquotas de contribuição dos trabalhadores e a implementação de um regime de capitalização – pelo qual cada trabalhador financia a própria aposentadoria por depósitos em uma conta individual.

Estados e municípios também vão fazer parte da reforma. A expectativa é que a re unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="26">

Se o texto for aprovado na comissão especial, vai para o plenário da Câmara, onde tem de passar por dois turnos de discussão e votação. Nas duas votações, a PEC precisa ser aprovada por, no mínimo, 308 deputados. Depois, segue para o Senado, onde tem de obter, no mínimo, 49 votos. Se for alterada pelos senadores, volta para a Câmara.

De acordo com estimativa do presidente da Câmara, o projeto deverá estar pronto para ser votado no início de junho no plenário da Casa.

Fonte: G1.

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Brasil · 19 de fevereiro de 2019 às 18:00

Terça-feira - 18:00 - STF mantém decisão que obriga Bolsonaro a pagar indenização e se retratar em rede social. Clique na imagem e saiba mais

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal ( STF ), decidiu manter a condenação por danos morais,contra o presidente Jair Bolsonaro no caso em que o então deputado disse à colega Maria do Rosári o (PT-RS) que ela não merecia ser estuprada.

A Justiça havia determinado, em 2015, que Bolsonaro deveria pagar uma multa de R$ 10 mil por ofensas disparadas contra a deputada. O presidente recorreu, mas o ministro Marco Aurélio Mello decidiu manter a condenação imposta pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). A decisão do STF cabe recurso. Procurada pela reportagem, a assessoria do presidente ainda não se manifestou sobre o assunto.

O episódio envolvendo Bolsonaro e Maria do Rosário aconteceu em 2014, tendo ganhando ampla repercussão na mídia. O então deputado disse, na época, que não estupraria Maria do Rosário pois ela não mereceria, “porque ela é muito ruim, porq meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece”.

A decisão do ministro Marco Aurélio foi tomada última quarta-feira (14) e já está disponível para consulta no site do STF. O ministro entendeu que a imunidade para presidentes da República prevista na Constituição não se encaixa nas situações de esfera civil.

Além de negar o recurso da defesa de Bolsonaro, o ministro do Supremo também manteve a determinação para que o presidente publique uma retratação em jornal de grande circulação, em sua página no Facebook e no YouTube. A ação judicial contém o trecho de uma fala pública de Bolsonaro onde ele afirma que “jamais pedirá desculpas à deputada Maria do Rosário”.

Em nota, Maria do Rosário disse que considera a decisão "mais uma vitória de todas as mulheres do Brasil". Ela afirma que seguirá lutando para que " nunca mais uma mulher seja alvo de ataques ou desrespeitos machistas, na política ou em qualquer outro lugar".

"A decisão do Ministro Marco Aurélio ocorre no momento em que o Brasil encontra-se mais uma vez profundamente abalado pela violência contra a mulher. Em 2019, já registramos cerca de 170 feminicídios. Por isto, considero que manter a condenação de Bolsonaro é simbolicamente derrotar cada agressor de mulheres deste país e dizer: não ficarão impunes" , diz a nota.

Fonte: Extra.

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Brasil · 19 de fevereiro de 2019 às 17:50

Terça-feira - 17:50 - Gustavo Bebianno diz em áudio que presidente está 'envenenado'. Clique na imagem e leia a íntegra das conversas

BRASÍLIA —  Um dia depois da demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno, a revista "Veja" publicou nesta terça-feira 12 áudios trocados entre o presidente Jair Bolsonaro e Bebianno que revelam a escalada da crise na última semana. Em uma das conversas, Bebianno diz a Bolsonaro que ele estava "envenenado", e que o presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PSL-PE), é o responsável por criar candidato laranja em Pernambuco. A acusação está em áudio enviado por Bebianno a Bolsonaro, publicado pela revista Veja.

O desgaste iniciado pelas suspeitas de candidaturas laranjas no PSL virou confronto aberto no governo depois que Carlos Bolsonaro, filho do presidente, acusou Bebianno de mentir ao dizer que havia conversado com o presidente na última quarta-feira. A acusação foi validada por Bolsonaro, e agora desmentida pelos áudios.

Eles revelam não apenas que presidente e ministro trocaram várias mensagem durante a semana passada, mas seu conteúdo: sentindo-se injustiçado, Bebianno diz a Bolsonaro que ele está "envenenado" contra ele, numa referência a Carlos, sem citar seu nome.

Ao fazer a referência às denúncias de candidatos laranjas no PSL, Bolsonaro reclama com Bebianno que "querer empurrar essa batata quente desse dinheiro pro meu colo não vai dar certo". Diz ao ministro que considera isso uma "desonestidade e falta de caráter". E faz o alerta de que "a Polícia Federal vai entrar no circuito", e que "quem deve paga, tá certo?". Bebianno respondeu atribuindo a responsabilidade ao atual presidente do PSL, Luciano Bivar.

Veja a transcrição completa dos 12 áudios trocados entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Gustavo Bebianno:

Relação com imprensa

Em mensagem de áudio por Whats App, Bolsonaro reclama com Bebianno sobre a onaro, filho do presidente, acusou Bebianno de mentir ao dizer que havia conversado com o presidente na última quarta-feira. A acusação foi validada por Bolsonaro, e agora desmentida pelos áudios.

Eles revelam não apenas que presidente e ministro trocaram várias mensagem durante a semana passada, mas seu conteúdo: sentindo-se injustiçado, Bebianno diz a Bolsonaro que ele está "envenenado" contra ele, numa referência a Carlos, sem citar seu nome.

Ao fazer a referência às denúncias de candidatos laranjas no PSL, Bolsonaro reclama com Bebianno que "querer empurrar essa batata quente desse dinheiro pro meu colo não vai dar certo". Diz ao ministro que considera isso uma "desonestidade e falta de caráter". E faz o alerta de que "a Polícia Federal vai entrar no circuito", e que "quem deve paga, tá certo?". Bebianno respondeu atribuindo a responsabilidade ao atual presidente do PSL, Luciano Bivar.

Veja a transcrição completa dos 12 áudios trocados entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Gustavo Bebianno:

Relação com imprensa

Em mensagem de áudio por Whats App, Bolsonaro reclama com Bebianno sobre a relação do governo com a imprensa. Ele critica o ministro por ter marcado uma audiência no Palácio do Planalto com o vice-presidente de Relações Institucionais da Rede Globo.

Viagem ao Pará

Em um segundo áudio enviado ao ex-ministro, Bolsonaro determina que ele cancele a viagem ao Pará, que seria feita com os ministros Damares Alves e Ricardo Salles.

"Salles está chateado"

Em nova mensagem sobre a viagem, Bolsonaro explica que a viagem tem de ser cancelada para que a ida dos ministros não crie a impressão de que o governo fará obras na Amazônia em breve. "Daí vai ficar o povo todo me cobrando. Isso pode ser feito quando nós acharmos que vai ter recurso", diz o presidente.

"Vão vou mais responder a você"

Bolsonaro demonstra que não considera trocar mensagens de áudio a mesma coisa que falar com alguém. E acusa o ex-ministro de ter repassado para a imprensa uma nota para envolvê-lo nas suspeitas de uso de candidatas laranjas em Pernambuco.

Bolsonaro – “Ô, Gustavo, usar da… Que usou do Whatsapp para falar três vezes comigo, aí é demais da tua parte, aí é demais, e eu não vou mais responder a você. Outra coisa, eu sei que você manda lá no Antagonista, a nota (sobre Bolsonaro não atender Bebianno) foi pregada lá. Dias antes, você pregou uma nota que tentou falar comigo e não conseguiu no domingo. Eu sabia qual era a intenção, era exatamente dizer que conversou comigo e que está tudo muito bem, então faz o favor, ou você restabelece a verdade ou não tem conversa a partir daqui pra frente.”

Bebianno –  “Capitão, a nota do Antagonista que o senhor  tá  me acusando de ter plantado… Se o senhor olhar bem, eu localizei aqui e mandei pro senhor. Eu não plantei nada. Ela replica o que a  Folha  falou. Está escrito aqui: “segundo a  Folha , segundo a  Folha , o ministro Gustavo Bebianno tentou ligar para Jair Bolsonaro neste domingo para explicar o caso, mas o presidente não atendeu”. Quem mencionou isso não foi o Antagonista, foi a  Folha . O Antagonista simplesmente replicou. Então, capitão, eu não plantei nada em lugar nenhum, tá? Abraço.

Bolsonaro – “Bebianno, olha como você entra em contradição. Que seja a Folha. Se foi uma tentativa tua pra mim e eu não atendi… Eu não liguei pra Folha, eu não ligo pra imprensa nenhuma. Quem ligou foi você, quem vazou foi você. Dá pra você entender o caminho que você está indo? E você tem que fazer uma reflexão para voltar à normalidade. Deu pra entender? Vou repetir: se você tentou falar comigo, um pra um, se alguém vazou pra Folha, não fui eu, só pode ser você. Tá ok?”

Bebianno – “Não, capitão, não é isso, não. Eu não tentei ligar pro senhor, eu não falei, não vazei nada pra ninguém. Eu nem tentei ligar pro senhor. O senhor mandou um recado que era pra eu não ir ao hospital. Não fui e não liguei pro senhor nenhuma vez. Deixei o senhor em paz. É… Se eu tentei ligar uma ou duas vezes, também não me lembro pelo motivo que foi, é… Não é isso, não, capitão, tá? Eu não vazei nada pra lugar nenhum, muito menos pra Folha, com quem eu praticamente não falo. Abraço, capitão.”

“O senhor está envenenado"

Neste áudio, Bebianno explica o papel dele como presidente nacional do PSL na distribuição de verbas para os candidatos de Pernambuco. O ex-ministro diz que é inocente e que o presidente está “bem envenenado”, referindo-se a Carlos Bolsonaro:

Bebianno – “Em relação a isso, capitão, também acho que a coisa está… Não está clara. A minha tarefa como presidente interino nacional foi cuidar da sua campanha. A prestação de contas que me competia foi aprovada com louvor, é… Agora, cada Estado fez a sua chapa. Em nenhum partido, capitão, a nacional é responsável pelas chapas estaduais. O senhor sabe disso melhor do que eu. E, no nosso caso, quando eu assumi o PSL, houve uma grande dificuldade na escolha dos presidentes de cada Estado, porque nós não sabíamos quem era quem. É… Cada chapa foi montada pela sua estadual. No caso de Pernambuco, pelo Bivar, logicamente. Se o Bivar escolheu candidata laranja, é um problema dele, político. E é um problema legal dela explicar o que ela fez com o dinheiro. Da minha parte, eu só repassei o dinheiro que me foi solicitado por escrito. Eu tenho tudo registrado por escrito. Então é ótimo que a Polícia Federal esteja, é ótimo que investigue, é ótimo que apure, é ótimo que puna os responsáveis. Eu não tenho nada a ver com isso. É… Depois a gente conversa pessoalmente, capitão, tá? Eu tô vendo que o senhor está bem envenenado. Mas tudo bem, a minha consciência está tranquila, o meu papel foi limpo, continua sendo. E tomara que a polícia chegue mesmo à constatação do que foi feito, mas eu não tenho nada a ver com isso. O Luciano Bivar que é responsável lá pela chapa dele. Abraço, capitão.”

Fonte: O GLOBO.

 

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Brasil · 18 de fevereiro de 2019 às 17:54

RJ - Segunda-feira - 17:53 - Teto de escola estadual cai e fere 5 alunos. Clique na imagem e saiba mais

Parte do teto de uma escola no Tanque, na Zona Oeste do eles, a direção já havia sido notificada sobre um pedido para uma troca de sala pois, segundo os alunos, o local estava com água em razão de um buraco no teto. Segundo essas mesmas pessoas, nada foi feito.

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não confirmou o estado de saúde dos feridos. A Secretaria Municipal de Educação, procurada, não se manifestou sobre o caso até o fechamento desta reportagem.

Fonte: O DIA.

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Brasil · 18 de fevereiro de 2019 às 17:41

Rj - Segunda-feira - 17:40 - Medo de milícias supera o de traficantes nas comunidades e na Zona Sul do Rio. Clique na imagem para mais informações

Rio - Os milicianos são mais temidos que os traficantes de facções criminosas dentro das comunidades e entre os moradores da Zona Sul do Rio. Segundo pesquisa do Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), 29% dos entrevistados nas comunidades têm mais medo das milícias do que de traficantes e policiais – 25% têm mais medo do tráfico, 18% da polícia e 21% de todos na mesma proporção. Na Zona Sul, onde se concentram os bairros mais ricos da cidade, esse índice é ainda maior: 38% temem mais as milícias contra 20% dos traficantes, 24% de todos, e 12% da polícia.

A pesquisa foi elaborada para avaliar o impacto da intervenção federal e ouviu 843 pessoas na capital fluminense entre os dias 23 e 25 de janeiro deste ano, quando as tropas já haviam deixado o estado. Para 73% das pessoas entrevistadas, a intervenção nas forças de segurança foi aprovada, embora 54% considerem que a iniciativa não surtiu efeito no combate à violência. Apenas 20% foram contra a intervenção, e 39% disseram que a presença dos militares nas ruas da cidade teve efeito positivo no enfrentamento ao crime.

"Os números mostram um aspecto pouco debatido no que diz respeito à intervenção que é a dimensão do medo. As pessoas continuam apavoradas. Também chama a atenção o dado de que, para uma parcela significativa dos cariocas, a polícia representa um risco maior que o traficante ou o miliciano. As forças policiais, que devem ser valorizadas e protegerem a população, não têm a confiança de muitos moradores do Rio", analisa Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Se forem levados em consideração os dados colhidos em toda a cidade, o medo dos traficantes de facções ainda supera o das milícias, com 34% e 27%, respectivamente. Outros 12% tem mais medo de policiais e 22% tem medo de todos na mesma proporção. Entre as pessoas que declaram ter mais medo dos traficantes, 39% são favoráveis à intervenção federal na cidade, 17% foram contra e 16%, indiferentes. No caso de quem teme as milícias, foram 27% a favor, 30% contra e 18% mostraram-se indiferentes.

Medo de morrer assassin no meio de fogo cruzado entre policiais e bandidos – 5% declararam terem sido vítimas ou terem um parente atingidos por balas perdidas; 15% foram assaltados ou roubados em casa, no transporte ou no trabalho/escola; 17% tiveram algum objeto de valor tomado à força em um assalto ou furto; e 20% perderam o celular em um assalto ou roubo.

Medo da violência é estável

A pesquisa é a segunda do gênero realizada a pedido do FBSP para monitorar os resultados da intervenção federal no Rio de Janeiro, que terminou em dezembro do ano. Os dados de 2019 diferem pouco dos coletados em 2018, logo após o início da intervenção federal. Na pesquisa realizada em março do ano passado, 76% das pessoas ouvidas eram favoráveis à intervenção e 71% não viam diferença no combate à violência com o uso das forças militares. No caso das pessoas que temem ser vítimas ou mesmo ter um parente atingido por uma bala perdida, o índice foi exatamente o mesmo registrado no levantamento do ano passado e agora: 92%.

Os levantamentos realizados em março do ano passado e em janeiro deste ano tratam-se de uma iniciativa que se soma ao monitoramento realizado durante o período da intervenção pelo Observatório da Intervenção, do Cesec/Ucam. A margem de erro é de 3,0 pontos para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. Isto significa que se fossem realizados 100 levantamentos com a mesma metodologia, em 95 os resultados estariam dentro da margem de erro prevista.

Fonte: O DIA.
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Brasil · 18 de fevereiro de 2019 às 17:23

Segunda-feira - 17:22 - Prefeito de Belo Horizonte dispara: 'O Flamengo é o que é por causa da televisão'. Clique na imagem para mais informações

Rio - Ex-presidente do Atlético-MG e atual prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil é um dos críticos da atual cota de televisão para os clubes brasileiros. Em diversas oportunidades, ele já reclamou da verba recebida pelo Flamengo e pelo Corinthians. Em entrevista ao portal "UOL", ele voltou a citar o Rubro-negro ao abordar o tema.

"O Flamengo é o Flamengo porque a televisão insiste nisso. Isso é culpa da televisão. Não tiveram grandes administrações, que eu me lembre, no Flamengo até hoje, só que o dinheiro corre para lá à vontade", afirmou.

Ao falar sobre os novos ricos do futebol brasileiro: Flamengo e Palmeiras, o Kalil afirmou que a verba dos clubes tem uma origem bastante diferente.

"O Flamengo não é o Palmeiras. É completamente diferente de a Rede Globo querer presentear o Flamengo com uma montanha de dinheiro. Qualquer Zé Mané que chegar lá vai receber a montanha de es brasileiros. Em diversas oportunidades, ele já reclamou da verba recebida pelo Flamengo e pelo Corinthians. Em entrevista ao portal "UOL", ele voltou a citar o Rubro-negro ao abordar o tema.

"O Flamengo é o Flamengo porque a televisão insiste nisso. Isso é culpa da televisão. Não tiveram grandes administrações, que eu me lembre, no Flamengo até hoje, só que o dinheiro corre para lá à vontade", afirmou.

Ao falar sobre os novos ricos do futebol brasileiro: Flamengo e Palmeiras, o Kalil afirmou que a verba dos clubes tem uma origem bastante diferente.

"O Flamengo não é o Palmeiras. É completamente diferente de a Rede Globo querer presentear o Flamengo com uma montanha de dinheiro. Qualquer Zé Mané que chegar lá vai receber a montanha de dinheiro", disse.

Fonte: O DIA.

Brasil · 18 de fevereiro de 2019 às 16:52

Serra - 16:50 - PM reage a assalto e acaba sendo baleado. Clique na imagem e saiba mais

Um policial militar reagiu a uma tentativa de assalto e acabou sendo baleado no tórax, na tarde de ontem, no bairro Laranjeiras, na Serra. Mesmo ferido, ele conseguiu atingir um dos suspeitos. A identificação do militar foi preservada.

De acordo com a PM, o militar estava à paisana na companhia do irmão, por volta das 15 horas, na rua Goytacazes, quando dois suspeitos chegaram e anunciaram o assalto. Neste momento, a vítima se identificou como policial e os criminosos reagiram atirando contra ele.

A PM confirmou que o militar revidou aos disparos, o que resultou em troca de tiros no local. A vítima foi ferida e levada ao Hospital Jayme dos Santos Neves por uma viatura da Polícia Militar.

De acordo com informações da PM, durante a troca de tiros um dos bandidos foi atingido na perna direita. O projétil pegou abaixo do joelho do jovem que teria iniciado os disparos contra a vítima.

Segundo a polícia, os dois suspeitos conseguiram fugir. Buscas foram realizadas e os militares conseguiram identificar em uma residência no mesmo bairro o criminoso que atirou contra o policial.
O suspeito, ferido na perna, foi encaminhado em outra viatura para o Hospital Jayme dos Santos Neves.

Durante as buscas, os policiais localizaram o segundo suspeito no bairro Macafé, na Serra. Com ele foi encontrado um revólver calibre 22 usado na troca de tiros.

A polícia informou que o irmão da vítima, que estava presente no momento do crime, reconheceu um dos suspeitos como participante da troca de tiros que deixou o irmão ferido.

Informações como autuação e nome dos envolv atingir um dos suspeitos. A identificação do militar foi preservada.

De acordo com a PM, o militar estava à paisana na companhia do irmão, por volta das 15 horas, na rua Goytacazes, quando dois suspeitos chegaram e anunciaram o assalto. Neste momento, a vítima se identificou como policial e os criminosos reagiram atirando contra ele.

A PM confirmou que o militar revidou aos disparos, o que resultou em troca de tiros no local. A vítima foi ferida e levada ao Hospital Jayme dos Santos Neves por uma viatura da Polícia Militar.

De acordo com informações da PM, durante a troca de tiros um dos bandidos foi atingido na perna direita. O projétil pegou abaixo do joelho do jovem que teria iniciado os disparos contra a vítima.

Segundo a polícia, os dois suspeitos conseguiram fugir. Buscas foram realizadas e os militares conseguiram identificar em uma residência no mesmo bairro o criminoso que atirou contra o policial.
O suspeito, ferido na perna, foi encaminhado em outra viatura para o Hospital Jayme dos Santos Neves.

Durante as buscas, os policiais localizaram o segundo suspeito no bairro Macafé, na Serra. Com ele foi encontrado um revólver calibre 22 usado na troca de tiros.

A polícia informou que o irmão da vítima, que estava presente no momento do crime, reconheceu um dos suspeitos como participante da troca de tiros que deixou o irmão ferido.

Informações como autuação e nome dos envolvidos não foram divulgados pois a ocorrência estava em andamento até a noite de ontem.

Após o crime, colegas de farda e familiares estiveram no local em busca de notícias. Os amigos militares preferiram não falar sobre o caso e desejavam a melhora do amigo.

De braços cruzados na porta do hospital, o irmão da vítima que presenciou toda a ação dos bandidos, disse que não conseguia falar com a reportagem pois ainda estava emocionado.

Até o fechamento desta reportagem, o policial e o suspeito permaneciam hospitalizados, mas não foram passadas informações do estado de saúde deles.

Fonte: Tribuna Online.

Brasil · 18 de fevereiro de 2019 às 15:27

Niterói - Segunda-feira - 15:25 - Adolescente de 16 anos é mordida após recusar beijo durante bloco. Clique na imagem e saiba mais

O momento de diversão de uma adolescente de 16 anos durante um bloco em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, neste domingo, foi interrompido após ela ser mordida por outro adolescente, de mesma idade, revoltado por ter um beijo recusado. Agentes da Coordenadoria de Ações Táticas da Guarda Municipal agiram imediatamente para deter o agressor e levá-lo para uma delegacia, informou a prefeitura por meio de nota.

Diante do ocorrido, o governo municipal repudiou casos de violência contra mulheres em sua página do Facebook nesta segunda-feira, ressaltando que "Não é não", expressão comumente usada em época de Carnaval, para evitar casos de assédio sexual contra mulheres.

"Você sabia que uma a cada cinco mulheres considera já ter sofrido alguma vez 'algum tipo de violência de parte de algum homem, conhecido ou desconhecido'? Assédio, exploração sexual, estupro, tortura, violência psicológica, agressões por parceiros ou familiares,perseguição e feminicídio, são a ente usada em época de Carnaval, para evitar casos de assédio sexual contra mulheres.

"Você sabia que uma a cada cinco mulheres considera já ter sofrido alguma vez 'algum tipo de violência de parte de algum homem, conhecido ou desconhecido'? Assédio, exploração sexual, estupro, tortura, violência psicológica, agressões por parceiros ou familiares,perseguição e feminicídio, são alguns dos exemplos", afirma trecho do comunicado.

Além do episódio ocorrido durante o Bloco Vou Zoar, no Caminho Niemeyer, no Centro de Niterói, a prefeitura mencionou o caso da mulher "brutalmente agredida em seu apartamento no Rio".

"Não se esqueça, em caso de violência doméstica, denuncie ligando para o 180. Em Niterói, a Coordenadoria de Políticas e Direitos das Mulheres (Codim) também oferece atendimentos às vítimas. E lembre-se: a culpa nunca é da vítima!", conclui.

Procurada, a Polícia Civil ainda não forneceu informações sobre a ocorrência.

Fonte: Extra.

 

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